CryptoRave 2026

Alessandra OJ

Alê atua na área de Segurança Ofensiva como pesquisadora, desenvolvedora e pentester, estuda Inteligência Artificial desde 2018, instrutora de Krav-Maga, não aceita nenhum tipo de golpe — físico ou digital.
Se quiser conhecê-la melhor, o risco é seu!


Sessões

09/05
10:00
50min
Proibido para menores: Anatomia de um Vetor de Ataque
Alessandra OJ, Luigi Polidorio

Dados biométricos disponíveis publicamente na internet — fotos, vídeos, metadados — são coletáveis via OSINT. Combinados com modelos passíveis de gerar deepfakes, esses dados podem ser utilizados para construir artefatos capazes de contornar sistemas de validação biométrica baseados em classificação de imagens.
Os riscos não se limitam à eficácia da validação biométrica, mas também existem na coleta, processamento e armazenamento de dados pessoais.
A Lei 15.211/2025 (ECA Digital) representa um avanço na responsabilização das Big Techs, porém, introduz novas superfícies de ataque à privacidade dos usuários. A proteção baseada em coleta de dados levanta questões técnicas de segurança que a regulamentação ainda não respondeu, criando um cenário favorável para oligopólios de identidade digital e de vigilância que podem ameaçar a soberania brasileira.

Últimos avanços e vulnerabilidades em segurança da informação e privacidade
Ada Lovelace (Sala Silenciosa no 2º piso)
09/05
12:00
50min
Defesa pessoal como direito à integridade
Alessandra OJ, Lui

A integridade é um direito constitucional. Quando há tentativa de violação desse direito, a reação de uma pessoa contra a violência pode ser reconhecida como legítima defesa. Aprender defesa pessoal pode contribuir com a autonomia de pessoas em situações de violência.
Esta oficina tem como objetivo ser um espaço aberto para pessoas que querem aprender a se defender sem serem expostas a mais violências. Um espaço que pode ser potencializado pela diversidade do coletivo e que se opõe a qualquer forma de preconceito.
Aqui aprenderemos a combater agressões físicas garantindo a integridade individual de cada participante. As técnicas praticadas serão instruídas de modo a minimizar desconfortos para pessoas vitimizadas pela violência, com atenção à integridade psicológica de todos os envolvidos. Afinal, um bom treinamento não deve limitar — deve ampliar as condições de defesa de cada pessoa após o encerramento da atividade.
Não é necessária experiência prévia com defesa pessoal, artes marciais ou atividades físicas e esportivas.

Tecnologia e interseccionalidades - gênero, sexualidade, raça, e classe
Terraço (3º piso)