CryptoRave 2026

NicoleM

Periodista transfeminista argentina.
Gestora e investigadora de proyectos de género, derechos digitales y cuidados comunitarios.
Redes latinoamericanas por la soberanía alimentaria.


Sessões

08/05
22:00
50min
Guía para crear una Red Transhackfeminista Latinoamericana
Kime, NicoleM, solardata

Taller para crear redes transhackfeministas latinoamericanas. A partir de la experiencia del ETDD, que nació de la necesidad urgente de conectar luchas de organizaciones y activistas independientes de Centroamérica, la Zona Andina y el Cono Sur, compartiremos una guía paso a paso para tejer, desde lo local hacia lo regional, una articulación transhackfeminista que desafíe las fronteras geográficas.

Somos un espacio autoconvocado, horizontal y creativo, donde la tecnología es territorio de disputa y cuidados. Nuestra historia juntes ha demostrado que la resistencia digital requiere estructuras comunitarias sólidas. Hemos mapeado contextos regionales diversos, consensuado acuerdos sobre prácticas colectivas y estamos en construcción de futuros colectivos para fortalecernos.

Este taller invita a otras redes a organizarse, encontrarse y construir infraestructuras propias de resistencia. En un contexto de vigilancia estatal y corporativa creciente, la privacidad y la seguridad son derechos humanos fundamentales. Nuestra propuesta integra género, sexualidad, raza y clase como ejes centrales del análisis tecnológico. No buscamos replicar modelos jerárquicos, sino fomentar la autonomía tecnológica y la solidaridad regional.

Tecnologia e interseccionalidades - gênero, sexualidade, raça, e classe
Ada Lovelace (Sala Silenciosa no 2º piso)
09/05
09:00
50min
Certificação Orgânica Participativa e Agroecologia no Território Digital
nádia, NicoleM

Essa proposta apresenta os Sistemas Participativos de Garantia (SPG) como tecnologias sociopolíticas chave para fortalecer a soberania alimentar na América Latina. Através das experiências de tecnologistas latinoamericanas (brasileira e argentinas), exploramos o histórico de nascimento dos SPGs, e sua potência como ferramentas com alta capacidade de replicabilidade e adaptação a distintos territórios. Essas ferramentas emergem desde articulações comunitárias, e desafiam modelos centralizados de certificação e validação. Os SPGs não apenas garantem práticas agroecológicas, mas também configuram infraestruturas coleticas baseadas na confiança e no cuidado.

Colocado o contexto dessas organizações sociais, discutimos o desenvolvimento de um sistema de gestão livre e de código aberto (https://speco.tekopora.top), que está em vias de ser consolidado como um recurso comum para a comunidade de SPGs brasileiros. Esse sistema foi co-construído pelo maior e pioneiro SPG da América Latina, Rede Ecovida, num processo contínuo que já leva mais de três anos. Nesse sentido, esta sessão traz a reflexão sobre o papel do cuidado no desenvolvimento participativo de tecnologias digitais para a agroecologia.

Num contexto de policrise e disputa pelos sentidos, os SPGs se colocam como uma solução tecnopolítica comunitátia que abre horizontes para imaginar e construir futuros coletivos mais justos e solidários.

Tecnopolítica
Edward Snowden (Auditório da Hemeroteca)