09/05/2026 –, Terraço (3º piso) Idioma: Português brasileiro
Tendo a improvisação como fio condutor do projeto, as artistas evocam suas sonoridades mais incomuns, do gutural ao sublime, do glitch ao absolutamente melódico, num jogo em que vozes, eletrônicos e contrabaixo se fundem, criando ambiências e paisagens das mais diversas: palavras, grooves, gritos, sussurros, arcadas profundas e harmônicos inebriantes desfilam diante dos ouvidos mais atentos aos mais distraídos, podendo até conduzi-los ao riso. O duo já se apresentou em diversos espaços dedicados à música experimental de São Paulo, como Casa Gramo, Casa Japuanga, Casa Elefante, Coletivo Digital, Porta, Lugar Sem Nome, entre outros.
Tendo a improvisação como fio condutor do projeto, as artistas evocam suas sonoridades mais incomuns, do gutural ao sublime, do glitch ao absolutamente melódico, num jogo em que vozes, eletrônicos e contrabaixo se fundem, criando ambiências e paisagens das mais diversas: palavras, grooves, gritos, sussurros, arcadas profundas e harmônicos inebriantes desfilam diante dos ouvidos mais atentos aos mais distraídos, podendo até conduzi-los ao riso. O duo já se apresentou em diversos espaços dedicados à música experimental de São Paulo, como Casa Gramo, Casa Japuanga, Casa Elefante, Coletivo Digital, Porta, Lugar Sem Nome, entre outros.
Lea Arafah e Ritamaria formam o duo Musas do Fim do Mundo, uma colaboração poético-sonora que mescla música experimental, performance vocal, eletrônicos e paisagens ambientais em fluxos de improviso e rito.
Ritamaria cantante, escutadora, improvisadora, educadora musical, pesquisadora. Desenvolve trabalho ligado ao corpo-voz-escuta, processos criativos e decolonialidade. Atua ao lado de diversos coletivos de artistas como educadora e performer. Formada em educação musical pela Universidade de São Paulo. Mestra em música pelo programa PROEMUS da UNIRIO.
Lea Arafah e Ritamaria formam o duo Musas do Fim do Mundo, uma colaboração poético-sonora que mescla música experimental, performance vocal, eletrônicos e paisagens ambientais em fluxos de improviso e rito.
Ritamaria cantante, escutadora, improvisadora, pesquisadora. Desenvolve trabalho ligado ao corpo-voz-escuta, processos criativos, interação entre linguagens e decolonialidade. Formada em educação musical pela Universidade de São Paulo; mestra em música pelo programa de mestrado profissional PROEMUS da UNIRIO, Participa como performer e criadora do Coletivo Corpo Aberto, atualmente circulando com o espetáculo Casa de Vó. Ao lado de Odacy Oliveira apresenta o espetáculo de dança Salto no Vazio como compositora e performer da trilha sonora original. Co-fundadora da Casa Japuanga, que há mais de 10 anos se configura como um território cultural autônomo na cidade de São Paulo.