Versão 0.1

Palestrante: Craca

Craca é um crustáceo que se fixa em rochas ou cascos de navios. É também sinônimo de sujeira, de rejeitos. CRACA é o ‘adulter-ego’ do produtor musical Felipe Julián considerado "espécie de Amon Tobin puxado no Tom Zé". Um ser trash-messianico que surge das profundezas para instalar o caos lúdico em festas e palcos de festivais colocando o público para dançar com sua performance surrealista de som e imagem videomapeada.

Craca é um crustáceo marinho que se fixa em rochas ou cascos de navios. É também sinônimo de sujeira, de rejeitos. CRACA é o ‘adulter-ego’ do produtor musical Felipe Julián. Um personagem inspirado no cinema sci-fi vintage. Um homem crustáceo que surge das profundezas do mar para instalar o caos lúdico em festas e palcos de festivais colocando o público para dançar com sua performance surrealista de som e imagem.

As aparições do homem craca são geralmente repletas de grooves étnicos sincronizados à imagens videomapeadas. Uma verdadeira performance audiovisual onde o público dança num ambiente imersivo com personagens de velhos desenhos animados, sereias, microorganismos e monstros subaquáticos.

Craca têm se apresentado não só em festivais internacionais como Virada Cultural e SIM-SP mas também nas tradicionais festas de coletivos e ocupações de rua da cidade de São Paulo, uma das mais efervescentes cenas da nova música eletrônica.

Craca é live set. Música eletrônica feita e refeita ao vivo por meio de aparelhos criados pelo próprio homem crustáceo. As video projeções, também realizadas ao vivo compõe o projeto The Dancing Architecture Project que veste palcos de festivais, conferencias ou mesmo ruas com videoprojeção interativa.

Mas para além dessas atuações como One Man A.V. o Craca também trabalha com eventuais parcerias. MC Dani Nega, importante expoente do teatro hip-hop na cena paulistana, frequentemente une-se ao crustáceo para expor sua rima carregada de virtuosismo rap e feminismo filosófico. Desta parceria, será lançado em 2016, o álbum da dupla.