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            <pentabarf:title>Experiências práticas e inspiradoras de Infraestruturas Digitais Autônomas</pentabarf:title>
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            <summary>Experiências práticas e inspiradoras de Infraestruturas Digitais Autônomas</summary>
            <description>Nesta apresentação, discutiremos a possibilidade de infraestruturas digitais autônomas para o reaproveitamento de computadores usados com software livre, viabilizando projetos tecnopoliticos e socioambientais. 

Compartilharemos nossas experiências em projetos, pesquisa, des-e-envolvimento e suporte em infrastruturas digitais autonômas (IDAs) com base em tecnologias livres, em projetos no Brasil e ao redor do mundo.

Mais que compartilhar nossas próprias experiências, a proposta da atividade é principalmente incentivar mais e mais grupos a colaborarem na construção e manutenção dessas infraestruturas coletivas, mostrando que essa é uma atividade fundamental, concreta e acessível.

Esta atividade segue a palestra de Antônio Carlos TC (Casa Tainã) sobre a apropriação tecnológica, propondo passos concretos para avançar a proposta com base em tecnologias e projetos comuns existentes.</description>
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            <category>Activity that takes 2 schedule slots</category>
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            <location>Tula Pilar</location>
            
            <attendee>Nova CanudOS</attendee>
            
            <attendee>Silvio Rhatto</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Ficção Cientifica Feminista em Abya Yala</pentabarf:title>
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            <summary>Ficção Cientifica Feminista em Abya Yala</summary>
            <description>Propomos trazer para a Cryptorave o lançamento brasileiro do livro &quot;Una bolsa de semillas: Ciencia ficción feminista en Abya Yala&quot;, organizado em parceria entre a Coding Rights e a Musea M.A.M.I

O livro traz 11 contos de ficção científica feminista escritos por mulheres e dissidentes de gênero da Abya Yala (hoje mais conhecida como América Latina), e foi organizado por Lucía Egaña Rojas (M.A.M.I) e Joana Varon (Coding Rights). Abya Yala, na língua kuna, significa “terra de sangue vital”, o exercício do livro foi instigar e refletir desde nossos territórios e corporalidades sobre a produção de ficção científica, questionando, portanto, a visão de ciência imposta pelo pensamento ocidental eurocentrado.  

Nessa sessão nos propomos a fazer exercícios de leitura de partes dos contos, a leitura será conduzida por algumas das pessoas que escreveram as obras, visando debater sobre os imaginários que emergem quando pensamos em ficção científica escrita desde nossos corpos-territórios. O que se produz quando se deixa de lado uma visão patriarcal, branca, cis, individualista e capacitista da ficção científica? Quais imaginários de futuro-passado-presente emergem desse exercício?  Qual o papel dessas fabulações na construção de imaginários de futuro e das tecnologias contemporâneas? Serão algumas das questões abordadas. 

Também podemos tratar do experimento coletivo de oficinas de narrativas, já que os contos foram desenvolvido por meio de uma série de encontros online com 12 pessoas selecionadas de uma convocatória que em poucos dias recebeu mais de 150 inscrições de toda a região. A oficina narrativa intitulada &quot;Una Bolsa de Semillas&quot;, foi concebida a partir do desejo de colaborar, plantar sementes e nutrir práticas narrativas que ajudem a descolonizar nossos imaginários sobre futuros e tecnologias, objetivo que se relaciona com nossa proposta para a Cryptorave.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <attendee>joana varon</attendee>
            
            <attendee>lucía egaña</attendee>
            
            <attendee>Paul Gialdroni</attendee>
            
            <attendee>Asami Ortiz</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Des-organizar</pentabarf:title>
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            <summary>Des-organizar</summary>
            <description>A Ameciclo é uma organização social que propões transformar a cidade, por meio da bicicleta, em um ambiente mais humano, democrático e sustentável. Para isso, fazemos diversas atividades que estimulam a cultura da bicicleta, que oportunizam o trabalho conjunto com coletivos, grupos e instituições parceiras, e que geram incidência técnica e política no Recife e na Região Metropolitana.

Fundada em 2013 ela passou por diversas mudanças ao longo do tempo, gostaria de apresentar o processo de informatização da instituição de que decisões tomamos ao longo do tempo, como mantivemos(ou tentamos) a horizontalidade de nossas decisões de um ambiente digital e como usamos a automação ao nosso favor para permitir concentrar nosso tempo em atividades de maior impacto.

Transparência é outra palavra-chave, pois por meio desses processos informacionais fomos capazes de aumentar nossa governança e amadurecer nossos processos internos, sendo esse um aspecto fundamental para a captação de recursos.

E por fim, gostaria de demonstrar como autogestão foi fundamental nesse processo, a possibilidade de engajar e trabalhar em tudo aquilo que você quer do início ao fim, projetar, implementar, testar e lançar funcionalidades, toda a responsabilidade que isso representa e também a felicidade em ver projetos serem lançados ao ar e tomarem o mundo.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Tula Pilar</location>
            
            <attendee>Pedro Luiz Paes Barreto dos Santos</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Raízes digitais: cultivando e construindo redes comunitárias do zero</pentabarf:title>
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            <summary>Raízes digitais: cultivando e construindo redes comunitárias do zero</summary>
            <description>A oficina propõe um exercício técnico de planejamento e simulação da implantação de uma rede comunitária de internet. Com duração de 50 minutos, a atividade será dividida em duas partes: uma introdução expositiva (20 minutos) e um momento prático em grupo (30 minutos).
Na introdução, será apresentado o cenário atual das redes comunitárias no Brasil, com destaque para os desafios técnicos recorrentes na construção dessas infraestruturas em territórios diversos. Também serão explicados os principais componentes de uma rede comunitária (ponto de chegada da internet, propagação do sinal, escolha de equipamentos e topologia da rede) com base em exemplos reais.
Na etapa prática, os participantes serão divididos em pequenos grupos e receberão um mapa de uma localidade com características geográficas e sociais variadas. A missão será idealizar, a partir do zero, uma rede comunitária de internet que leve em conta os obstáculos físicos (relevo, distância, barreiras arquitetônicas), a distribuição dos equipamentos (roteadores, antenas, pontos de repetição) e a cobertura necessária para atender a comunidade. Os grupos deverão tomar decisões técnicas com base em critérios de funcionalidade e impacto social, idealizando como seria uma rede feita com e para a comunidade.
Mais do que um exercício técnico, a oficina convida à reflexão: como seria uma internet construída não apenas para conectar, mas para fortalecer o território? Como podemos imaginar outra lógica de tecnologia, uma que seja comunitária desde a sua infraestrutura?
Ao final, os grupos apresentam brevemente suas propostas, compartilhando os desafios e escolhas que enfrentaram.</description>
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            <location>Tula Pilar</location>
            
            <attendee>Milena Cramar Lôndero</attendee>
            
            <attendee>Vitória Santos</attendee>
            
            <attendee>Zeilane Fernandes</attendee>
            
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            <pentabarf:title>A Extinção da Privacidade - O Perigo dos Painéis ilícitos de Consultas</pentabarf:title>
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            <summary>A Extinção da Privacidade - O Perigo dos Painéis ilícitos de Consultas</summary>
            <description>Alerta de spolier - a privacidade não existe mais. Você já se perguntou como aquele fraudador descobriu o telefone da sua vovozinha e mandou um Whatsapp em seu nome? Vamos conhecer um pouco sobre os painéis de consulta, essas ferramentas que são alimentadas, principalmente, por grandes vazamentos de dados corporativos e que estão nas mãos do cibercrime. Uma &quot;puxada&quot; e assim começa a engenharia social. Amplamente usadas nos mais diversos golpes, os painéis fazem da nossa vida um inferno. Lamento dizer, mas a privacidade de nossos dados se tornou um sonho distante, e a culpa não é da nossa tia Márcia que posta as fotos de seus gatinhos nas redes sociais.</description>
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            <attendee>Anchises Moraes</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Precisamos falar de saúde digital, capitalismo e racismo: por uma crítica hacker-fanoniana</pentabarf:title>
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            <summary>Precisamos falar de saúde digital, capitalismo e racismo: por uma crítica hacker-fanoniana</summary>
            <description>A introdução da robótica e das tecnologias informacionais no processo produtivo e na vida social no contexto da chamada globalização, suscitou a formulação de novas perguntas a respeito das relações entre tecnologia, sociedade e saúde. Essas perguntas têm sido reformuladas à luz das transformações tecnológicas que vieram a seguir. A velocidade e intensidade das mudanças em curso têm desafiado não apenas as formulações clássicas sobre a composição orgânica do capital, mas até as formulações que se pretendem contemporâneas sobre a relação entre saúde e sociedade.  Neste debate, os
 conceitos de colonialismo digital, acumulação primitiva de dados e racialização codificada  serão mobilizados para  refletir criticamente sobre o atual processo de digitalização da saúde no Brasil, enfatizando o protagonismo predatório das Big Techs na definição e oferta de inovações tecnológicas.</description>
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            <location>Ian Murdock</location>
            
            <attendee>Deivison Mendes Faustino</attendee>
            
            <attendee>Walter Lippold</attendee>
            
            <attendee>Helen Carol Sarges</attendee>
            
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            <pentabarf:title>As BigTechs pegam na enxada, ou como o feijão vai passar dos 20 reais</pentabarf:title>
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            <summary>As BigTechs pegam na enxada, ou como o feijão vai passar dos 20 reais</summary>
            <description>As gigantes da tecnologia vêm expandindo seu poder para o setor agrícola nos últimos anos. A velha promessa de redução do trabalho, aumento da produção e melhoria da renda, herdada da ideologia do progresso, avança com a digitalização das atividades rurais. Porém, o que temos visto é o aumento da concentração de terras, do endividamento e da dependência social. Nesta atividade, vamos construir colaborativamente um entendimento sobre como essas empresas atuam hoje e mirabolar sobre o que podemos fazer para resistir e ampliar nossa autonomia.</description>
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            <location>Ian Murdock</location>
            
            <attendee>Chuyh</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Cultive seu jardim digital: autonomia e descentralização na web</pentabarf:title>
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            <summary>Cultive seu jardim digital: autonomia e descentralização na web</summary>
            <description>A web foi criada como uma iniciativa para descentralizar o acesso e o compartilhamento de informações, permitindo que qualquer pessoa pudesse publicar e consumir conteúdo de forma livre e aberta. No entanto, ao longo do tempo, grandes conglomerados de tecnologia transformaram a experiência de navegar no ciberespaço em algo muito diferente do que se imaginava originalmente. Essas empresas criaram o que se convencionou chamar de &quot;jardins murados&quot;, espaços fechados onde o acesso é oferecido de forma gratuita, mas com um custo oculto: os dados dos usuários são coletados, monetizados e mantidos presos dentro dessas plataformas. Os dados dos usuários em redes sociais alimentam o mercado publicitário e ficam restritos ao consumo interno, sem acesso público ou APIs, limitando a transparência e o controle sobre como essas informações são utilizadas.

Como o modelo de negócios depende do tempo que os usuários passam dispersos nas plataformas, elas utilizam técnicas de design que se assemelham às práticas de cassinos, como notificações constantes, pequenas recompensas e algoritmos que exploram a psicologia humana para manter os usuários engajados e, em muitos casos, viciados em suas redes. Essas estratégias não apenas reforçam o controle dessas empresas sobre o tempo e a atenção das pessoas, mas também consolidam seu poder no gerenciamento das informações que circulam na Internet. O resultado é a web, que nasceu como um espaço democrático e descentralizado, tornou-se cada vez mais dominada por um monopólio de grandes empresas de tecnologia.

Diante desse cenário, é urgente discutir alternativas para romper o ciclo de dependência e centralização. Esta apresentação explora razões para essa mudança e propõe caminhos como a criação de websites estáticos com infraestrutura simples, a adoção de protocolos descentralizados (ActivityPub, RSS) e o apoio a redes sociais e serviços que priorizam a privacidade e a soberania dos usuários, como o Fediverso, Neocities e Bear Blog. Além disso, é fundamental conscientizar os usuários sobre o uso de seus dados e incentivá-los a adotar práticas que reduzam a dependência das grandes plataformas, resgatando conceitos como &#x27;webrings&#x27;, &#x27;blogrolls&#x27; e fóruns.

A web, que começou como um projeto de descentralização e liberdade, foi gradualmente transformada em um ambiente controlado por poucas empresas que lucram com os dados e a atenção dos usuários. No entanto, ainda é possível resistir a partir da adoção de tecnologias alternativas e um esforço coletivo para recuperar o controle sobre as informações que publicamos e consumimos na Internet. Esta apresentação busca contribuir para essa discussão, apresentando ideias e soluções que podem ajudar a construir uma web mais justa e descentralizada.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Ian Murdock</location>
            
            <attendee>Christopher Augusto</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Desbilionarização: Alternativas Descentralizadas às Big Techs</pentabarf:title>
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            <summary>Desbilionarização: Alternativas Descentralizadas às Big Techs</summary>
            <description>Em uma era dominada por impérios digitais controlados por bilionários, onde nossos dados, atenção e até mesmo nossa autonomia, são tratados como commodities, exploraremos o conceito de feudalismo digital e como as grandes plataformas tech exercem controle centralizado sobre nossas vidas digitais. 
Abordaremos a importância da inclusão e democratização da tecnologia, passando por serviços mais utilizados (como redes sociais, e-mail, armazenamento em nuvem e ferramentas de comunicação) e suas alternativas descentralizadas, éticas e comunitárias, que priorizam privacidade, liberdade e acesso. 
Descubra como migrar para plataformas que respeitam sua autonomia e como participar de uma internet mais justa e colaborativa.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Ian Murdock</location>
            
            <attendee>Felipe Jaú</attendee>
            
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            <pentabarf:title>FediFest</pentabarf:title>
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            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <duration>1.05000</duration>
            <summary>FediFest</summary>
            <description>O Fediverso – uma junção de “federação” e “universo” – é um conjunto de tecnologias utilizadas para hospedagem distribuída de arquivos e publicações na web, como mídias sociais, blogs e sites. A principal característica desse ambiente é a descentralização executada por protocolos de comunicação em padrão aberto. Os usuários podem criar suas identidades em qualquer uma das plataformas instaladas em diferentes servidores (chamados de “instâncias”) e, através de um único perfil, interagir e trocar informações com todos os outros perfis e instâncias dessa rede.Atualmente mais de 15 milhões de pessoas espalhadas pelo mundo fazem parte do Fediverso. A proposta da oficina “FediFest” é a realização de uma oficina dividida em duas partes: Teórica, sobre o conceito, história e tecnologias e prática, com a orientação para a criação de contas nas instâncias estilo &quot;instalfest&quot; e a publicação de posts num esquema de cobertura colaborativa da Cryptorave.</description>
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            <category>Activity that takes 2 schedule slots</category>
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            <location>Clínica de Segurança Digital</location>
            
            <attendee>Thiago Skárnio</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Desinformação são ataques de engenharia social para manipular a sociedade</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Desinformação são ataques de engenharia social para manipular a sociedade</summary>
            <description>Vamos discutir as origens da mentira, como e porque a humanidade mente, e como o uso da tecnologia pode ampliar uma mentira de forma que impacte toda uma sociedade. A engenharia social é uma técnica amplamente conhecida, que usa manipulação para atingir os objetivos, de forma que podemos correlacionar com campanhas de desinformação.

Esta palestra visa armar os participantes com mais conceitos e conhecimento, de forma que possam propagar entre seus amigos e familiares, aprimorando a discussão sobre conteúdo, moderação de conteúdo, verdades e mentiras, e como isso tem mudado nosso cotidiano</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Clínica de Segurança Digital</location>
            
            <attendee>Matheus Vanzella</attendee>
            
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            <pentabarf:title>OpenWRT: como obter mais privacidade e segurança em redes internas</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>OpenWRT: como obter mais privacidade e segurança em redes internas</summary>
            <description>Uma breve apresentação sobre OpenWRT, uma distro GNU/Linux focada em roteadores, e como utiliza-la em redes internas para aumentar a privacidade e a segurança dos usuários. Serão apresentados diferentes cenários de uso, tanto básicos como avançados, assim como conceitos e princípios fundamentais para que as pessoas possam fazer escolhas conscientes sobre as configurações das suas próprias redes, independentemente do seu nível de expertise. O objetivo primário é diminuir a dependência de serviços oferecidos pelo provedor de internet (digamos, DNS), pois estamos falando de assuntos importantes demais para serem deixado nas mãos de empresas que lucram com vigilância e coleta indiscriminada de dados alheios.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Clínica de Segurança Digital</location>
            
            <attendee>Fernao Vellozo</attendee>
            
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            <pentabarf:event-slug>-TJZDBN</pentabarf:event-slug>
            <pentabarf:title>Linhas de Fuga da Tecnocracia</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
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            <summary>Linhas de Fuga da Tecnocracia</summary>
            <description>A produção de máquinas digitais tem suas raízes na lógica da Guerra Informacional, mas ao longo da história também surgiram outras formas de troca de informações que não estavam atreladas a esse paradigma bélico. Como a utilização dessas máquinas molda nossas subjetividades? De que maneira deixamos de habitar espaços onde o real e o físico se entrelaçavam para adotar sociabilidades reduzidas a vitrines de consumo? Quais foram as tecnologias concebidas de maneira social em cima das tecnologias bélicas e como elas foram tornadas obsoletas de maneira a agregá-las ao capital? Como pensamos a obtenção de dados como um método de identificação e validação da existência e como podemos enfrentar esse modelo proposto pelas big-techs? Como podemos criar novas formas de sociabilização e valorizar o ócio criativo frente às grandes jornadas de trabalho e como isso configura um enfrentamento ao tecnofeudalismo?</description>
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            <category>Activity that takes 2 schedule slots</category>
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            <location>Clínica de Segurança Digital</location>
            
            <attendee>Verger</attendee>
            
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            <pentabarf:event-slug>-K3J98X</pentabarf:event-slug>
            <pentabarf:title>HomeLab, meus dados, minhas regras.</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <duration>0.05000</duration>
            <summary>HomeLab, meus dados, minhas regras.</summary>
            <description>Apresentação sobre opções viáveis e como reaproveitar equipamentos encontrados no Brasil para hospedar serviços simples para o seu uso pessoal, grupo familiares, grupo de amigos ou comunidade local. Podendo usar mini computadores, laptops usados ou computadores simples. 
Excelente momento para testar e aprender um pouco mais sobre hospedagem, usos de novos software e praticar o uso de tecnologias customizada podendo ter um maior controle sobre os seus dados. 
Abertura para os participantes comentarem seus casos de usos bom ou ruim.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Alan Turing</location>
            
            <attendee>Douglas Esteves</attendee>
            
        </vevent>
        
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            <pentabarf:event-slug>-CWCAR3</pentabarf:event-slug>
            <pentabarf:title>Da criminalização a celebração: as práticas da IA e a luta pela democratização do acesso</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Da criminalização a celebração: as práticas da IA e a luta pela democratização do acesso</summary>
            <description>Nesse painel, vamos conversar com pessoas de diferentes campos: ciência, jornalismo e cultura livre sobre como as _bigtechs_ tem se valido de estratégias que foram usadas para democratizar conhecimento para centralizar o seu acesso atrás de ferramentas de tecnologia.

O painel tem o objetivo de:

Mobilizar a audiência e a esfera pública digital para a discussão em torno da regulação da IA no aspecto do acesso à informação e ao conhecimento; 

Entender os desafios da apropriação de informação livre na internet em banco de dados usados para treinar sistemas de IA generativas; 

Discutir os desafios econômicos e políticos da apropriação da informação jornalística e acadêmica nos sistemas de IA generativas e apontar caminhos para viabilidade do jornalismo e da pesquisa acadêmica num contexto de informação e conhecimento livre;

Examinar se as IAs generativas podem ampliar o acesso ao conhecimento e cultura livre, abordando práticas que possibilitem o compartilhamento aberto de conteúdo educacional, científico e cultural de forma inclusiva e acessível; 

E de, outro lado, tratar dos riscos da ampliação irrestrita do acesso ao conhecimento e cultura livre via IA, discutindo como o uso indiscriminado de informações abertas pode comprometer a autoria, incentivar a desvalorização do trabalho criativo e educacional, além de gerar desafios para a sustentabilidade de setores que dependem da proteção de direitos autorais;  

Conscientizar a audiência sobre os perigos da concentração de conhecimento em poucas empresas de IA, destacando como essa centralização limita o acesso à informação e amplia desigualdades no uso de tecnologias avançadas; 

Destacar a importância de práticas como &quot;quebra de paywall&quot;, &quot;acesso em massa a artigos&quot; e &quot;cópia de propriedade intelectual&quot; para democratizar o acesso ao conhecimento na rede, sobretudo num contexto local de maior precariedade e menos recursos por parte da população brasileira e do Sul Global; 

Neste aspecto, é também objetivo debater as desigualdades tecnológicas globais e como políticas de governança, também no acesso à informação, podem mitigar os impactos assimétricos da IA no Sul Global;</description>
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            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Activity that takes 2 schedule slots</category>
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            <location>Alan Turing</location>
            
            <attendee>Lucas Lago</attendee>
            
            <attendee>Marina M.</attendee>
            
            <attendee>Camila Rodrigues da Silva</attendee>
            
            <attendee>Leonardo Foletto</attendee>
            
        </vevent>
        
        <vevent>
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            <pentabarf:event-slug>-SPYJ88</pentabarf:event-slug>
            <pentabarf:title>LLMs com soberania e privacidade na pratica</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>LLMs com soberania e privacidade na pratica</summary>
            <description>Como utlizar LLMs de forma local com privacidade e sem censura por fora das bigtechs. 
A paletra cobrira os seguintes tópicos :
-competição entre modelos e tecnologias
-infra necessária para inferencias locais
-fine tunning (modelos destilados)
-modelos sem censura , inseguros e seus Bias.
-telemetria , vigilância e interferência nas inferencias em LLMs</description>
            <class>PUBLIC</class>
            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
            <url>https://cpa.cryptorave.org/cryptorave-2025/talk/SPYJ88/</url>
            <location>Alan Turing</location>
            
            <attendee>caio lucena</attendee>
            
        </vevent>
        
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            <pentabarf:event-slug>-9ZQYKF</pentabarf:event-slug>
            <pentabarf:title>Onda.social – venha contruir uma rede social brasileira em software livre da infra ao app</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <dtend>20250517T015000</dtend>
            <duration>0.05000</duration>
            <summary>Onda.social – venha contruir uma rede social brasileira em software livre da infra ao app</summary>
            <description>Qual o projeto da Onda.social e como participar: gestão colaborativa (via Plantaformas), articulação com movimentos sociais e com os diversos movimentos de software livre no país, infraestruturas robustas sediadas aqui e com SL, ampliação de instâncias federadas no entorno e do Fediverso no Brasil. Você pode participar trazendo seu movimento ou coletivo para a discussão e plataforma, sendo beta tester e propondo alterações na instância, ou ajudando a codar as modificações aprovadas e o app.
Outros tópicos abordados: O que é o Fediverso? Lista de substituições de plataformas sociais proprietárias por plataformas sociais livres. Infra web da Onda (Mastodon, Kubernetes, redundância criptografada fora, gestão segura dos dados, etc) e infraestrutura física da Onda, modificação do código do Mastodon para uma melhor UX/UI brasileira (mas sem perder a federação).
Realização: Felicilab, Lab do Futuro UFC, Alquimídia, PopSolutions, Bolha (Fediverso) e outras.
A Onda.Social não é apenas uma proposta – é um movimento. Em um momento onde a manipulação digital ameaça democracias e a coesão social, precisamos de alternativas concretas, sustentáveis e éticas.
Impacto Social

Fortalecimento de comunidades locais: A integração com moedas solidárias e sistemas cooperativos permitirá redistribuir riqueza e fortalecer economias comunitárias. ( a proposta é integrar no futuro com o E-Dinheiro: A plataforma usará a moeda solidária do Banco Palmas para captar recursos e promover transações internas).

Redução da dependência de Big Techs: Promovendo autonomia digital para criadores de conteúdo, pequenas empresas e usuários comuns.

Educação e inclusão digital: A Onda.Social será uma plataforma acessível, onde as pessoas possam aprender e se conectar sem barreiras.

Redistribuição justa da atenção: Um algoritmo transparente que valorize conteúdos relevantes sem criar vícios ou manipulações.

Convidamos pessoas, instituições e comunidades progressistas a se juntarem a nós nessa jornada. Este é o momento de transformar o ecossistema digital em um espaço mais justo e solidário.

Vamos construir essa onda juntos. Surfe conosco para criar uma internet que realmente nos sirva.</description>
            <class>PUBLIC</class>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Alan Turing</location>
            
            <attendee>Flynn</attendee>
            
            <attendee>Uirá Porã</attendee>
            
            <attendee>Marcos Mendez</attendee>
            
        </vevent>
        
        <vevent>
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            <pentabarf:event-slug>-JGCEAG</pentabarf:event-slug>
            <pentabarf:title>Nym mixnet, resistência anti-censura e credenciais Zero Knowledge</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <dtstart>20250517T020000</dtstart>
            <dtend>20250517T025000</dtend>
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            <summary>Nym mixnet, resistência anti-censura e credenciais Zero Knowledge</summary>
            <description>Nesse talk, começamos abordando a implementação do AmneziaWG (fork de um protocolo de roteamento criptográfico muito popular entre VPNs e dVPNs) à rede Nym; visando burlar a censura imposta por estados-nações e suas respectivas ISP ao uso de VPNs.

A integração com o AmneziaWG é resultado do trabalho da equipe de pesquisa e desenvolvimento anti-censura da nossa comunidade (https://nym.com/blog/nym-censorship-resistance-update). Além de passar pelos detalhes de como esse protocolo confunde agente vigilantes, daremos também uma explicação geral do funcionamento da mixnet Nym.

A mixnet é composta por 5 saltos, adição de tráfego falso e reordenamento dos pacotes de dados em cada salto. Atualmente, é a única solução em privacidade que dá conta da encriptação de metadados; a matéria-prima sobre a qual estados, corporações e cybercriminosos se utilizam para vigiar indivíduos e populações.

Por fim, discutiremos a natureza e os usos da tecnologia Zero Knowledge (zk-nym). O zk-nyms é um sistema criptográfico que permite que as pessoas se credenciem, paguem e usem serviços sem vazar informações pessoais desnecessárias, trazendo uma poderosa ferramenta contra vigilância e censura. Graças às características únicas dos zk-nyms—descentralização, emissão com limite, desvinculabilidade e divulgação seletiva—usuários podem interagir com plataformas digitais, realizar transações financeiras, votar ou acessar conteúdos de forma completamente privada e segura. Isso abre caminho para novos níveis de liberdade digital, permitindo desde autenticações anônimas em redes sociais até a criação de ambientes digitais resistentes a perseguições políticas, vigilância estatal e exploração corporativa dos dados pessoais. 

Referências

https://nym.com/blog/introducing-amneziawg-for-nymvpn

https://nym.com/blog/NymVPN-Roadmap-for-censorship-resistance-2025

https://medium.com/@nymportugues/nymvpn-superalimentado-o-wireguard-est%C3%A1-ativo-e-r%C3%A1pido-139b542c0039?source=your_stories_page————————————-

https://medium.com/@nymportugues/zk-nyms-est%C3%A3o-aqui-um-marco-importante-em-dire%C3%A7%C3%A3o-a-uma-rede-de-mixagem-pronta-para-o-mercado-33297c488080</description>
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            <attendee>Daniel</attendee>
            
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            <pentabarf:title>MESA DE ABERTURA: Da autonomia tecnológica ao autogoverno: Experiências comunitárias no Jardim São Luís, Vila Castelo Branco e Cherán</pentabarf:title>
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            <summary>MESA DE ABERTURA: Da autonomia tecnológica ao autogoverno: Experiências comunitárias no Jardim São Luís, Vila Castelo Branco e Cherán</summary>
            <description>O foco dessa mesa é discutir a autonomia como uma base de construção coletiva que extrapola a técnica e como uma proposta de rebeldia diante de um mundo anestesiado pela infrestrutura comercial controlada por poucos e a concentração do poder nas Big Techs. Assim, as iniciativas que serão apresentadas trabalham com infraestruturas autônomas, baseadas em software livre, com um objetivo maior de defender a autonomia de suas próprias comunidades e territórios, criando novas relações com as tecnologias locais e as demandas próprias de cada comunidade.</description>
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            <location>Chelsea Manning</location>
            
            <attendee>TC Silva</attendee>
            
            <attendee>Yunuen Torres Ascencio</attendee>
            
            <attendee>Dai</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Practices of Digital Resistance</pentabarf:title>
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            <summary>Practices of Digital Resistance</summary>
            <description>The notion of digital resistance is regularly mobilized in academic and activist writings to describe practices of use, detournement (diversion), creation of content and/or technologies within a social justice and anti-oppressive perspective. The term is associated with practices that are often tactical rather than strategic in nature and, by definition, in opposition to a certain dominant, hegemonic order.  In English, the term digital resistance was conceptualized at the turn of the millennium by the Critical Art Ensemble, around the idea of “tactical media”, a concept itself referring to critical uses and theorizations aimed at putting forward various subversive practices in support of an anti-colonial indigenous liberation movement. The Critical Art Ensemble had developed a small, easy-to-use DDoS software program to paralyze the websites of the Mexican government, which at the time was repressing the Zapatista movement in Chiapas. The Zapatistas&#x27; media and communications strategy succeeded in rallying activists from all over the world to support this anti-colonial struggle. This international support for the Zapatista movement gave rise to the Indymedia movement, itself strongly associated with the so-called “alter-globalization” movement of international solidarity. One of the models put forward at the time was that of “electronic civil disobedience”, which aimed to mobilize digital technologies for protest purposes in order to disrupt the powers that be.  Digital resistance is also often associated with hacker culture where tech activists build autonomous digital infrastructures. The term continues to be mobilized today, mostly in reference to tactical uses, for example in support of the Palestinian struggle. Digital resistance includes but are not limited to struggles that oppose the commercialization of the internet, the ever-increasing grabbing of our data without our consent to train artificial intelligences, state and capitalist surveillance, the development of cryptography to ensure privacy, and above all, a call for “doing otherwise” in the context of rising fascism and the climate emergency.
This workshop will first provide an overview of the concept of digital resistance, with historical and contemporary examples from several categories such as low tech, digital labor, cryptography and digital forensics. The workshop will then map out digital resistance practices with the audience. The workshop will be conducted in English, but contributions in Spanish and Portuguese are welcome.</description>
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            <location>Chelsea Manning</location>
            
            <attendee>Sophie Toupin</attendee>
            
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            <pentabarf:title>United Against Big Tech: How Journalists and Geeks Can Fight for a Fairer Digital Future</pentabarf:title>
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            <pentabarf:language>en</pentabarf:language>
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            <summary>United Against Big Tech: How Journalists and Geeks Can Fight for a Fairer Digital Future</summary>
            <description>&quot;United Against Big Tech: How Journalists and Geeks Can Fight for a Fairer Digital Future&quot; is a presentation where journalist Natalia and technologist Babak will explore how media professionals and tech experts can join forces to challenge the power of Big Tech. Natalia will highlight how investigative journalism exposes corporate abuses, while Babak will demonstrate how hackers and developers can build privacy-focused tools, analyze data leaks, and create decentralized alternatives to monopolistic platforms. Together, they’ll discuss real-world strategies—from secure whistleblowing systems to algorithmic transparency—and show how collaboration between storytellers and coders can reclaim digital rights. This dynamic duo will argue that by combining journalism’s reach with tech’s innovation, they can push back against surveillance capitalism, misinformation, and unchecked corporate power—ultimately paving the way for a more ethical and democratic internet.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Chelsea Manning</location>
            
            <attendee>Babak Fakhamzadeh</attendee>
            
            <attendee>Natalia Viana Rodrigues</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Decolonizing cypherpunk myth</pentabarf:title>
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            <pentabarf:language>en</pentabarf:language>
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            <summary>Decolonizing cypherpunk myth</summary>
            <description>Session will propose a radically new approach to Cypherpunk creation myth via intersectional lenses.

Drawing parallels between internet 30 years ago (when Cypherpunk manifesto has been published) and comparing with the existing end-to-end encryption, the state of cryptography, tools, privacy and internet culture.

Focusing on broad range of &quot;new&quot; generation of cypherpunks from Audrey Tang to Chelsea Manning (and sharing young personas) that can break out from chains of patriarchy, technological priviledges, and access to the capital. Going beyond with radical imagination - how cypherpunks of the future can operate within Anthroposcene world &amp;/or post WW3.

Featuring stories (based on interviews) from Brazil, Mexico, Taiwan, Ukraine, Ecuador, Spain and beyond.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Chelsea Manning</location>
            
            <attendee>Mykola Siusko</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Del miedo al empoderamiento: ¡Seguridad y privacidad digital para todxs!</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>es</pentabarf:language>
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            <summary>Del miedo al empoderamiento: ¡Seguridad y privacidad digital para todxs!</summary>
            <description>Soy una persona que pasó gran parte de su vida sintiendo que la tecnología era una constante lucha, desde actualizar mis dispositivos hasta descargar y usar programas. Cada vez que enfrentaba un desafío digital, me sentía frustrada y muchas veces me rendía, convencida de que nunca lo lograría. 
Pedía ayuda para todo, sin siquiera intentar hacerlo yo misma o buscar en internet. 

Desde pequeña fui picada por un bichito de lucha por la justicia social, lo que me ha llevado a involucrarme de diferentes formas de lucha. Por casualidad, hace dos años aprendí sobre la seguridad y privacidad digital, a través de un grupo de personas que me guiaron en el camino. Hoy, puedo decir que logré transformar mi relación con la tecnología, me siento empoderada porque, a pesar de que aún no tengo vastos conocimientos técnicos, busco aprender y compartir lo que he aprendido, especialmente en el ámbito de la seguridad digital. He encontrado una vocación en enseñar a quienes, como yo, alguna vez sintieron que la tecnología era algo inalcanzable, y ayudar a todos a protegerse en este mundo digital, en especial a quienes enfrentan retos en la lucha por la justicia social.

Actualmente trabajo en la organización latinoamericana Derechos Digitales, dónde estoy ayudando a crear un programa de formación en seguridad digital que pueda ser útil a personas en toda América Latina.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Chelsea Manning</location>
            
            <attendee>Cristina Ruano</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Não estamos no ciberespaço. Estamos no Brasil</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Não estamos no ciberespaço. Estamos no Brasil</summary>
            <description>Hal Finney é um lendário criptógrafo, tendo sido um dos desenvolvedores do PGP e o primeiro recipiente de Bitcoin (alguns dizem que até poderia ser o próprio Satoshi). Mesmo sendo um ícone do individualismo, do &quot;confie na matemática e não em pessoas&quot; e do pensamento que fetichiza a tecnologia como a solução para todos problemas, uma frase sua ainda desafia essa interpretação simplista de sua contribuição:

&quot;Não estou no ciberespaço agora; Estou na Califórnia ... Até que eu seja capaz de viver no meu computador e comer elétrons, não vejo relevância no ciberespaço.&quot;

Escrita no contexto de uma discussão sobre como um &quot;governo voluntário&quot; de moldes anarcocapitalistas poderia se formar no ciberspaço, indica uma visão que rejeita a separação imaginária entre a materialidade e a interações digitais mediadas pela tecnologia.

Código é muitas vezes visto como &quot;a lei do ciberespaço&quot;. Algoritmos previsíveis e lógicos seriam uma maneira justa e racional de organizar a sociedade. Aceitando isso a pergunta óbvia - até meio batida - é: como se criam esses algoritmos e quem os controla? Ou para explicitar mais o dilema: por que hoje a internet é o playground das bigtechs e a privacidade parece estar esquecida no churrasco? É coincidência as bigtechs estarem entre as vinte maiores empresas dos EUA (e do mundo) e de mãos dadas com o governo de lá?

A resistência, é claro, passa pela criação de nossos próprios algoritmos e plataformas e a atuação no &quot;ciberespaço&quot;. Mas, não pode ser só isso, certo? Os movimentos cypherpunk, software livre e todas as suas vertentes tem nos entregado míseras vitórias e postulo que o motivo é: estamos atuando baseados em princípios meramente técnicos que nunca deveriam ter sido dissociados da luta política. Nenhum algoritmo vai &quot;rodar o mundo&quot;. A realidade é que o mundo &quot;roda os algoritmos&quot;.

No dia a dia, ouvimos promessas de desenvolvimento tecnológico para o Brasil na nossa integração numa economia global por meio da modernização de processos e ferramentas. Hoje é tendência a sessão de grandes terrenos onde serão instalados datacenters provendo serviços para empresas multinacionais, que por sua vez vendem-nos de volta esses serviços e ficam com o expertise, dados e a maior parcela dos lucros. Isso é bom? É suficiente sermos usuários de tecnologia? Não. Queremos ser donos da tecnologia!

Qual o propósito do desenvolvimento tecnológico? Digo: a tecnologia deve emancipar os trabalhadores e permitir a superação do modelo capitalista. Busco uma síntese entre as contribuições do movimento cypherpunk e software livre com a famosa tese 11 do Marx, que se tivesse sido escrita no século 21 seria um baita tweet: &quot;Os filósofos não fizeram mais que interpretar o mundo de diferentes formas; trata-se, porém, de transformá-lo.&quot;</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Chelsea Manning</location>
            
            <attendee>Lucas Zawacki</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Cuidados digitais para trans ativistas e aliades</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
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            <summary>Cuidados digitais para trans ativistas e aliades</summary>
            <description>Para muitas pessoas a Internet é um espaço de aprendizagem, diálogo, sociabilidade e
acesso a conteúdos. Para as pessoas trans, é também um espaço poderoso para construir redes, exercitar subjetividades e acessar novas possibilidades de vida. Contudo, não é incomum ouvir de pessoas e ativistas trans que a Internet não é um espaço seguro. Sobretudo em um momento de avanço de movimentos anti-trans e de alinhamento das maiores redes sociais com o governo Trump e o fascismo. Diante desse cenário, que estratégias podem ser utilizadas para que ativistas trans possam continuar a ter voz, visibilidade e a fortalecer a luta por direitos de forma segura online?

Abriremos a sessão com uma conversa sobre como esse contexto afeta a segurança, ativismo e vivências trans na Internet, para depois mergulharmos em possibilidades práticas de proteção online, com uma oficina básica de cuidados digitais.  A sessão é voltada prioritariamente para pessoas trans, não binárias e intersexo, mas pessoas cis aliadas também são bem vindas. 

Essa sessão é organizada pelo Instituto Brasileiro de Transmasculinidades - núcleo São Paulo (IBRAT-SP)  em parceria com a Rede Transfeminista de Cuidados Digitais (RTCD), e é um desdobramento das necessidades apontadas por ativistas trans durante a organização da Segunda Marcha Transmasculina  de São Paulo.</description>
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            <category>Activity that takes 2 schedule slots</category>
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            <location>Ada Lovelace</location>
            
            <attendee>Kyem Ferreiro</attendee>
            
            <attendee>Ariel</attendee>
            
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            <pentabarf:event-slug>-TEXA3G</pentabarf:event-slug>
            <pentabarf:title>Entre o digital e o real: a internet como alicerce para o fortalecimento de identidade e pertencimento das comunidades PCD e LGBTQIAP+.</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Entre o digital e o real: a internet como alicerce para o fortalecimento de identidade e pertencimento das comunidades PCD e LGBTQIAP+.</summary>
            <description>A internet desempenha um papel fundamental como espaço de construção e fortalecimento de identidades, especialmente para as comunidades PCD e LGBTQIAP+, que historicamente enfrentaram exclusão e invisibilidade. Este encontro busca explorar como o ambiente digital funciona como um alicerce poderoso para o senso de pertencimento, permitindo que indivíduos compartilhem experiências, desafios e conquistas em um espaço de apoio mútuo e representatividade. A palestra destacará os impactos positivos dessa conectividade virtual, como o fortalecimento da autoestima, a troca de vivências e o estímulo à luta por direitos. Além disso, será feita uma reflexão crítica sobre os desafios ainda presentes nesse ambiente, incluindo preconceitos, discriminação e exclusão digital, com o objetivo de inspirar ações transformadoras tanto no espaço online quanto no cotidiano offline.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Ada Lovelace</location>
            
            <attendee>Jussara Ribeiro de Oliveira</attendee>
            
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            <pentabarf:event-slug>-LYM8VD</pentabarf:event-slug>
            <pentabarf:title>Introdução à Cultura de Segurança</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Introdução à Cultura de Segurança</summary>
            <description>Nesta palestra, abordaremos a segurança como um processo dinâmico e coletivo, em vez de algo estático, introduzindo com os conceitos bases da Cultura de Segurança antes de explorarmos as ferramentas disponíveis. Discutiremos os princípios essenciais da segurança digital e física, além de analisar casos de vigilância em massa, incluindo um breve panorama histórico sobre o surgimento da computação. O objetivo não é apresentar técnicas complexas, mas convidar à reflexão sobre a importância da cultura de segurança nas nossas ações e cotidiano e da privacidade como direito.  Ao final, vamos apresentar ferramentas e estratégias simples para fortalecer a segurança pessoal e coletiva de forma acessível para todos. Resumindo: de volta ao básico.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Ada Lovelace</location>
            
            <attendee>Alicia Esteves</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Solucões Desconectadas para Problemas em Rede? Estratégias de Resistência(s) às Violências Mediadas por Tecnologia!</pentabarf:title>
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            <summary>Solucões Desconectadas para Problemas em Rede? Estratégias de Resistência(s) às Violências Mediadas por Tecnologia!</summary>
            <description>As repercussões do assédio e das violências mediadas por tecnologias digitais (e as respostas das instituições a esse cenário) vão além de blogueires ou criadores de conteúdo. Trata-se, na verdade, de um problema generalizado que pode afetar qualquer pessoa com uma identidade minorizada que esteja conectada à internet e busque participar de debates públicos, seja no ambiente online ou offline. Em muitas profissões manter uma presença virtual tornou-se uma expectativa e é praticamente considerado &quot;parte do trabalho&quot;.  No entanto, para muitos indivíduos e comunidades minorizadas, estar em espaços online frequentemente envolve o risco de violência e intimidação. Pesquisas que investigam a proliferação da violência e dos ataques em plataformas digitais demonstram que esse não é um problema isolado ou único — e pode estar se agravando. Esse contexto pode parecer desanimador para qualquer pessoa que deseja participar da esfera pública, seja online ou offline, mas que não se encaixa no modelo hegemônico cis-hetero-patriarcal. No entanto, tanto evidências empíricas quanto relatos de criadores de conteúdo destacam um paradoxo do ambiente digital: embora possa facilitar a violência e a exclusão, também oferece oportunidades de conexão, colaboração e educação. Diferentes mobilizações e estudiosos da internet há muito destacam o papel significativo das tecnologias digitais na mobilização feminista, na construção de comunidades LGBTQ+, na resistência indígena e em diversas outras lutas feministas e anticoloniais. Esses exemplos são fundamentais para evidenciar o potencial de enfrentamento e as diversas formas de resistência às violências mediadas por tecnologias.

Como aponta Ruha Benjamin, fomentar narrativas, histórias e alimentar uma imaginação radical sobre como as tecnologias podem ser diferentes é essencial para enfrentar os padrões opressivos dessas tecnologias (2019). Então proponho, nesta sessão interativa, iniciar com uma discussão sobre experiências vividas sobre o tema e, coletivamente, mapearemos estratégias e práticas de prevenção e cuidado digital inspiradas em métodos criativos feministas. Facilitarei esse mapeamento focando nos ecossistemas e instituições que moldam suas experiências vividas na economia de plataformas, com atenção especial às estruturas tecnológicas e relações envolvidas. Utilizando os mapas como um estímulo para a discussão, quero convidar os co-participantes a imaginar cenários que direcionem nosso presente para futuros anti-misóginos na última parte do workshop. 

Nosso objetivo é fortalecer coalizões em torno de um problema que tem impactado ativistas —incluindo a comunidade da Cryptorave—, pesquisadores, militantes e jornalistas além de ampliar a conscientização sobre as consequências do assédio mediado por tecnologia e as medidas preventivas disponíveis. Por fim, buscamos inspirar práticas de resistência e cuidado baseadas em evidências para enfrentar esse tipo de violência.</description>
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            <attendee>Beatrys</attendee>
            
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            <pentabarf:title>A língua de Camões não vai nos proteger!</pentabarf:title>
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            <summary>A língua de Camões não vai nos proteger!</summary>
            <description>Nesta sessão, queremos criar e/ou compartilhar linguagens já existentes e utilizadas para a resistência política e o cuidado digital, como o Gualin TTK, o Pretuguês e o Pajubá, além de promover uma troca cultural entre as pessoas na cryptorave. A língua portuguesa falada no Brasil já não é única, falamos vários modelos da língua imposta pela colonização,  então é possível imaginar alguma possibilidade de criação de linguagens de segurança?

Juntes queremos iniciar a organização de uma memória para as linguagens já existentes e também pensar novas possibilidades de linguagens que podemos subverter para usar na Internet e em manifestações/atos políticos nas cidades e nos campos por todo o Brasil. 

Voltemos às nossas bases!</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <attendee>Thiane Neves. Violeta Cunha, Ariel PImentel</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Programas performativos para re-captura</pentabarf:title>
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            <summary>Programas performativos para re-captura</summary>
            <description>Como podemos criar experimentos que evidenciem contradições, violências ou padrões dos espaços digitais que habitamos? Ou até, como criamos experimentos que ampliem e subvertam nossa atuação ou percepção nesses espaços? 

Programas performativos são instruções de performances - instruções para ações de forte carga simbólica e experiencial. Nas palavras de Eleonora Fabião: A prática do programa cria corpo e relações entre corpos; deflagra negociações de pertencimento; ativa circulações afetivas impensáveis antes da formulação e execução do programa. 

A partir de questões como o design persuasivo, sedução algorítmica, capitalismo de vigilância e captura da atenção, assim como de exemplos selecionado do campo da performance, esse é um convite para criarmos experimentos, a partir do conceito de programas performativos, que evidenciem, tensionem e/ou subvertam dinâmicas dos espaços digitais que habitamos. Ao final, a idéia é termos um compilado de programa possíveis (ou impossíveis), para depois, se quisermos, experimentarmos.</description>
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            <category>Instalações e intervenções artísticas</category>
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            <location>Terraço</location>
            
            <attendee>Karen Martini</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Baile Monstrans 2.0</pentabarf:title>
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            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Baile Monstrans 2.0</summary>
            <description>Etapa 1: Roda de Conversa 
Tema: Medos que atravessam as corpas LGBTQIAPN+, gestão de identidades e privacidade;
- Dinâmica: A roda será iniciada com a escuta de duas músicas que abordam o medo em um mundo de vigilância e controle. Em seguida, as pessoas participantes discutirão sobre suas estratégias de gestão de identidades na internet e como as subjetividades são construídas e capturadas em um contexto de capitalismo de vigilância, refletindo sobre os impactos da transfobia e da discriminação algorítmica.

Etapa 2: Confecção de Máscaras  
- Dinâmica: Conversa sobre a importância do reaproveitamento de resíduos.
Os participantes criarão máscaras que expressem suas subjetividades, utilizando materiais descartados,  que desafiem a captura de imagens faciais (como reflexos, texturas, padrões ou distorções). As máscaras podem revelar, despistar ou bagunçar a leitura de câmeras e algoritmos, questionando a centralidade do rosto como critério de existência.  

Etapa 3: Baile de Máscaras 
- Dinâmica: Os participantes usarão suas máscaras em um baile. O objetivo é poder performar outras identidades, ser, praticar e exercitar o que deseja a partir da construção da máscara.

Objetivos


1. Promover um diálogo sobre o medo que atravessam as (r)existências LGBTQIAPN+ em um contexto de vigilância digital e captura de dados que reproduz as mesmas opressões do mundo offline. Fomentar a discussão sobre capitalismo de vigilância, discriminação algorítmica e a importância da diversidade na segurança digital.  


2. Discutir o sistema insustentável do capitalismo, colonialismo, patriarcado que culmina com o excesso de produção, consumo e descarte.


3. Criar máscaras que subvertam a lógica de reconhecimento facial e classificação inclusive algorítmica, explorando novas formas de expressão subjetiva. Testar as máscaras em um ambiente de baile, refletindo sobre os limites da tecnologia na definição de normalidade e anormalidade.




---

Justificativa
Em uma sociedade cada vez mais plataformizada, onde os dados são capturados e comercializados de forma não transparente, corpos LGBTQIAPN+ são frequentemente classificados, controlados e excluídos por algoritmos transfóbicos e discriminatórios. A centralidade do rosto como critério de existência e normalidade reforça hierarquias opressivas, marginalizando identidades que fogem à norma. O Baile Monstrans propõe uma experiência lúdica e crítica, onde as pessoas participantes podem explorar suas subjetividades, desafiar a vigilância e refletir sobre estratégias de resistência e privacidade.</description>
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            <location>Terraço</location>
            
            <attendee>Rede Transfeminista de Cuidados Digitais</attendee>
            
            <attendee>MODATA USP</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Trilha Sonora Para um Baralho Viciado</pentabarf:title>
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            <summary>Trilha Sonora Para um Baralho Viciado</summary>
            <description>Nesta sessão comemorativa, apresentaremos como tudo começou, como desandou e como retornamos da rehabilitação do vício em jogatina pra compartilhar nossa experiência.

Da modelagem bem comportada de ameaças de segurança informacional prum jogo viciante da vida, o baralho conta com mais de 500 cartas psicopatografadas. Cada uma é um fragmento histórico garimpado nas notícias do dia a dia. O suco do Brasil (e do mundo) em cartas. Do Tiü França ao Elon Busk, a hiper-realidade continua a produzir novas figuras marcadas que tentam embaralhar nosso entendimento do que é ficção e do que é realidade, do que é fato e do que é foto, e do que é foda.

Dizem as más línguas que o baralho ainda pode ser encontrado em endereços duvidosos como [http://baralhov2quaf2kt7aqh46uysdnlxsy5afnsvpvfxt75olrg7wtpsfid.onion/](http://baralhov2quaf2kt7aqh46uysdnlxsy5afnsvpvfxt75olrg7wtpsfid.onion/).

Mas quem sabe faz ao vivo, e por isso esta edição exclusivíssima e inédita de contação de histórias terá acompanhamento sonoro de sintetizadores analógicos e digitais.

Infraestrutura básica e manual pra (des)construção de narrativas, em mais um mau agouro da série **&quot;Contos da Cripto&quot;**. Um momento de acolhimento de pessimistas otimistas e de otimistas pessimistas. Só aqui na CryptoGRave!

**Aviso:** Essa apresentação não usou ou usará &quot;IA&quot;. Os propositores são os únicos plagiadores de situações ou personagens meramente mais que fictícios.</description>
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            <category>Activity that takes 2 schedule slots</category>
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            <attendee>Gus</attendee>
            
            <attendee>Silvio Rhatto</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Atenção à atenção: denúncia e regeneração da atual economia atencional</pentabarf:title>
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            <summary>Atenção à atenção: denúncia e regeneração da atual economia atencional</summary>
            <description>Atenção, ou nossa qualidade de presença e relação, é a fonte de nossa percepção, pensamentos, e ações. E justamente por isso é o alvo de uma indústria trilionária de hipercomercialismo digital e monoculturas informáticas. Quão problemático é o fato de que o ninho de nossas subjetivações seja também uma coisa a ser capturada e convertida, comprada e vendida, como se fosse um botão de liga e desliga? Nesta atividade, iremos nos debruçar sobre os mecanismos que sistematicamente colonizam nossa atenção e consequentemente nossos seres. Em tempos de conversa sobre distração, solidão, ansiedade, é imperativo retornarmos nossa atenção à nossa atenção. E, assim, mergulharemos também em como podemos imaginar e experimentar toda uma diversidade de atenção que supera o senso comum que reduz atenção a focos tarefistas. Atenção é sensibilidade, é outridade, é coletividade, é entrega ao mundo. Atenção regenerativa! Onde estão nossos oásis e santuários onde podemos viver isso e como podemos co-criá-los? &quot;A quem disse que somos ilha, brilhamos constelação!&quot;</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Sala de Exposições</location>
            
            <attendee>asú mar</attendee>
            
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            <pentabarf:title>[Permanente] 7FF on€idia</pentabarf:title>
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            <summary>[Permanente] 7FF on€idia</summary>
            <description>Na antiga China a pele do tigre representava a “constância da mudança”, no mundo Maia no caminhar do Bolom Chon (jaguar) se liam constelações: dança do cosmos.
No filme se agrupam fluxos; onças pintadas, 7 pancadas, plantas-manchadas, onças-valor, aranha-flor. Matéria-energia-informação varia. Comunicação-ao lado, mais-valia de código. Commodities, bit coins, montanhas de dados.7FF On¢idia: impossibilia real da vida capital</description>
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            <category>Movie session</category>
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            <location>Saguão da estátua</location>
            
            <attendee>Ж</attendee>
            
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            <pentabarf:title>[Permanente] Bichinha do mangue</pentabarf:title>
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            <summary>[Permanente] Bichinha do mangue</summary>
            <description>o mangue é uma rede neuronal do vivo,
em contraposição à inteligência artificial AI,
rede que vive dos inputs
escritos em prompts
como traduzir o desejo?
o músculo é a revolta da concha geológica
as bocas também recriam os ventos
tudo sonha com a seiva
diz, uma voz aveludada e sem emoção
machine-voice
milhares de imagens-mercadoria
imagens brilhantes
o desejo de se converter em imagem
NarcosisGram InstaStories NarcosisTik TokStories
como traduzir o desejo?
a alquimia em tuas aguas
é profunda
dos sedimentos
água-viva,
diz</description>
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            <category>Movie session</category>
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            <location>Saguão da estátua</location>
            
            <attendee>Carla Lombardo</attendee>
            
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            <pentabarf:title>[Permanente] Nuvens Interativas: Mensagens de Privacidade, Segurança e Liberdade</pentabarf:title>
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            <summary>[Permanente] Nuvens Interativas: Mensagens de Privacidade, Segurança e Liberdade</summary>
            <description>Duração: Disponível durante todo o evento

Formato: Painel Interativo com Dobraduras

Descrição: A atividade propõe um espaço artístico e interativo no evento, com a instalação de um painel composto por cerca de 200 dobraduras em formato de nuvem. Dispostas em uma parede, essas dobraduras formam um mosaico visual impactante, com as nuvens representando o conceito de armazenamento de dados na era da computação em nuvem.

Cada dobradura contém uma mensagem reflexiva sobre privacidade, segurança e liberdade digital, convidando os visitantes a interagirem com o painel, manipulando as nuvens para descobrir os textos escondidos. As mensagens abordam temas como criptografia, autonomia nas redes e o papel de cada indivíduo na preservação da liberdade e dos direitos digitais.

A atividade tem como objetivo despertar a curiosidade, engajar os participantes e disseminar conhecimento de maneira acessível e criativa. Além de fomentar discussões, o painel funciona como uma metáfora visual para a necessidade de explorar e proteger os espaços digitais que construímos.

Essa proposta combina arte, tecnologia e educação, alinhando-se aos princípios da CryptoRave de disseminação colaborativa de ideias e práticas em torno da privacidade e segurança digital.</description>
            <class>PUBLIC</class>
            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Instalações e intervenções artísticas</category>
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            <location>Espaço de convivência</location>
            
            <attendee>ROMÊNIA NORIKO ISHIYAMA</attendee>
            
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            <pentabarf:title>[Permanente] Stand para o Núcleo de Tecnologia do MTST</pentabarf:title>
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            <summary>[Permanente] Stand para o Núcleo de Tecnologia do MTST</summary>
            <description>Nós do Núcleo de Tecnologia do MTST gostariamos de um stand para nos aproximar das pessoas participantes do evento. Ofereceriamos ao público a nossa cartilha de Soberania Digital Popular a partir do movimento sociais (https://nucleodetecnologia.com.br/cartilha/), além de adesivos e bottons. Gostariamos de fazer sorteio de outras coisas como camisetas, livros e o que mais pudermos levar que tenha a ver com o evento. O stand seria um espaço para conversar com o público, apresetnação dos nossos projetos de forma mais estruturada e um espaço de discussão e construção de relações.</description>
            <class>PUBLIC</class>
            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <attendee>Alexandre Zago Boava</attendee>
            
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            <pentabarf:title>[Permanente] Nuvens Interativas: Mensagens de Privacidade, Segurança e Liberdade</pentabarf:title>
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            <summary>[Permanente] Nuvens Interativas: Mensagens de Privacidade, Segurança e Liberdade</summary>
            <description>Duração: Disponível durante todo o evento

Formato: Painel Interativo com Dobraduras

Descrição: A atividade propõe um espaço artístico e interativo no evento, com a instalação de um painel composto por cerca de 200 dobraduras em formato de nuvem. Dispostas em uma parede, essas dobraduras formam um mosaico visual impactante, com as nuvens representando o conceito de armazenamento de dados na era da computação em nuvem.

Cada dobradura contém uma mensagem reflexiva sobre privacidade, segurança e liberdade digital, convidando os visitantes a interagirem com o painel, manipulando as nuvens para descobrir os textos escondidos. As mensagens abordam temas como criptografia, autonomia nas redes e o papel de cada indivíduo na preservação da liberdade e dos direitos digitais.

A atividade tem como objetivo despertar a curiosidade, engajar os participantes e disseminar conhecimento de maneira acessível e criativa. Além de fomentar discussões, o painel funciona como uma metáfora visual para a necessidade de explorar e proteger os espaços digitais que construímos.

Essa proposta combina arte, tecnologia e educação, alinhando-se aos princípios da CryptoRave de disseminação colaborativa de ideias e práticas em torno da privacidade e segurança digital.</description>
            <class>PUBLIC</class>
            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Instalações e intervenções artísticas</category>
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            <location>Espaço de convivência</location>
            
            <attendee>ROMÊNIA NORIKO ISHIYAMA</attendee>
            
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            <pentabarf:title>[Permanente] Install Fest</pentabarf:title>
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            <summary>[Permanente] Install Fest</summary>
            <description>Sistemas operacionais proprietários sempre foram instrumentos de imposição de ideias na forma de um produto. Com a consolidação de um mercado hegemônico por parte de grandes corporações e a prevalência do capitalismo de vigilância, tornaram-se importantes ferramentas de controle e monitoramento em massa.Sistemas operacionais proprietários sempre foram instrumentos de imposição de ideias na forma de um produto. Com a consolidação de um mercado hegemônico por parte de grandes corporações e a prevalência do capitalismo de vigilância, tornaram-se importantes ferramentas de controle e monitoramento em massa.

Com a dominação deste mercado por alguns poucos atores e a consequente relação de dependência criada para com seus produtos, empresas como Apple e Microsoft impõem a seus clientes diversos mecanismos de controle que visam fortalecer e garantir sua posição de poder. Estes mecanismos vão desde a opacidade quanto ao funcionamento destes sistemas e a difícil e/ou limitada modificação dos mesmos por parte de quem os utiliza, até complexos sistemas de coleta de dados e metadados em massa.

O domínio é tanto que novas imposições como, obrigatoriedade de criação de contas nestas empresas para uso pleno do sistema operacional, obsolescência programada por decisões arbitrárias quanto a compatibilidade de hardware e até mesmo veiculação de anúncios diretamente no sistema operacional são simplesmente apresentados por estas empresas como novos fatos e características a serem engolidos por quem quiser continuar a usar seus produtos.

O mais recente e preocupante exemplo é a imposição ostensiva de recursos voltados à inteligência artificial generativa de forma integrada aos sistemas operacionais. Uma tendência que aponta para um caminho cada vez menos sustentável e de menos autonomia digital.

Mas é importante saber que existem alternativas! Uma delas é o uso de sistemas operacionais baseados em Linux. Dos quais existem diversas variações e distribuições.

Estes sistemas funcionam de acordo com uma lógica distinta do capitalismo de vigilância, não dependendo da venda de dados, produtos ou da obsolescência programada - Inclusive podendo dar vida nova àquela sua máquina que está quase indo para o lixo, pois te impedem de atualizar o software - São bem mais flexíveis e suportam hardwares dos mais diversos, podendo ser modificados para que atendam a diferentes públicos com diferentes necessidades. São sistemas baseados em sua maioria em software livre que permitem uma maior liberdade e autonomia em relação as suas interações diárias com o mundo digital.

Se interessou? Então temos algumas informações importantes sobre o espaço do InstallFest e sobre algumas coisas que você precisa se atentar antes de colar no espaço com a sua máquina. Pedimos que leia com atenção o documento que se encontra aqui -&gt; https://we.riseup.net/cryptorave/installfest-2025

Estaremos te esperando para lhe ajudar a libertar sua máquina! ♡</description>
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            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Activity that takes 2 schedule slots</category>
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            <location>Install Fest</location>
            
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            <pentabarf:title>Finanças descentralizadas: sistemas locais, moedas sociais e economia de festival</pentabarf:title>
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            <summary>Finanças descentralizadas: sistemas locais, moedas sociais e economia de festival</summary>
            <description>&quot;Liberdade sem [...] é privilégio, injustiça&quot;

Para muitos, o uso de tecnologia centralizada é necessidade econômica e social, enquanto produtores (no trabalho, escola) ou consumidores (fazer pagamentos, encontrar produtos). Não dá pra falar de liberdade sem olhar para a tecnologia no processo de produtivo e, por extensão, na moeda.

A moeda surge como instrumento de controle centralizado de Estado, e muitas dessas características se mantém nas chamadas finanças descentralizadas. Porém, a descentralização pode ir muito além disso. No Brasil, há centenas de moedas sociais, bancos locais, bancos municipais que buscam um sistema financeiro capaz de atender às necessidades de uma comunidade.

O Credit Commons estendem a própria noção do que pode ser uma moeda, com unidades como eletricidade, horas de trabalho, meses de moradia. Define limites de crédito e permite que negócios liquidem negociações sem utilizar moeda. E o Credit Commons Protocol permite que os grupos se conectem como nós de uma árvore para criar estruturas econômicas complexas em larga escala.

Projetos como ValueFlows, hREA, Sensorica/OVNs vão além de negociar produtos, pensando em como é possível criar redes econômicas descentralizadas para coordenar também o processo produtivo em si, Incluindo a possibilidade de criar e adequadamente manter bens comuns e não domínios. Existem diversos sistemas de decisão participativa, como Loomio e Pol.is, que poderiam se integrar ao processo.

Até então, assumimos redes relativamente estáveis e contínuas. Mas essas tecnologias permitem também redes complexas para colaboração temporária, que podem ser aplicadas tanto para eventos como a CryptoRave como para criações tangíveis (e.g. casas) ou intangíveis (e.g. software livre). A tudo isso eu chamo de festival, e pode ter a capacidade única de criar algo sem deixar como legado dívidas ou estruturas autoritárias. Os trabalhadores podem conseguir gerir uma fábrica, mas a comunidade consegue construir uma? 

Resumindo, existe um campo vasto de experimentação financeira e organizacional acontecendo. O objetivo da atividade é dar uma visão geral desse campo, discutir aspectos políticos e tecnológicos e possíveis implementações práticas. Um exemplo seria a replicação do sistema de incentivos da CR no Catarse usando Holochain/hREA com moeda temporária que funciona até sem internet e permitiria uma participação descentralizada e maior flexibilidade no fundraising. 

Nesse campo, é comum criar câmaras de eco em torno de &quot;soluções perfeitas&quot; e depois ir atrás do problema pra resolver. E a CryptoRave é um lugar que concentra exatamente o tipo de grupo que poderia se beneficiar dessas meta-estruturas ou imediatamente perceber os empecilhos práticos que enfrentariam. Sendo assim, meu objetivo é expor brevemente as ideias e abrir espaço para discussões.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Tula Pilar</location>
            
            <attendee>Thiago</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Atacando IA generativa com Filosofia e Sociologia</pentabarf:title>
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            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Atacando IA generativa com Filosofia e Sociologia</summary>
            <description>Analisar como a IA pode ser &quot;enganada&quot; através de interações focadas no comportamento humano destaca os desafios da nossa relação com a tecnologia. Iremos falar como a &quot;Modernidade Líquida&quot; de Zygmunt Bauman mostra sinais de que nenhuma inteligência artificial está livre de ataques bem sucedidos. Iremos conversar também sobre o DeepSeek e seu impacto no desenvolvimento de GenAI. Encerramos mostrando casos práticos de como uma GenAI pode ser utilizada de forma indevida e &quot;possivelmente&quot; ser enganada. Lembrando que quando uma GenAI é enganada estamos abrindo um problema que impacta milhões de pessoas ao mesmo tempo.</description>
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            <location>Tula Pilar</location>
            
            <attendee>Pedro Bezerra</attendee>
            
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            <pentabarf:title>A intersecção entre arte e IA generativa: um poderoso instrumento de resistência cultural, resgate histórico e ressignificação de narrativas</pentabarf:title>
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            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>A intersecção entre arte e IA generativa: um poderoso instrumento de resistência cultural, resgate histórico e ressignificação de narrativas</summary>
            <description>Pesquiso sobre o uso de IA generativa para criação de deep fakes e desinformação e o quanto isso gera implicações negativas para a sociedade, porém recentemente fui à exposição da Giselle Beiguelman, que trata sobre “(plantas e mulheres) venenosas, nocivas e suspeitas&quot; onde ela apresenta uma proposta inovadora ao combinar arte digital com IA generativa para homenagear cientistas, botânicas e artistas que foram recriadas digitalmente em retratos fictícios, utilizando IA para imaginá-las em idades avançadas – uma forma de confrontar tanto o etarismo quanto o apagamento histórico. Essa intersecção entre arte e IA generativa me encantou e me mostrou como isso pode se tornar uma ferramenta potencial de resistência cultural, mostrando como esse tipo de tecnologia pode ser aplicada de forma benéfica e criativa. Neste contexto a IA generativa além de ferramenta torna-se um meio para ampliar e democratizar a arte, conectando histórias do passado às sensibilidades do presente. No caso dessa exposição, a IA não foi usada apenas para criar imagens; ela foi um veículo para dar visibilidade a trajetórias femininas marcadas por lutas, exclusões e silenciamentos de maneira criativa, acessível e impactante, tornando o uso desse tipo de tecnologia um ato de resistência cultural ao reescrever a história com justiça. Com avanços em modelos generativos e processamento de imagens, o potencial para contar histórias não contadas é ilimitado. Mais do que recriar rostos, é possível recriar narrativas, e dessa forma desafiar preconceitos e promover inclusão. Portanto, o objetivo desta palestra é discutir como a IA está sendo utilizada como um meio para reconfigurar narrativas e expandir os limites da criatividade humana, apresentando exemplos concretos de artistas e projetos que estão utilizando IA para inovar na produção cultural, criando obras que desafiam o conceito de arte tradicional. Também discutiremos como podemos equilibrar a automação e a criatividade humana para que a IA seja uma ferramenta de ampliação da expressão artística, e não um substituto da genialidade humana. Além disso, esta palestra também é um convite para refletirmos sobre o futuro da arte na era da IA e como podemos usar essa tecnologia para tornar o mundo criativo mais acessível, inclusivo e inovador.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Tula Pilar</location>
            
            <attendee>CARLA OLIVEIRA SANTOS</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Neutralidade Tecnológica em Xeque: Desconstruído o Discurso Tecnocrático</pentabarf:title>
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            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Neutralidade Tecnológica em Xeque: Desconstruído o Discurso Tecnocrático</summary>
            <description>O workshop se divide em dois momentos, sendo o primeiro uma atividade prática que tem como objetivo engajar os participantes a identificarem e refletirem sobre o enviesamento em tecnologias de Inteligência Artificial aplicadas a tarefas de interpretação textual. Em um segundo momento, contará com uma discussão de pessoas de diferentes áreas do conhecimento, facilitando um debate com os participantes sobre as percepções obtidas da atividade e possíveis desdobramentos éticos, sociais e políticos no uso de tecnologias de IA sem prévio conhecimento sobre sua construção e aplicação.

A atividade se desdobra a partir de uma prévia coleta e análise de notícias sobre os posicionamentos de Big Techs desde a eleição do então presidente Donald Trump (Nov 2024 - Abril 2025). A análise abrange notícias de diferentes meios de comunicação (tradicionais ou não), contendo textos em inglês que foram traduzidas para o português e também aqueles que originalmente foram escritos em português. As Ferramentas utilizadas serão ChatGPT e Gemini.

A partir de uma seleção de notícias também analisadas na coleta anterior, os participantes, divididos em grupos, serão convidados a realizar a mesma tarefa que foi aplicada a IA. O objetivo é identificar a partir de categorias de interpretação textual pré estabelecidas pelas facilitadoras, os elementos narrativos principais dos textos apresentados. Logo após o fim da análise, os participantes serão convidados a compartilharem os principais achados do texto baseados nas categorias de análise oferecidas. Vale notar, que para a realização da atividade os participantes não saberão que a mesma notícia que foi lida e interpretada pelos mesmos foram igualmente analisadas por uma IA.

Após o fim da primeira atividade, será realizada uma breve explicação aos participantes, na qual a cientista da computação Nina da Hora responsável pela aplicação da ferramenta de IA nos textos, abordará o método e ferramenta utilizados para a análise e explicará aos presentes que o objetivo da próxima discussão será fazer uma análise crítica comparativa em grupo entre os achados dos participantes com o que foi identificado pela IA.</description>
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            <category>Activity that takes 2 schedule slots</category>
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            <attendee>Leticia Hora</attendee>
            
            <attendee>Nina da Hora</attendee>
            
            <attendee>Carolina Parreiras</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Condições Sociotécnicas do Genocídio Palestino</pentabarf:title>
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            <summary>Condições Sociotécnicas do Genocídio Palestino</summary>
            <description>O uso de inteligência artificial na guerra, acompanha o desenvolvimento de ciberarmas e dispositivos não tripulados, operados remotamente ou por i.a., que servem a vários fins: desde o vigilantismo em massa à decisão de um drone executar ou não um alvo humano. O exemplo atual de uso da I.A. Lavender, utilizada pelos militares israelenses, para reconhecimento de alvos palestinos, reforça a necessidade de compreensão destas tecnologias. Neste sentido, propomos analisar as relações entre inteligência artificial, ciberguerra, dentro do fenômeno do colonialismo digital. Têm sido cada vez mais frequentes as notícias de uso de I.A.s em guerras, assim como ciberataques, e os primeiros de grande potencial destrutivo foram executados pelos vírus Flame, StuxNet, Duqu e Gauss, que foram utilizados no início da década de 2010, para sabotar  o programa nuclear iraniano.
Em 1925, Walter Benjamin escreveu o ensaio As armas do futuro: Batalhas com cloroacetofenona, difenilamina cloroarsina e sulfeto de dicloroetila, analisando as novas dinâmicas sociais oriundas do terror químico das novas armas, apresentadas na I Guerra Mundial (1914-1918). Em 1959, Fanon estudou as tecnologias da guerra colonial, desde o jamming - na guerra eletrônica dos militares franceses contra o povo argelino, passando pela guerra de informação nas mídias, até mesmo o uso da medicina, como elemento para potencializar a efetividade das sessões de tortura.
Desde a época do escândalo Snowden, os dispositivos de vigilantismo evoluíram do Cyclone Hx9 da NSA ao Pegasus da NSO e ao uso da I. A. de reconhecimento como Lavender, as ciberarmas de vigilantismo digital se desenvolveram a níveis que permitem vigiar e controlar dissidentes, jornalistas e possíveis whistleblowers, além de seu uso para espionagem industrial e seleção de alvos para “neutralização” (assassinato seletivo). O software Pegasus, da empresa israelense NSO, e um similar da corporação emiradense DarkMatter chegaram a ser negociados por membros da equipe de marketing do Governo Bolsonaro, para captura de informações e dados. A ferramenta de monitoramento permite a captação de todos os dados e metadados de smartphones, facilitando também o uso de microdirecionamento com big data. Assim, o uso destas tecnologias em cenários de guerra, passam ao uso em massa nas sociedades, como o exemplo do reconhecimento facial no Brasil.</description>
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            <pentabarf:title>ALÉM DAS BIG TECHS: UMA INFRAESTRUTURA SOBERANA, DISTRIBUÍDA E PARTICIPATIVA PARA O APRENDIZADO DE MÁQUINA</pentabarf:title>
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            <summary>ALÉM DAS BIG TECHS: UMA INFRAESTRUTURA SOBERANA, DISTRIBUÍDA E PARTICIPATIVA PARA O APRENDIZADO DE MÁQUINA</summary>
            <description>A apresentação trará a proposta de uma infraestrutura para o treinamento de machine learning que seja distribuída em milhares de máquinas de apoiadores voluntários, com alto nível de segurança e proteção da privacidade. Em vez de apostarmos na concentração de poder computacional em um único espaço, como os Data Centers de hiperescala,  queremos utilizar o processamento distribuído envolvendo os computadores de participantes que doem um tempo ocioso de seus computadores para treinar modelos de aprendizado de máquina.

A computação participativa distribuída é inspirada em projetos de computação em grade (grid), tal como o projeto seti@home e o software BOINC. Além disso, existe a possibilidade de treinamento não centralizado de modelos de aprendizado de máquina, tais como, a ferramenta  PySyft que permite utilizar informações não públicas, sem ver nem obter uma cópia dos dados em si. Para integrar o rol de possibilidades, temos ainda os projetos de  Aprendizado Federado (FL) que desacoplaram a capacidade do aprendizado de máquina da necessidade de armazenar os dados na nuvem.</description>
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            <attendee>Sergio Amadeu da Silveira</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Desafios na formação continuada de Cultura de Segurança para grupos que visam a transformação social</pentabarf:title>
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            <summary>Desafios na formação continuada de Cultura de Segurança para grupos que visam a transformação social</summary>
            <description>Formato: Apresentação sobre a Segurança de Pés Descalços, seguida de uma Roda de Conversa.

Público alvo: coletivos que atuam na difusão de cultura de segurança, movimentos sociais, pessoas interessadas em debater estratégias educativas que visem a descentralização e a autonomia.</description>
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            <location>Tula Pilar</location>
            
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            <pentabarf:title>LANÇAMENTO DO GUIA DO PODCAST TECNOPOLÍTICA</pentabarf:title>
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            <summary>LANÇAMENTO DO GUIA DO PODCAST TECNOPOLÍTICA</summary>
            <description>A ideia é expor o que é e como funciona do podcast Tecnopolítica. Em seguida será lançado o Guia e colocado alguns exemplares à venda. O objetivo é divulgar o podcast Tecnopolítica que ultrapassou 240 episódios. O podcast busca decodificar e desmistificar a tecnologia, mostrando suas implicações políticas, ideológicas e sociais. Os recursos arrecadados com o Guia do Tecnopolítica permitirão manter o projeto que começou no final de 2018.</description>
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            <location>Tula Pilar</location>
            
            <attendee>Sergio Amadeu da Silveira</attendee>
            
            <attendee>Yanca Palumo</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Criptografia pós-quântica, os mitos e as oportunidades</pentabarf:title>
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            <summary>Criptografia pós-quântica, os mitos e as oportunidades</summary>
            <description>Durante minha carreira, sempre tive foco em criptografia aplicada. Nos últimos anos, desenvolvi um interesse por criptografia pós-quântica, mas com um olhar cético ou, melhor dizendo, prático. Tive a oportunidade de estar na conferência da Qualcomm quando a Dra. Chen anunciou, pela primeira vez, as recomendações do NIST sobre os algoritmos que devem ser utilizados. Na ocasião, participei de debates sobre os prós e contras da abordagem adotada pelo NIST.

A verdade é que existem muitos mitos sobre computadores quânticos e um grande alarde sobre sua capacidade de &quot;quebrar&quot; a criptografia atual. Meu principal objetivo aqui é trazer clareza sobre o cenário atual e o futuro próximo, ajudando a audiência a entender o panorama e decidir, com base nas necessidades específicas de suas empresas, se vale a pena começar a adotar os novos métodos.

Além da parte técnica, vou abordar as oportunidades de marketing associadas ao tema. Assim como o termo &quot;criptografia militar&quot; foi explorado no passado, &quot;criptografia quântica&quot; tem se tornado um atrativo estratégico para alavancar produtos – algo que até o próprio CEO da Cisco, presente no evento mencionado, reconheceu como a principal vantagem atual dessa tecnologia.

Para equipar a audiência com as informações necessárias para uma decisão bem fundamentada, abordarei o processo do NIST para padronização, as falhas de segurança identificadas, os motivos da mudança (quais algoritmos estão mais vulneráveis), o quão distante estamos da necessidade urgente de adaptação, e os casos reais, especialmente envolvendo falhas criptográficas. Também destacarei como o marketing pode ser aproveitado nesse contexto.

Na conclusão, trarei minha opinião pessoal, embasada em cases, artigos e especialistas, de que a maioria das empresas ainda não utiliza a criptografia tradicional de maneira correta e que uma mudança apressada pode gerar mais problemas do que soluções. No entanto, como ferramenta de marketing, estamos num momento muito oportuno para essa transição.

Por fim, irei demonstrar como grande parte do que é veiculado na mídia sobre o tema é exagerado ou até mesmo falso. E, caso decidam migrar da criptografia tradicional para a pós-quântica, apresentarei um roadmap sólido para orientar o processo.

Muito obrigado!</description>
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            <location>Ian Murdock</location>
            
            <attendee>Ramiro Pozzani</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Programação e Software Livre: Experiência em Ação</pentabarf:title>
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            <summary>Programação e Software Livre: Experiência em Ação</summary>
            <description>Esta palestra oferece uma introdução às principais liberdades do software livre e à diferença entre software livre e código aberto. Compartilharemos experiências de contribuição com a comunidade, desde desenvolvimento de código e relatórios de bugs até tradução e divulgação de projetos.</description>
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            <location>Ian Murdock</location>
            
            <attendee>Lucas Dias</attendee>
            
            <attendee>Igor Giamoniano</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Acha Spyware – Democratizando a Análise Forense Consentida e a Detecção de Spywares no Contexto Brasileiro.</pentabarf:title>
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            <summary>Acha Spyware – Democratizando a Análise Forense Consentida e a Detecção de Spywares no Contexto Brasileiro.</summary>
            <description>A palestra apresentará a proposta e o desenvolvimento da Ferramenta de Acha Spyware, baseada na Mobile Verification Toolkit (MVT), um projeto open source reconhecido por sua eficácia na detecção de spywares e outras ameaças digitais. Originalmente, a MVT funcionava apenas por linha de comando, o que dificultava seu uso por pessoas sem conhecimento técnico. A Acha Spyware foi criada para tornar essa tecnologia mais acessível, adaptando-a ao contexto brasileiro e democratizando o acesso à análise forense consentida de dispositivos móveis.

Desenvolvida com tecnologias simples como HTML, CSS e JavaScript, a Acha Spyware oferece uma interface gráfica intuitiva que roda localmente no computador do usuário, sem necessidade de internet ou servidores externos. Isso garante que todos os dados analisados permaneçam no dispositivo da própria pessoa, assegurando maior privacidade e segurança. A ferramenta permite a verificação de processos em execução, auditoria de permissões e o monitoramento de atividades suspeitas. Atualmente, a Acha Spyware está em fase experimental e de testes, com funcionalidades em desenvolvimento — incluindo, futuramente, a geração de relatórios em PDF com indicadores de comprometimento, que poderão ser compartilhados com técnicos de confiança.

O projeto é voltado a jornalistas, ativistas, lideranças de movimentos sociais e organizações da sociedade civil — pessoas que frequentemente são alvos de vigilância e ataques cibernéticos. Ao simplificar o uso de ferramentas de análise forense, a Acha Spyware busca empoderar esses grupos, oferecendo uma alternativa acessível e segura para verificar possíveis ameaças em seus dispositivos móveis.

A Acha Spyware está sendo desenvolvida pela organização sem fins lucrativos Todas as Letras, que atua na promoção de projetos de inclusão e direitos digitais, com foco na população LGBTI+ e mulheres. A iniciativa reflete o compromisso da organização em fortalecer a proteção digital de comunidades vulneráveis, com soluções pensadas para realidades diversas.

O projeto foi finalista na seleção Malhas, edital promovido pela Associação Data Privacy Brasil de Pesquisa, que apoia propostas inovadoras na área de proteção de dados e justiça digital. Durante a palestra, serão discutidos os impactos sociais da ferramenta, seus próximos passos e a estratégia de formação de usuários por meio de treinamentos gratuitos no canal do YouTube da organização.

Após a apresentação da história e proposta da ferramenta, haverá uma atividade complementar chamada “Tem spyware no meu celular? Verificação na prática”, aqui no evento CryptoRave. Nessa oficina, o público poderá ver a a ferramenta &quot; Acha Spyware&quot;  funcionamento, tirar dúvidas e acompanhar de perto o desenvolvimento e as atualizações da ferramenta.</description>
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            <location>Ian Murdock</location>
            
            <attendee>Thaly</attendee>
            
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            <pentabarf:title>O paradoxo da proteção infantil: os riscos das medidas de segurança online para meninas e crianças queer</pentabarf:title>
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            <summary>O paradoxo da proteção infantil: os riscos das medidas de segurança online para meninas e crianças queer</summary>
            <description>Leis e normas de diferentes países, com o intuito de proteger crianças e adolescentes no ambiente digital, frequentemente buscam restringir o acesso a conteúdos nocivos e prejudiciais. No entanto, em um esforço excessivo para &quot;proteger&quot; esses jovens, o conceito de conteúdo inadequado pode ser expandido de forma a comprometer direitos fundamentais, como o acesso à informação, à liberdade de expressão, à associação pacífica e à participação na vida pública. Essas iniciativas, muitas vezes, são impulsionadas por grupos políticos que aproveitam o discurso da proteção infantil para implementar medidas alinhadas a uma visão conservadora.

Neste contexto, leis propostas no Norte Global, com o objetivo de enfraquecer a segurança dos dispositivos digitais, podem gerar um efeito dominó. A influência geopolítica dessa região pode impactar outros países, e o enfraquecimento da segurança em um local pode aumentar os riscos em outros. Tais medidas representam uma ameaça ainda maior para jovens em situação de vulnerabilidade, como meninas e pessoas LGBTQIA+.

O Online Safety Act (Reino Unido) é um exemplo claro desse risco. A lei propõe o escaneamento de mensagens privadas, a fim de detectar materiais de abuso sexual infantil, enfraquecendo a criptografia de ponta-a-ponta. O Chat Control, proposto pela União Europeia, segue a mesma direção, embora ainda não tenha sido aprovado. Nos Estados Unidos, o Kids Online Safety Act também é motivo de preocupação. Sua amplitude e vaguidade podem aumentar os riscos de censura de conteúdos informativos sobre gênero e sexualidade.

Os alvos mais frequentes dessas iniciativas são temas relacionados à educação e saúde sexual, especialmente no que diz respeito às meninas, e as expressões de gênero que fogem da heterocisnormatividade. Essas medidas, sob o pretexto de proteger, podem agravar desigualdades sociais preexistentes, afastando a possibilidade de uma vida digna para corpos e subjetividades já marginalizados e violentados.

No Brasil, a Resolução 245 do CONANDA representa um avanço significativo. Contudo, seu artigo 18 gera preocupações semelhantes, pois coloca a proteção de crianças e adolescentes acima de qualquer consideração técnica. O enfraquecimento da segurança digital pode colocá-los em risco de contato com criminosos e abusadores, além de expô-los a conteúdos nocivos. Os projetos de lei 2628/2022 (sobre proteção digital de crianças e adolescentes) e 4/2025 (reforma do Código Civil) também visam melhorias, mas levantam questões ao não definirem claramente quais conteúdos e serviços são inadequados para esse público, abrindo espaço para a censura de informações que crianças e adolescentes têm o direito de acessar.</description>
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            <location>Ian Murdock</location>
            
            <attendee>Pedro Silva Neto</attendee>
            
            <attendee>Marcos Cesar</attendee>
            
            <attendee>Rhaiana Caminha Valois</attendee>
            
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            <pentabarf:title>LLMs -Distribuido, prática ao político!</pentabarf:title>
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            <summary>LLMs -Distribuido, prática ao político!</summary>
            <description>Exemplos de aplicação.

Descrever técnicamente como funciona LLMs:
- Arquitetura transformers.
- Reiforce learning.

Hackeando o Deepseek.
- Rodando local.
- Rodando distribuido.
- Fine-tunning

Outras práticas e tecnicas emergentes.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Ian Murdock</location>
            
            <attendee>PC</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Laboratório de Educações Emancipadoras Sociodigitais</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
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            <summary>Laboratório de Educações Emancipadoras Sociodigitais</summary>
            <description>Essa atividade acontecerá no formato de bate-papo, iniciando com uma partilha de aproximadamente 30 minutos sobre os elementos estruturantes no Laboratório de Educações Emancipadoras Sociodigitais (Labees) e um histórico das ações ocorridas até o momento. Após isso, teremos um momento de partilha das experiências, feita pelos participantes nessa edição do Laboratório. Na sequência, os/as presentes serão motivados/as a partilharem suas percepções, sugestões e críticas, para que assim, possamos amadurecer na compreensão e coconstrução dos elementos que podem compor o fazer educação emancipadora em nossas sociedades digitalizadas.</description>
            <class>PUBLIC</class>
            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Activity that takes 2 schedule slots</category>
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            <location>Ian Murdock</location>
            
            <attendee>Alexandre Garcia Aguado</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Internet propriamente dita: nascimento, apogeu e morte</pentabarf:title>
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            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Internet propriamente dita: nascimento, apogeu e morte</summary>
            <description>Hippies universitários da Califórnia financiados por um orçamento militar numa resposta estadunidense à derrota que Sputnik representou ao capitalismo. Desse berço a internet deixou de ser apenas um meio de comunicação e se tornou um elemento central da tecnologia, da política, da economia e das relações humanas. Controlar a internet é por tabela controlar a humanidade. Diante dessa constatação, agentes políticos e econômicos têm alvejado a rede mundial de computadores com ataques que a limitam, descaracterizam e a minorizam.

Como a compreensão do que é a internet como infraestrutura e o seu funcionamento exigem profundo conhecimento técnico, tais agentes inimigos da internet não tem encontrado resistência. Embora sua governança se dê por ONGs, é fácil confundir as empresas que nos dão acesso à internet como a internet propriamente dita. Como muitos serviços por ela providos não envolvem pagamento imediato e nota fiscal, alguns chegam a confundi-la como uma obra pública, mantida pelo tesouro público, tão quanto rua, praças e rodovias. Há muitos que falam em nome das aplicações que a internet dá suporte, mas poucos falam em nome da internet propriamente dita.

Percorreremos juntos nessa apresentação sobre nascimento, apogeu e morte da internet pelos elementos que escapam do conhecimento do internauta comum para que ele possa se reapropriar e defender a internet. Se perceberem como usuários e não como consumidores da internet. Entenderem o quão são corresponsáveis por ela.

Por fim, as maiores ameaças à existência da internet que conhecemos serão apresentadas para que uma vez conhecidas, possamos atuar juntos para neutralizá-las: o crescimento do narcoestado no setor de telecomunicações, as práticas anticompetitivas de fair share e zero rating, a formação de monopólios sobre serviços e protocolos, as novas propostas de legislação que podem inviabilizar a livre conversa pela internet.</description>
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            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Ian Murdock</location>
            
            <attendee>Thiago Ayub</attendee>
            
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            <pentabarf:event-slug>-F787NU</pentabarf:event-slug>
            <pentabarf:title>Infraestruturas de ensino popular: Afeto, metodologia e ação. Como guiar um ensino de tecnologia que seja crítico e emancipador.</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
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            <summary>Infraestruturas de ensino popular: Afeto, metodologia e ação. Como guiar um ensino de tecnologia que seja crítico e emancipador.</summary>
            <description>Em uma realidade onde o conflito de interesses entre o setor público e privado afeta diretamente os comos e porquês do ensino de tecnologia no Brasil, movimentos sociais e ativistas surgem com novos olhares para o assunto. 
Em busca de metodologias que sejam envolventes ao mesmo tempo que emancipadoras, educadores surgem com dinâmicas baseadas no afeto como motor de aprendizado contínuo. Baseados nesta perspectiva, as formas mecânicas e com baixo engajamento encontradas em guias como a BNCC, dão lugar a atividades lúdicas e a importância dos saberes ancestrais como base. 
Nesta atividade exploraremos desde os motivos de se aprender e como aprendemos, até as conexões, muita das vezes ignoradas, relacionadas aos afetos envolvidos no processo. Marcadores como território, acesso, faixa etária e demarcações de raça e gênero são usados como catalisadores para aproximar educador e educando de forma sincera e efetiva. 
Com base na Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire, a atividade visa dar enfoque à realidade concreta dos sujeitos e valorizar seus saberes. Buscando caminhar para uma educação tecnológica emancipadora que almeje não só o desenvolvimento da autonomia, mas também o desenvolvimento do pensamento crítico, antirracista, feminista, anti-LGBTQIA+fóbico, visando a construção de uma sociedade mais justa e democrática.
Como forma de conhecer melhor esse tipo de metodologia contaremos com a presença e exposição sobre o projeto TecnoAncestral, conduzido pelo C-Partes (Centro de Pesquisa e Ativismo de Rondônia sobre Tecnologia, Estado e SocioBiodiversidade) com apoio da ReFarma, que realizou um trabalho de campo focado nestes pilares junto à juventude de uma comunidade ribeirinha de Porto Velho-RO. Ademais, será proposta uma atividade conjunta em que provocaremos o público a questionar como aprendem, com quem aprendem e os motivos de aprenderem, como forma de reflexão ativa sobre o assunto, além de promover o debate.</description>
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            <category>Activity that takes 2 schedule slots</category>
            <url>https://cpa.cryptorave.org/cryptorave-2025/talk/F787NU/</url>
            <location>Ian Murdock</location>
            
            <attendee>Marcela da Silva Canto Bastos</attendee>
            
            <attendee>Lari Milhorance</attendee>
            
            <attendee>Bianca Galvão</attendee>
            
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            <pentabarf:event-slug>-YJJDHN</pentabarf:event-slug>
            <pentabarf:title>Paternidade Hacker - Como mantenho minha filha longe dos algoritimos das Big Techs</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Paternidade Hacker - Como mantenho minha filha longe dos algoritimos das Big Techs</summary>
            <description>Nessa oficina, vou abordar o uso de algumas ferramentas e técnicas para provisionar seu próprio servidor de media doméstico com controle parental para manter as crianças e adultos a salvo das recomendações das Big Techs como Youtube, Netflix, Amazon, Disney e outras.
Ferramentas utilizadas:

1 Computador/Notebook antigo com processador core2duo ou superior e ao menos 2GB de memória ram e 40GB de armazenamento (vale usar um Raspberry Pi 3 ou superior, um Orange Pi ou outro similar).

Sistema Operacional DietPi - https://dietpi.com/ - rola de fazer com raspian, debian, ubuntu ou qualquer outro Linux, mas o DietPi ajuda nos pacotes pré compilados e scripts.

Transmission - https://transmissionbt.com/ - para baixar torrents (precisa ser o transmission para os scripts funcionarem)

Jellyfin - https://jellyfin.org/ - para gerenciamento de mídias.

FileBrowser - https://filebrowser.org/ - para gerenciamento de arquivos

YT-DLP - https://github.com/yt-dlp/yt-dlp - para baixar vídeos da internet.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Ian Murdock</location>
            
            <attendee>Junior Rocha</attendee>
            
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            <pentabarf:title>De Vigenère a Darwin: Quebrando Cifras com Genética</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>De Vigenère a Darwin: Quebrando Cifras com Genética</summary>
            <description>Nesta apresentação, vamos explorar um tema instigante: como os algoritmos genéticos, inspirados na evolução natural, podem ser usados para quebrar cifras criptográficas clássicas. Vamos descobrir como essa ferramenta de otimização pode ser adaptada para &quot;atacar&quot; códigos como César e Vigenère.

De forma leve e acessível, vamos explicar o funcionamento dos algoritmos genéticos, desde a representação da população até os operadores de mutação e crossover, que simulam a variabilidade genética.

O objetivo é mostrar como esses algoritmos, ao longo de sucessivas gerações, evoluem para encontrar as chaves que decifram mensagens encriptadas. Apresentaremos exemplos práticos de como esses ataques automatizados podem ser implementados, ilustrando o poder da computação evolucionária na área de segurança.</description>
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            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Clínica de Segurança Digital</location>
            
            <attendee>Bruno</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Meshtastic Install Fest via LHC</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Meshtastic Install Fest via LHC</summary>
            <description>Traga Sua Placa:
Se você possui placas compatíveis com Meshtastic, traga-as para configurar e se conectar à rede da Cryptorave. Junte-se a nós para construir uma infraestrutura de comunicação descentralizada e resistente.

Foco em privacidade e descentralização.
Ênfase na prática e na colaboração.
Aplicações para o contexto da Cryptorave.

Público-alvo:
Entusiastas de privacidade e segurança digital.
Desenvolvedores e hackers.
Membros de comunidades descentralizadas.
Interessados em tecnologias de comunicação alternativas.</description>
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            <category>Activity that takes 2 schedule slots</category>
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            <location>Clínica de Segurança Digital</location>
            
            <attendee>Douglas Esteves</attendee>
            
        </vevent>
        
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            <pentabarf:title>Clínica de segurança digital: Como você está se sentindo hoje?</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Clínica de segurança digital: Como você está se sentindo hoje?</summary>
            <description>Segurança digital pode parecer um mundo grande demais para você explorar sem ninguém ao seu lado—entre tantos aplicativos e procedimentos, às vezes é difícil entender por onde começar e o que fazer. Entre tantos jargões e processos complexos, talvez você sinta que precisa de uma ajuda direcionada pra começar a navegar tudo isso.

Estamos aqui pra te ajudar! Sente-se conosco e vamos conversar sobre tudo que te confunde, te frustra, te causa dúvida, ansiedade, ou medo na sua vida digital. Traga as suas perguntas sobre golpes, &quot;phishing&quot;, proteção de contas e aparelhos, e nós te ajudaremos a encontrar algumas respostas.</description>
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            <category>Clínica de segurança e cuidados digitais</category>
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            <location>Clínica de Segurança Digital</location>
            
            <attendee>Anna e só</attendee>
            
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        <vevent>
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            <pentabarf:title>“Tem spyware no meu celular? Verificação na prática”</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>“Tem spyware no meu celular? Verificação na prática”</summary>
            <description>Nossa oficina oferece uma experiência prática com a Acha Spyware, um projeto em desenvolvimento que visa facilitar o acesso à análise forense digital em português. Esta atividade acontecerá após a palestra de apresentação do projeto, permitindo que os participantes já familiarizados com o conceito possam experimentar a ferramenta.
A atividade tem três componentes principais:
Demonstração da ferramenta em ação: Mostraremos o funcionamento prático da interface gráfica que desenvolvemos para tornar a MVT (Mobile Verification Toolkit) mais acessível. Explicaremos como a ferramenta analisa os dispositivos e quais tipos de ameaças ela pode detectar no atual estágio de desenvolvimento.

Verificação prática em dispositivos: Disponibilizaremos notebooks com a ferramenta já instalada e configurada em máquinas virtuais para que os interessados possam realizar análises em seus próprios dispositivos. Nossa equipe técnica orientará todo o processo desde a conexão do dispositivo até a interpretação dos resultados.

Criação de comunidade colaborativa: Discutiremos as limitações atuais da ferramenta e seus potenciais futuros. Coletaremos informações de contato para uma newsletter sobre o desenvolvimento do projeto, criando assim uma rede de pessoas interessadas em colaborar, testar ou simplesmente acompanhar a evolução da ferramenta.

A oficina foi desenhada para complementar a apresentação teórica do projeto, oferecendo um espaço onde os participantes podem ver e experimentar a ferramenta em primeira mão. É importante destacar que, embora nossa interface facilite o uso da MVT, a ferramenta ainda requer conhecimentos técnicos básicos, sendo especialmente útil para profissionais de segurança digital, pesquisadores e entusiastas de tecnologia.

Nossa ferramenta gera relatórios que podem ser compartilhados com especialistas para análise mais aprofundada quando necessário. Estes relatórios são projetados para fornecer informações relevantes tanto para análises preliminares quanto para investigações mais detalhadas.
Também discutiremos as limitações da análise forense automatizada e a importância de interpretar os resultados no contexto adequado. Embora a ferramenta facilite a detecção de indicadores de comprometimento conhecidos, a análise final sempre requer julgamento humano especializado.
Ao final da oficina, coletaremos e-mails de pessoas interessadas em acompanhar o desenvolvimento da ferramenta e possíveis colaborações futuras, criando assim uma comunidade de suporte e desenvolvimento colaborativo. A newsletter enviará atualizações sobre o progresso do projeto, oportunidades de teste e possíveis eventos futuros relacionados à ferramenta.</description>
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            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Clínica de segurança e cuidados digitais</category>
            <url>https://cpa.cryptorave.org/cryptorave-2025/talk/DHBRNJ/</url>
            <location>Clínica de Segurança Digital</location>
            
            <attendee>Thaly</attendee>
            
            <attendee>Lux Teixeira</attendee>
            
            <attendee>Jonas</attendee>
            
            <attendee>Leonardo Tavares Waclawovsky</attendee>
            
            <attendee>Olavo Lucas M. de Souza</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Criptografia para Jornalistas</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Criptografia para Jornalistas</summary>
            <description>No cenário atual, onde a vigilância digital e ataques cibernéticos são cada vez mais frequentes, jornalistas precisam adotar medidas eficazes para proteger suas comunicações e fontes. Este workshop tem como objetivo fornecer conhecimentos práticos e acessíveis sobre criptografia, apresentando ferramentas essenciais para garantir a privacidade e a segurança no ambiente digital.
Durante a sessão, os participantes aprenderão a utilizar VPNs para proteger sua conexão à internet e evitar rastreamento, garantindo que seu tráfego de dados permaneça seguro. Serão exploradas técnicas de criptografia de ponta a ponta para comunicação segura por e-mail e mensagens instantâneas, além de boas práticas para a criação e o gerenciamento de senhas fortes e únicas.
O workshop terá um enfoque prático, apresentando ferramentas que auxiliam na proteção de informações sensíveis. Entre elas:
Navegação Segura: Firefox Focus e Tor, para garantir anonimato e evitar rastreamento online.
E-mails Criptografados: GNU Privacy Guard (GPG), ferramenta que possibilita a criptografia de e-mails, protegendo o conteúdo contra interceptação.
Armazenamento Seguro na Nuvem: NextCloud, uma solução segura para armazenar e compartilhar arquivos criptografados.
VPNs para Privacidade: Mullvad, um serviço de VPN confiável para ocultar sua localização e proteger seu tráfego de internet.
Criptografia de Arquivos: VeraCrypt, um software que permite a criação de volumes criptografados para armazenar dados confidenciais.
Gerenciamento de Senhas: KeepassXC, um gerenciador de senhas seguro para armazenar credenciais de forma criptografada.
Mensagens Privadas: Signal, um dos aplicativos de mensagens mais seguros, com criptografia de ponta a ponta.

Com a crescente digitalização do jornalismo e o aumento das ameaças à privacidade, este workshop oferecerá habilidades práticas para que jornalistas possam atuar com mais segurança, preservando a confidencialidade de suas fontes e garantindo a integridade de suas informações.</description>
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            <category>Activity that takes 2 schedule slots</category>
            <url>https://cpa.cryptorave.org/cryptorave-2025/talk/Q89T7D/</url>
            <location>Clínica de Segurança Digital</location>
            
            <attendee>Dann Luciano</attendee>
            
            <attendee>Deborah Wellen Castro</attendee>
            
            <attendee>Pedro Luis Da Silva Rocha Dias</attendee>
            
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            <pentabarf:title>InstallFest celulares - Instalando liberdade nos nossos &#x27;pequenos espiões&#x27;</pentabarf:title>
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            <summary>InstallFest celulares - Instalando liberdade nos nossos &#x27;pequenos espiões&#x27;</summary>
            <description>Todo mundo sabe que celulares são &quot;pequenos espiões&quot; – e se não sabe, vai descobrir aqui na CR! Mas calma: dá pra deixar o seu &quot;x9&quot; um pouco mais seguro usando Software Livre e boas práticas de segurança.

Essa atividade é especialmente pra você que desconfia que seu celular não é seguro – um medo real, principalmente para mulheres e pessoas LGBTQIA+, alvos frequentes de violência digital. Vamos te ajudar a se proteger e mostrar onde buscar ajuda.

Mas também pra você que quer conhecer aplicativos seguros e livres, fora do Google e demais Big tech nazistas.

✅ Nudes seguras? Temos!
✅ Comunicação além do Zap? É pra já!
✅ VPN pra fugir da censura e ainda ver uns filminhos? Claro que sim! 😉


De [XX] a [XX] horas, nossa equipe de segurança digital estará de plantão numa clínica de proteção individualizada. Traga seu celular e vamos juntes aumentar sua privacidade e confiança!

(Atendimento por ordem de chegada / traga lanches)</description>
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            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Clínica de segurança e cuidados digitais</category>
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            <location>Clínica de Segurança Digital</location>
            
            <attendee>Carl</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Introdução à Hydra.js (Ferramenta de Síntese Visual contra o Obscurantismo Tecnológico)</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Introdução à Hydra.js (Ferramenta de Síntese Visual contra o Obscurantismo Tecnológico)</summary>
            <description>Inspirada por sintetizadores de vídeo analógicos e processadores de imagens vintage, a Hydra é uma ferramenta livre, gratuita e colaborativa que funciona diretamente no navegador. Esta oficina oferecerá uma introdução à geração de visuais por meio de técnicas de live coding.
Aqui, o live coding está associado ao contexto das chamadas algoraves, festivais de música nos quais sons e visuais são gerados a partir de algoritmos.
De forma breve e introdutória, abordaremos aspectos históricos relevantes, apresentaremos exemplos artísticos e exploraremos os fundamentos da linguagem Hydra, incluindo o uso de fontes de vídeo, manipulação de cores e geometria básica, além de um exercício prático de codificação ao vivo de vídeo.</description>
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            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Clínica de Segurança Digital</location>
            
            <attendee>Artur Cabral</attendee>
            
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            <pentabarf:title>A crise da moderação e o futuro das mídias sociais</pentabarf:title>
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            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>A crise da moderação e o futuro das mídias sociais</summary>
            <description>As redes sociais não são apenas plataformas de publicidade ou algoritmos de recomendação – seu produto essencial é a moderação. Como argumenta Tarleton Gillespie em Custodians of the Internet, essas plataformas determinam ativamente o que pode ser dito, quem pode falar e sob quais condições. Essa moderação define a experiência dos usuários e mantém o ambiente atraente para anunciantes e investidores.
Nos últimos anos, porém, as Big Techs começaram a recuar desse papel, pressionadas por acusações de censura e ameaças regulatórias. Mark Zuckerberg declarou que o Facebook não deveria ser &quot;árbitro da verdade&quot;, enquanto Elon Musk, ao assumir o Twitter, relaxou as políticas de moderação, permitindo o retorno de discursos extremistas e culminando no gesto nazista que chocou a opinião pública. Em resposta, instituições como as universidades alemãs abandonaram o X, destacando a moderação como um fator crucial para sua presença no espaço digital.
Diante dessa crise, governos ao redor do mundo vêm sendo pressionados a agir, seja com leis contra desinformação, seja com regulamentações sobre discurso de ódio. No entanto, esse cenário cria um dilema: a ausência de moderação eficaz transforma as plataformas em espaços propícios para ataques e manipulação, enquanto uma regulação estatal excessiva pode ameaçar a liberdade de expressão e abrir precedentes perigosos para controle político.
A solução exige uma abordagem que vá além da dicotomia entre o domínio das Big Techs e a regulação estatal. Precisamos de um modelo descentralizado, baseado em governança comunitária. Assim como ocorre com bens comuns, a informação digital deve ser tratada como um recurso coletivo que requer regras claras para evitar sua degradação. As redes federadas, como Mastodon e Pixelfed, demonstram que o desenvolvimento de software livre pode oferecer alternativas viáveis às plataformas centralizadas. No entanto, apenas descentralizar a infraestrutura não resolve o problema da moderação.
O verdadeiro desafio é a construção de instituições comunitárias que garantam regras de moderação transparentes, auditáveis e participativas. Para isso, é essencial seguir princípios como: regras adaptadas às condições locais, permitindo que cada comunidade defina normas apropriadas ao seu contexto; mecanismos acessíveis de resolução de conflitos, garantindo que as decisões sejam justas e revisáveis; e monitoramento descentralizado, onde os próprios membros participam da fiscalização.
O futuro das redes sociais não pode ser refém nem da arbitrariedade privada das Big Techs, nem da mão pesada do Estado. A saída está na criação de espaços digitais governados coletivamente, onde a moderação seja um processo democrático e previsível, assegurando tanto a liberdade de expressão quanto a preservação de um ambiente público saudável e confiável.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Alan Turing</location>
            
            <attendee>Márcio Moretto Ribeiro</attendee>
            
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            <pentabarf:event-slug>-3VQMYG</pentabarf:event-slug>
            <pentabarf:title>Utilizando Redes Descentralizadas para garantir a soberania das comunidades em tempos de avanços do Tecnofeudalismo das Big Tech</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
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            <summary>Utilizando Redes Descentralizadas para garantir a soberania das comunidades em tempos de avanços do Tecnofeudalismo das Big Tech</summary>
            <description>A atividade visa mostrar as diversas redes descentralizadas, suas características e o principal foco de cada uma,
além do seu impacto transformador nas comunidades para que coletivos, grupos, ativistas e demais organizações da sociedade civil possam ter
acesso a redes sociais de maneira democrática e sem estar dependente das redes sociais tradicionais fornecidas pelas Big Techs, onde os 
usuários tem nenhum controle de seus dados e estão sujeitos a um bombardeiro de anúncios, descontrole de mensagens ofensivas e ao humor dos 
donos das redes.</description>
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            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
            <url>https://cpa.cryptorave.org/cryptorave-2025/talk/3VQMYG/</url>
            <location>Alan Turing</location>
            
            <attendee>João Rafael F. Bonilha</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Transformando Dispositivos Médicos em Armas Silenciosas</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <duration>0.05000</duration>
            <summary>Transformando Dispositivos Médicos em Armas Silenciosas</summary>
            <description>Nesta palestra, vamos abordar:  
- Como enganar algoritmos de ECG com interferências precisamente criadas.
- Gerar perturbações adversariais sem bibliotecas de ML prontas – só matemática, engenharia reversa e caos controlado.  
- Demo ao vivo: Alterar diagnósticos de um dispositivo real (ex.: transformar ritmo cardíaco normal em fibrilação atrial) via ataques adversariais.
Por que isso importa? Porque ataques adversariais são: silenciosos, potencialmente escaláveis e quase impossíveis de rastrear.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
            <url>https://cpa.cryptorave.org/cryptorave-2025/talk/SDJTNM/</url>
            <location>Alan Turing</location>
            
            <attendee>Diego Mariano</attendee>
            
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            <pentabarf:event-slug>-TDBNQ8</pentabarf:event-slug>
            <pentabarf:title>Computação Forense e Inteligência Artificial: Desvendando Mistérios Digitais: da manipulação e criação de DeepFakes</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Computação Forense e Inteligência Artificial: Desvendando Mistérios Digitais: da manipulação e criação de DeepFakes</summary>
            <description>O novos desafios para a ciência forense já é uma realidade, e traz a dúvida técnica de como diferenciar uma produção de uma Fake (0imagem, fala, transação, etc.)  criada por uma I.A. ou se realmente o conteúdo se refere a vontade da criação de uma pessoa. Ou seja, como julgar o que é real ou foi desenvolvido por uma inteligência cibernética. Similar desafio fora concentrado no Teste de Turing  que testa a capacidade de um computador de exibir comportamento inteligente equivalente ao de um ser humano, ou indistinguível deste.  Hoje com expert forense, trago a luz do direito os preceitos técnicos para abordar a temática com segurança e modelos exemplificativos, apesar de ainda hoje, não haver uma vacina universal que possa ser usada a fim de determinar com grande grau de precisão se uma produção foi ou não feita por um Robô que finge ser orgânico (ser humano).</description>
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            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Alan Turing</location>
            
            <attendee>ricardo capozzi</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Cuidados post-digitais entre Brasil, Espanha, e Italia</pentabarf:title>
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            <summary>Cuidados post-digitais entre Brasil, Espanha, e Italia</summary>
            <description>Iniciativas de cuidado digital proliferaram globalmente nos últimos dez anos. No Brasil, a questão ganhou maior relevância após o assassinato de Marielle Franco, enquanto na Espanha focou-se em responder à emergência de redes masculinistas dentro da chamada &quot;manosfera&quot;, e na Itália, a resposta surgiu após um caso trágico de suicídio instigado por vazamento não consensual de imagens íntimas (NCSII). Nos três países, evidências apontam para as interconexões entre o aumento da misoginia online, violência de gênero (online e offline) e a ascensão de ideologias e políticas de extrema-direita e anti-direitos, que centralizam seus discursos contra a chamada &quot;ideologia de gênero. 
As respostas da sociedade civil contra a violência patriarcal, tanto online quanto offline, multiplicaram-se nos últimos anos, auxiliadas também pelo reconhecimento institucional da abrangência e gravidade da questão (por exemplo, resolução da ONU de 2018, diretiva da UE de 2024 sobre violência baseada em gênero). Nos três países, as iniciativas que combatem a TFGRV com perspectiva feminista adotaram a abordagem de &quot;cuidado digital&quot; como uma abordagem holística para a segurança digital e com referência à ética do cuidado, práticas de cuidado e debates sobre cuidado e trabalho de cuidado nos feminismos, embora cada contexto apresente estratégias e enfoques específicos. 
As organizações da sociedade civil adotaram principalmente um modelo sem fins lucrativos para sustentar suas atividades ao longo do tempo; seu trabalho contribuiu significativamente para monitorar a TFGRV com a contrprodução de dados quando estes estão ausentes no nível institucional; além disso, tendem a adotar uma perspectiva feminista anticapitalista que considera o papel do capitalismo e das violências sistêmicas, como racismo algorítmico, invisibilidade trans e censura.
Esta pesquisa mostra a necessidade de apoiar iniciativas de cuidados digitales como as das organizações mapeadas, bem como de aprofundar a compreensão do continuum on-line-off-line da violência de gênero, de implementar uma abordagem interseccional adaptada ao contexto e de considerar o entrelaçamento desses aspectos com a disseminação e o crescimento local e global de políticas e discursos de extrema direita e anti-direitos.
Proponho o conceito de cuidados pós-digitais para dar conta das imbricações on-line/off-line, que parecem relevantes 1) na compreensão da violência e de seus riscos associados; 2) no desenvolvimento de iniciativas de aplicação da lei que considerem tanto os aspectos “digitais” quanto os não digitais, em uma abordagem holística que inclua cuidados psicossociais e jurídicos e, no contexto brasileiro, também cuidados espirituais; 3) no desenvolvimento de iniciativas que ocorram tanto on-line quanto off-line, neste último caso recuperando tecnologias e práticas analógicas e “ancestrais” (esta última característica do contexto brasileiro) para promover processos de aprendizagem que visem reduzir a exclusão digital e suas consequências.</description>
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            <attendee>giulia campaioli</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Deep Fake: da arte à vulnerabilidade por Engenharia Social</pentabarf:title>
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            <summary>Deep Fake: da arte à vulnerabilidade por Engenharia Social</summary>
            <description>A crescente adoção de Inteligência Artificial ampliou tanto as oportunidades quanto os riscos no cenário de segurança cibernética. Esta palestra abordará o tópico de Segurança de Inteligência Artificial com foco em tecnologias de Visão Computacional, Processamento de Áudio, NLP (Natural Language Processing) e modelos Multimodais em ataques de Engenharia Social.</description>
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            <location>Alan Turing</location>
            
            <attendee>Alessandra OJ</attendee>
            
            <attendee>Daniele Ferreira</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Usando Tails como dispositivo secundário para driblar a vigilância e a censura</pentabarf:title>
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            <summary>Usando Tails como dispositivo secundário para driblar a vigilância e a censura</summary>
            <description>Nesta atividade apresentaremos o sistema operacional Tails, um sistema live e portátil, que roda a partir de um pendrive USB, e que protege contra vigilância e censura ao evitar deixar rastros no computador e na Internet.

Discutiremos alguns riscos corridos ao utilizar dispositivos inseguros para atividades sensíveis e faremos uma demonstração do uso do sistema operacional Tails, abordando:

- sua utilização para navegação anônima na Internet
- casos de uso
- histórico do projeto
- sua característica &quot;amnésica&quot;
- a possibilidade de persistência de dados
- a ferramenta de clonagem
- aplicações incluídas
- características de segurança
- problemas conhecidos
- a rede Tor
- a relação entre Tor e Tails

Saiba mais:

 - Site oficial do Tails: https://tails.net/
 - Tails: um sistema operacional seguro e portátil para separar atividades profissionais das pessoais

Atenção: Essa atividade é uma palestra e não será install fest.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Alan Turing</location>
            
            <attendee>Xisto</attendee>
            
            <attendee>Gus</attendee>
            
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            <pentabarf:event-slug>-ZNUMB3</pentabarf:event-slug>
            <pentabarf:title>Corrupção &amp; Controle: O Esquema Secreto da Censura da Internet no Turcomenistão</pentabarf:title>
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            <summary>Corrupção &amp; Controle: O Esquema Secreto da Censura da Internet no Turcomenistão</summary>
            <description>Nos últimos cinco anos, o [Projeto Tor](https://www.torproject.org) vem [monitorando](https://gitlab.torproject.org/tpo/anti-censorship/censorship-analysis/-/issues/40029) e [combatendo a censura da Internet no Turcomenistão](https://forum.torproject.net/t/tor-relays-help-turkmens-to-bypass-internet-censorship-run-an-obfs4-bridge/7002/6), ao mesmo tempo em que fornece aos usuários(as) do Turcomenistão uma forma segura e gratuita de acessar a internet aberta e sem censura.

Ao contrário de países como China e Rússia, a censura no Turcomenistão permanece amplamente invisível ao público internacional. Essa falta de visibilidade contribui para a impunidade e a manutenção de um regime altamente isolado, com consequências profundas para os direitos humanos e o desenvolvimento socioeconômico da população.

Durante esse período, descobrimos evidências de como um mercado cinza se estabeleceu e vêm lucrando com o bloqueio e a venda de acesso à internet - transformando a repressão e a censura em um grande negócio lucrativo. Mais recentemente, o site investigativo [Turkmen.news](https://turkmen.news) revelou um esquema altamente lucrativo operado pela nova agência de cibersegurança. No entanto, a censura online no Turcomenistão segue ignorada por agências internacionais.

Nesta sessão, também discutiremos as implicações desse isolamento extremo e como ele afeta não apenas a liberdade de expressão, mas também o acesso à informação, à educação e à comunicação com o mundo exterior.</description>
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            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Alan Turing</location>
            
            <attendee>Gus</attendee>
            
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            <pentabarf:event-slug>-MR3PET</pentabarf:event-slug>
            <pentabarf:title>Máquinas togadas: dilemas e desafios da governança da IA no Brasil e no Poder Judiciário.</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
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            <duration>1.05000</duration>
            <summary>Máquinas togadas: dilemas e desafios da governança da IA no Brasil e no Poder Judiciário.</summary>
            <description>A crescente adoção de sistemas de inteligência artificial (IA) no Brasil, especialmente no setor público, impõe desafios urgentes à construção de um marco regulatório que equilibre inovação tecnológica e proteção de direitos fundamentais. O Brasil tem buscado desenvolver um modelo próprio de regulação da IA, com destaque para o Projeto de Lei 2338/2023, que propõe diretrizes gerais para o uso, desenvolvimento e implantação responsável dessa tecnologia. Paralelamente, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) editou a Resolução 615/2025, que estabelece normas específicas para a governança de IA no âmbito do sistema de justiça. 

Nesse contexto, a atividade propõe um debate sobre os caminhos para uma governança de IA que seja protetiva de direitos, segura e responsável, com foco especial no Poder Judiciário. A proposta é examinar como os dispositivos previstos no PL 2338/23 dialogam — ou entram em tensão — com as regras estabelecidas pela Resolução 615/2025, buscando entender como essas normativas se articulam, se complementam ou se contradizem. 

A discussão será organizada em três eixos principais: (1) os elementos centrais de governança de IA presentes (ou ausentes) no PL 2338/23, em especial as medidas específicas aplicáveis ao Poder Público; (2) as principais regras da Resolução 615/2025, com destaque para os critérios de transparência e a responsabilidade na contratação de soluções privadas; e (3) o diálogo entre as normativas, especialmente no que diz respeito a temas como classificação de risco, auditabilidade, transparência e a articulação com o Sistema de Inteligência Artificial do Poder Judiciário (SIA). 

Entre os pontos críticos a serem discutidos estão a permissividade da Resolução 615/2025 frente a sistemas de IA considerados de alto ou excessivo risco; a possibilidade de contratação direta — individual — de tecnologias privadas pelos próprios juízes, sem salvaguardas adequadas; e a necessidade de garantir mecanismos robustos de auditoria e controle social. A relação entre o setor público e empresas privadas — especialmente grandes corporações de tecnologia — também será abordada, com atenção especial aos riscos de captura, opacidade e desigualdade de acesso à informação, além do tema de soberania digital tecnológica.  

O objetivo central é fomentar um debate colaborativo sobre os parâmetros mínimos para uma regulação democrática e responsável da IA, que considere os desafios locais, respeite os direitos fundamentais e esteja alinhada com os avanços e riscos da tecnologia, sobretudo no contexto do sistema de justiça brasileiro.</description>
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            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Activity that takes 2 schedule slots</category>
            <url>https://cpa.cryptorave.org/cryptorave-2025/talk/MR3PET/</url>
            <location>Alan Turing</location>
            
            <attendee>Paula Guedes</attendee>
            
            <attendee>André Boselli</attendee>
            
            <attendee>Veridiana Alimonti</attendee>
            
            <attendee>Camila Marques</attendee>
            
            <attendee>Sergio Amadeu da Silveira</attendee>
            
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            <pentabarf:title>A experiência dos sem teto no trabalho por plataformas</pentabarf:title>
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            <summary>A experiência dos sem teto no trabalho por plataformas</summary>
            <description>O Núcleo de Tecnologia do MTST tem como um de seus eixos centrais de atuação as questões de trabalho e como esse assunto se relaciona com as tecnologias, sobretudo as tecnologias digitais. 
A palestra tem como objetivo apresentar as iniciativas e a partir delas fazer uma discussão, provocando o público com os seguintes pontos: 
A) do processo de ideação, concepção, criação em conjunto dos trabalhadores de tecnologia e os trabalhadores usuários das plataformas; 
B) da apropriação de tecnologias disponíveis e o desenvolvimento de novas em alinhamento com os objetivos políticos do projeto e dos atores; 
C) dos limites encontrados no emprego das tecnologias; 
D) das dificuldades não técnicas de organização do trabalho dos trabalhadores de tecnologia e dos trabalhadores por plataformas.
Os exemplos seguiram por 4 diferentes formas de luta:
1) Desenvolvimento de sistemas: projetos que servem de representação para parte de algumas das principais discussões no âmbito do trabalho digital plataformizado, como as questões de trabalho decente, da alienação do trabalhador frente às tecnologias de mediação de seu trabalho e da apropriação tecnológica. Serão apresentados os aspectos centrais de cada um desses projetos, que se conectam com as questões centrais citadas acima, são eles o Contrate Quem Luta, Plataforma Señoritas e Rede Mulheres do Maranhão;
2) Educação e trabalho: frente a necessidade de desenvolvimento de jovens da periferia transição entre o processo educacional e o mercado de trabalho o Núcleo faz parte da construção de cursos de fotografia e design e de uma plataforma de contração chamada ContatePerifa. Esse projeto tem como objetivo auxiliar esses jovens a garantirem renda e uma profissão.
3) Visão crítica a partir dos trabalhadores de tecnologia: Apresentaremos as discussões presentes no capítulo “É possível concorrer com as grandes plataformas? Uma visão crítica de trabalhadores de tecnologia da informação” do livro “Um Horizonte de Lutas para a Autogestão”, que foi escrito de forma coletiva pelos militantes e assinado como Núcleo de Tecnologia do MTST. Nessa discussão trazemos os limites e possibilidades no desenvolvimento de novas tecnologias e apropriação de tecnologias existentes que sejam boas para os trabalhadores, numa visão dos trabalhadores que desenvolvem 100% das tecnologias digitais que vemos.
4) Incidência: atuação do Núcleo de Tecnologia do MTST no Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais, representando o “Setor Laboral”. Quais: as questões centrais da produção de dados pessoais para o mundo do trabalho; como os trabalhadores, principalmente os plataformizados, mas não só, são afetados pela ininterrupta expropriação de suas informações; como a absorção dos conhecimentos e subjetividades dos trabalhadores através da datificação agrava a exploração e a assimetria informacional.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Alan Turing</location>
            
            <attendee>Alexandre Zago Boava</attendee>
            
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            <pentabarf:title>CriptoCrias - contação e brincadeiras criptografadas</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>CriptoCrias - contação e brincadeiras criptografadas</summary>
            <description>Trazendo algumas histórias da cultura afro-indii-brasileira e africana, há um trabalho de visitar algumas brincadeiras e contos que ajudam as crianças da primeira infância a brincar e aprender aumento da segurança de seus dados e proteger sua privacidade. tendo como fundo a relação da diversão espontânea, desde de músicas , pintura e diversos matériais (lápis, papel e canetinhas) são usados para a criança se divertir ao se introduzir temas ligados a segurança e privacidade.</description>
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            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Activity that takes 2 schedule slots</category>
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            <location>CryptoCrias</location>
            
            <attendee>Giba</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Não Seja Malvado!</pentabarf:title>
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            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Não Seja Malvado!</summary>
            <description>O jogo narrativo para computadores e celulares &quot;Não Seja Malvado!&quot; (versão beta disponível em: https://tinyurl.com/rw8vhf5v) foi criado em 2024 no contexto da disciplina &quot;Linguagem: Jornalismo, Ciência e Tecnologia&quot; do curso de especialização em Jornalismo Científico da Unicamp. A proposta teve como objetivo criar uma peça de divulgação científica capaz de elucidar pessoas sobre como nossos dados são captados e vendidos pelas empresas dominantes de tecnologia. As fases do jogo foram projetadas para que as políticas do Google sejam apresentadas por meio de narrativa fictícia que insere o(a) jogador(a) no papel de uma super inteligência artificial recém-desenvolvida pela Google e que será treinada para coletar dados de usuários a serem vendidos a anunciantes. O objetivo do(a) jogador(a) é, portanto, identificar interesses, comportamentos e informações de usuários por meio de suas interações com os aplicativos Google (Gmail, Google Maps, etc). Esses dados são: termos de pesquisa e histórico de navegação para identificar interesses; dados de localização via IP e GPS; informações demográficas como idade e gênero; interesses e hobbies com base em sites visitados e vídeos assistidos no YouTube; informações do dispositivo, como sistema operacional e tipo de navegador; e identificadores como o ID de publicidade do Google e cookies. Não obstante, igualmente consideramos relevante elucidar a existência de projetos, aplicativos e iniciativas open source como alternativas às tecnologias do Google, como navegadores, serviços de e-mails, buscadores e entre outros. Tais ferramentas, por terem seus códigos-fonte abertos para que sejam acessados e auditados por qualquer pessoa, tendem a ser mais transparentes no que diz respeito à coleta de dados e privacidade dos usuários.
Portanto, por meio do jogo gratuito &quot;Não Seja Malvado!&quot; esperamos não só promover a conscientização de adolescentes e jovens, mas também de toda a comunidade escolar acerca da coleta de dados feita pela Google, e da necessidade de observância aos direitos à privacidade e proteção de dados pessoais, conforme estabelecido pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
A atividade na Cryptorave se baseará em sessões de gameplay com o público-alvo, em que poderão interagir com o game e conceder feedback aos desenvolvedores.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>CryptoCrias</location>
            
            <attendee>Rogério Bordini</attendee>
            
            <attendee>Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira</attendee>
            
            <attendee>Maiara Araujo Damião</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Rede na rede: filtrando conteudo de forma comunitaria</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
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            <duration>0.05000</duration>
            <summary>Rede na rede: filtrando conteudo de forma comunitaria</summary>
            <description>Essa roda propõem apresentar o esse desafio da internet infinita, quais os mecanismos que algumas comunidades já colocaram em pratica, apresentar quais tecnologias estamos usando para atenuar o impacto, como o projeto Guarita, e abrir para um debate,onde possa ser costurado novas ideias, colher mais energias, sintonizar mais pessoas e discutir como podemos usar a internet de uma forma que seja mais benéfica para comunidades onde ela chega como um trator.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Chelsea Manning</location>
            
            <attendee>batata</attendee>
            
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            <pentabarf:title>EnRedadas, una experiencia de escuela política transfeminista sobre tecnologías</pentabarf:title>
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            <summary>EnRedadas, una experiencia de escuela política transfeminista sobre tecnologías</summary>
            <description>Queremos generar una actividad a modo de conversatorio donde todas y todes les asistentes puedan participar compartiendo sus reflexiones, experiencias, sentires e inquietudes en cuanto a procesos de formación política en el campo de las tecnologías digitales y en el  acompañamiento a personas que experimentan situaciones de violencia de género digital. 

Para ello, en una primera parte, dos integrantes del equipo de acompañantes  Navegando Libres, expondremos nuestra experiencia sobre la primera edición de “EnRedadas: escuela política transfeminista sobre tecnologías”. Una de las compañeras como parte del equipo de gestión del proceso y, otra, como participante de la escuela que después ingresó como acompañante voluntaria en la línea de ayuda en casos de violencia de género digital “Navegando Libres”.  

Durante esta parte abordaremos: ¿cómo surgió la escuela? ¿cuál fue su objetivo? ¿qué temas abordó? ¿cómo fue el proceso de gestión? ¿cuáles fueron los retos? ¿cómo ha continuado posteriormente la formación con las acompañantes de violencia de género digital? ¿qué otros procesos se han generado a partir de esta escuela? ¿cómo continúa EnRedadas?

En un segundo momento, tendremos un espacio donde las y les asistentes a la actividad podrán compartir prácticas, dudas, complicidades acerca de la formación para el acompañamiento feminista de la violencia digital y la formación política sobre internet y las tecnologías. Este espacio estará guiado a partir de preguntas que nos resuenen y nos convoquen a pensarnos juntas y juntes qué procesos de aprendizaje colectivo hemos construido, y cuáles soñamos y deseamos a futuro.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Chelsea Manning</location>
            
            <attendee>Su y Pinky</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Software Libre para la Resistencia Digital</pentabarf:title>
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            <summary>Software Libre para la Resistencia Digital</summary>
            <description>Una forma de entender la privacidad es pensar que parte de mi vida quiero compartir con quién. En el mundo físico es algo intuitivo y nos podemos dar cuenta en diversas situaciones. No es lo mismo una conversación de pareja que una de amigos; no son lo mismo los amigos del trabajo que los de toda la vida. Nuestro comportamiento cambia dependiendo el contexto en el que nos encontramos.

Cuándo pensamos en la privacidad al momento de usar la tecnología ya no es tan evidente saber que parte de mi vida comparto con quién. Si se escribe un correo electrónico desde Gmail, Google puede leer el correo; si mandamos un mensaje de WhatsApp, Meta sabe quién está hablando con quien; si le preguntamos algo a ChatGPT, OpenAI seguramente utilizará esta interacción para entrenar su inteligencia artificial; se podría seguir enumerando ejemplos de como las big tech vulneran nuestra privacidad.

El software libre existe desde inicios de la década de 1980. Este tipo de software se lo empezó a construir con la intención de dar el control sobre la tecnología a las personas y no el control de las personas por parte de la gente que crea la tecnología. El camino del software libre ha sido largo y su existencia en la actualidad nos permite resistir en un Internet controlado por pocas big tech.

La conveniencia es una droga muy adictiva y la libertad no es gratuita. Estamos acostumbrados a las tecnologías que utilizamos, que el simple hecho de pensar en cambiarlas puede generar miedo y llevará sacrificios. Por otro lado, gracias a estos sacrificios tenemos la capacidad de controlar la tecnología, controlar nuestros datos y es mucho más difícil que seamos controlados.

El software libre nos provee autonomía, seguridad y libertad.</description>
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            <location>Chelsea Manning</location>
            
            <attendee>Rafael Bonifaz</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Venta de datos personales en Telegram: Caso Brasil, Perú y Argentina</pentabarf:title>
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            <summary>Venta de datos personales en Telegram: Caso Brasil, Perú y Argentina</summary>
            <description>Esta investigación analiza la venta automatizada de datos personales en más de 25 grupos y canales de Telegram activos en Brasil, Perú y Argentina. A partir de una metodología de observación directa, recopilación de evidencia y análisis comparado, se identificó la circulación de grandes volúmenes de datos que incluyen tanto información básica  —como nombres, fechas de nacimiento o números de documento— como datos sensibles y estructurales: direcciones exactas, historial financiero, afiliación a entidades públicas, condiciones de salud, antecedentes penales, ocupación y nivel socioeconómico.

Los datos son comercializados mediante sistemas automatizados que permiten consultas personalizadas a través de bots, facilitando el acceso inmediato y a bajo costo a información privada de miles de personas. Muchos de estos registros provienen de filtraciones o vulnerabilidades en infraestructuras estatales —como registros civiles, instituciones de salud o servicios policiales— lo que compromete directamente a actores gubernamentales.

La exposición de estos datos tiene consecuencias graves: facilita el robo de identidad, suplantación, fraude financiero y, en contextos de criminalización, puede derivar en extorsión, acoso o represalias físicas. El conocimiento del nivel socioeconómico de una persona, por ejemplo, puede ser usado para prácticas de perfilamiento, discriminación o manipulación. En varios hallazgos se observó que los datos incluían clasificaciones de estrato social y referencias a zonas geográficas específicas, permitiendo identificar si una persona vive en áreas empobrecidas, lo que aumenta su exposición a ciberdelitos o redes de explotación.

La investigación evidencia que esta problemática no afecta a toda la población por igual. Las consecuencias se agravan en grupos que ya enfrentan condiciones estructurales de vulnerabilidad: mujeres, personas LGTBIQ+, periodistas, activistas, migrantes y personas con bajos ingresos, quienes suelen tener menos recursos para protegerse digitalmente o exigir justicia.

El uso de Telegram como plataforma central se explica por su modelo de cifrado, baja moderación de contenido y limitada trazabilidad, lo que crea un entorno propicio para operaciones ilícitas a gran escala. Esta investigación no solo revela un problema técnico, sino también ético, político y social, vinculado a las desigualdades digitales en América Latina. El objetivo es generar evidencia que permita comprender los riesgos reales de la economía ilegal de datos y abrir el debate sobre responsabilidad tecnológica, protección estatal y justicia digital con enfoque interseccional.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Chelsea Manning</location>
            
            <attendee>Ximena Cuzcano Chavez</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Proteger y resistir al espionaje y la tecno-vigilancia en la defensa de Derechos</pentabarf:title>
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            <summary>Proteger y resistir al espionaje y la tecno-vigilancia en la defensa de Derechos</summary>
            <description>## Estructura del Conversatorio (90 minutos)
### Bienvenida y presentación (5 min)
- Introducción breve sobre el uso de spyware y la tecno-vigilancia contra organizaciones de derechos humanos en LATAM.
- Presentación de las organizaciones participantes y sus enfoques.
### Bloque 1: Comprendiendo la amenaza y su contexto (20 min)
- ¿Cómo reconocer un posible ataque? Explicación sobre signos de infección y sospecha de spyware.
- Identificación y análisis de ataques de spyware. Organización con experiencia en inteligencia de amenazas presenta tendencias en la región.
- Perfiles vulnerables y patrones de ataque. ¿Quiénes son los más afectados y en qué contextos ocurren con mayor frecuencia?
### Bloque 2: Respuesta y documentación de casos (20 min)
- Importancia de documentar casos. Cómo el registro de incidentes ayuda a detectar tendencias, informar sobre campañas de ataques y generar estrategias de prevención.
- Herramientas y recursos para mitigar el impacto de ataques. Opciones disponibles para responder ante un incidente.
- ¿Dónde pedir ayuda? Organización con líneas de asistencia explica opciones de apoyo técnico y acompañamiento.
### Bloque 3: Prevención y fortalecimiento de la seguridad digital (20 min)
- Estrategias de prevención proactiva. Buenas prácticas de seguridad digital y espacios de intercambio.
- Impactos psicosociales de los ataques. Cómo afectan a defensoras y comunidades, y estrategias para afrontarlos.
### Cierre y reflexiones finales (20 min)
- Espacio para preguntas e intercambio de experiencias con el público.
- Cada organización comparte un mensaje clave o recomendación final.</description>
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            <category>Activity that takes 2 schedule slots</category>
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            <location>Chelsea Manning</location>
            
            <attendee>Jacobo Mogollón</attendee>
            
            <attendee>Jonathan Finlay</attendee>
            
            <attendee>pinky</attendee>
            
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            <pentabarf:title>“Reconocimiento facial en los estadios de fútbol en Brasil, México y Paraguay”.</pentabarf:title>
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            <summary>“Reconocimiento facial en los estadios de fútbol en Brasil, México y Paraguay”.</summary>
            <description>Objetivos del panel:
Denunciar los peligros reales y actuales del reconocimiento facial como tecnología de control y discriminación.
Exponer cómo su implementación en estadios de fútbol refuerza estructuras de poder autoritarias y vulnera derechos fundamentales.
Compartir experiencias de activismo, litigio y campañas de sensibilización que enfrentan esta amenaza.

Alineación con los ejes de CryptoRave:
- Privacidad y seguridad: Se abordará cómo el reconocimiento facial destruye la privacidad en espacios públicos y pone en riesgo a todas las personas.
-Criptografía: Se explorarán herramientas y prácticas para ofuscar rostros y proteger identidades.
-Diversidad: Panel con participación regional, de mujeres y perfiles con enfoque interseccional.
-Innovación: Se presentarán estrategias creativas de denuncia y protección digital.
-Actualidad: La expansión del reconocimiento facial es uno de los desafíos más urgentes para los derechos humanos en la región. Especialmente en el contexto del fútbol, una de las principales fuentes culturales y recreativas de nuestra región, donde la asistencia a los estadios es masiva.

Descripción complementaria:
En los últimos años, tanto en Paraguay, México como en Brasil se ha dado un escenario preocupante donde se visibiliza la expansión de sistemas de vigilancia basados en reconocimiento facial en estadios de fútbol. Estos sistemas se han implementado sin consulta ciudadana, sin evaluación de impacto en derechos humanos y sin leyes que regulen el uso de datos biométricos. El panel presentará los hallazgos del trabajo de investigación y campañas que han desarrollado TEDIC, R3D, CESeC e Idec en sus correspondientes territorios. Se presentarán los impactos desproporcionados que esta tecnología puede tener sobre las personas en un contexto regional altamente desigual y autoritario. Además se compartirán en el panel las estrategias de resistencia y defensa de derechos: desde acciones de incidencia pública y campañas de sensibilización hasta propuestas de regulación basada en derechos humanos.

Ponentes:
Mariela Cuevas o Lupa Alfonso (Paraguay) – TEDIC.
Francia Pietrasanta (México) - R3D
Thallita (Tire Meu Rosto da Sua Mira/ CDR e CESeC)
Moderación: Luã Cruz (Idec) (Brasil)</description>
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            <category>Activity that takes 2 schedule slots</category>
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            <location>Chelsea Manning</location>
            
            <attendee>Mariela Cuevas</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Acumulação da Vigilância: Como o Monitoramento se Expande e nos Afeta</pentabarf:title>
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            <summary>Acumulação da Vigilância: Como o Monitoramento se Expande e nos Afeta</summary>
            <description>A vigilância direcionada e em massa está cada vez mais presente. Spywares são utilizados para monitorar cidadãos, ativistas, jornalistas e adversários políticos. O mercado de produção e aquisição de dados tem sido usado para diversos fins, incluindo a perseguição de pessoas que exercem seus direitos reprodutivos; o monitoramento de companheiras e ex-companheiras por parceiros abusivos; a vigilância de crianças e adolescentes por responsáveis; a espionagem de alunos e professores por universidades e escolas; o monitoramento de trabalhadores e até de outras empresas por corporações; e a vigilância de policiais, promotores e juízes por grupos criminosos.

Essas dinâmicas não são novas, mas a digitalização acelerada tornou sua implementação mais rápida, invisível e complexa. Os agentes que vigiam em um contexto podem ser monitorados em outro, e os sujeitos vigiados muitas vezes se tornam alvos de múltiplos atores simultaneamente. Assim, perguntamos: existe uma acumulação social e técnica da vigilância? Quais suas implicações?

O objetivo desta oficina é investigar a expansão, interconexão e ubiquidade das infraestruturas de vigilância, focando especialmente nas articulações entre Estado e setor privado. Pretende-se debater os impactos desse fenômeno na privacidade, segurança da Internet e direitos fundamentais.

Os objetivos específicos da atividade incluem identificar os catalisadores, o grau e o ritmo da expansão e sobreposição dessas infraestruturas, levantar perspectivas sobre os riscos e danos potenciais advindos do uso e do abuso dessa infraestrutura e buscar um intercâmbio sobre o tema. 

De especial interesse para essa oficina é avaliar as interações existentes e possíveis entre as diferentes infraestruturas de vigilância, incluindo, mas não se limitando a sistemas de videomonitoramento, computação doméstica e móvel, tecnologias de vigilância baseadas em Inteligência Artificial, como o reconhecimento biométrico, dispositivos conectados à Internet das Coisas e Cidades Inteligentes, entre outras. Espera-se discutir as interações entre essas infraestruturas em contextos diferentes, como nas esferas do trabalho, saúde, educação, finanças, política, cultura e relações íntimas e familiares. 

Esta oficina será dividida em duas partes: apresentação de dados e análises pelos pesquisadores e discussão com a audiência. A primeira parte durará 30 minutos e será baseada no trabalho de pesquisa em desenvolvimento dos proponentes. A segunda parte consistirá em uma discussão com o público para trocas e reflexões conjunta sobre as questões tratadas e durará 20 minutos.

Esta oficina será realizada por Pablo Nunes, doutor em Ciência Política pelo IESP/UERJ, coordenador do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) e fundador do Panóptico e da Rede de Observatórios da Segurança, e por Pedro Amaral, doutorando e mestre em sociologia pelo PPGS/UFPE, membro do Núcleo de Estudos em Políticas de Segurança (UFPE), da Surveillance Studies Network e da Surveillance in The Majority World Research Network, atuando com criptografia, hacking governamental e segurança pública.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Chelsea Manning</location>
            
            <attendee>Pedro Amaral</attendee>
            
            <attendee>Pablo Nunes</attendee>
            
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            <pentabarf:title>MESA DE ENCERRAMENTO: Para Além do Conteúdo: Soberania Tecnológica, Metadados e Vigilância na Era da IA</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>en</pentabarf:language>
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            <summary>MESA DE ENCERRAMENTO: Para Além do Conteúdo: Soberania Tecnológica, Metadados e Vigilância na Era da IA</summary>
            <description>A discussão inicial se volta sobre o conceito de soberania digital no contexto atual, em que tecnologias emergentes, como a Inteligência Artificial (IA) e a centralização de dados, estão ameaçando a autonomia e os direitos digitais de indivíduos e nações. Discutiremos como os países e as populações do Sul Global podem desenvolver infraestruturas tecnológicas que garantam sua independência das grandes potências e corporações, e como isso se conecta diretamente com o controle de dados e a proteção da privacidade.
Também haverá um panorama da vigilância dos EUA atualmente.
Em seguida, faremos a transição para a questão da vigilância baseada em metadados, um dos maiores riscos à privacidade na era digital, em que o foco não está mais no conteúdo, mas na coleta e análise de dados que podem revelar muito sobre a vida dos indivíduos. Esse ponto será explorado sob a perspectiva das ameaças que a vigilância com IA e metadados representa para os direitos humanos e a segurança digital.</description>
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            <category>Activity that takes 2 schedule slots</category>
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            <location>Chelsea Manning</location>
            
            <attendee>Chelsea Manning</attendee>
            
            <attendee>Veridiana Alimonti</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Roda de Código</pentabarf:title>
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            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Roda de Código</summary>
            <description># Roda de Código

Roda de Código é um coletivo artístico focado em arte algorítmica, com ênfase em *live coding*. Nas sessões, participantes desenvolvem códigos em um ambiente compartilhado, permitindo intervenções mútuas nos códigos uns dos outros.

Há um ano, as atividades da Roda de Código ocorrem na Casa do Povo, inicialmente como parte do programa &quot;A Casa Acolhe&quot; e, posteriormente, como residentes, integranda como &quot;Povo da Casa&quot;.

Live coding é a prática de criar música ou imagens por meio da escrita de código em tempo real. Essa abordagem oferece uma forma direta de criação, eliminando a necessidade de interfaces gráficas ou softwares proprietários como intermediários entre o criador e o computador. Sons e imagens são gerados e percebidos desde o início, com o código sendo projetado para que o público possa acompanhar sua construção e relacioná-lo ao resultado produzido.

Propomos para a Cryptorave uma apresentação de 30 minutos, seguida de uma conversa de 20 minutos.
Tech rider:
    P.A.: duas caixas com pedestais
    Projetor, tela e cabo HDMI
    Mesa(s) e cadeiras para até 8 pessoas</description>
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            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
            <url>https://cpa.cryptorave.org/cryptorave-2025/talk/PXLJGH/</url>
            <location>Ada Lovelace</location>
            
            <attendee>Gil Fuser</attendee>
            
            <attendee>Vito Macchione</attendee>
            
            <attendee>Ive Rubini</attendee>
            
            <attendee>Laure Stelmastchuk</attendee>
            
            <attendee>igor medeiros</attendee>
            
            <attendee>Lea Arafah</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Vazamento de Nudes e Revenge Porn: discussões sobre consentimento e métodos de mitigação de risco.</pentabarf:title>
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            <summary>Vazamento de Nudes e Revenge Porn: discussões sobre consentimento e métodos de mitigação de risco.</summary>
            <description>A atividade abordará o tema do vazamento de nudes e do revenge porn, discutindo as implicações legais, sociais e psicológicas dessas práticas. Serão explorados conceitos como consentimento, privacidade e violência digital, destacando o impacto dessas exposições não autorizadas nas vítimas. Além disso, serão apresentados métodos de mitigação de risco, incluindo boas práticas de segurança digital, estratégias de prevenção e recursos jurídicos disponíveis.</description>
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            <location>Ada Lovelace</location>
            
            <attendee>Gabriela Whitaker Visani</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Rede, Renda e Resistência: Prestação de Serviços no Terceiro Setor</pentabarf:title>
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            <summary>Rede, Renda e Resistência: Prestação de Serviços no Terceiro Setor</summary>
            <description>A adoção de tecnologias por movimentos sociais e organizações do terceiro setor enfrenta desafios estruturais, especialmente devido à fragmentação na escolha de ferramentas e à falta de suporte técnico especializado. Muitas dessas organizações dependem de soluções de big techs sem avaliar criticamente os riscos para a privacidade e a segurança digital. Enquanto isso, profissionais que prestam suporte a essas organizações enfrentam precarização, concorrência desigual e dificuldades na estruturação institucional.

Nosso objetivo é discutir como fortalecer esse ecossistema de prestação de serviços, garantindo que:

- Organizações possam contar com suporte técnico especializado e integrado às suas operações;

- Profissionais da área tenham condições dignas de trabalho, evitando sobrecarga e evasão para o setor privado;

- A terceirização do TI seja reavaliada para garantir uma coordenação estratégica;

- Infraestruturas autônomas sejam viáveis e sustentáveis, diminuindo a dependência de big techs;

- Modelos de financiamento e filantropia sejam compatíveis com o desenvolvimento e manutenção de infraestruturas seguras e descentralizadas.

**Eixos da Discussão:**

- Infraestruturas autônomas e soberania computacional

- Terceirização de TI e integração tecnológica

- Fortalecimento institucional dxs prestadorxs de serviços

- Governança de dados e segurança digital

- Sustentabilidade econômica e suporte contínuo

- Estratégias para a profissionalização e institucionalização dxs prestadorxs

**Formato da Mesa:**

Mesa de discussão com falas iniciais dxs participantes, seguida de debate aberto e interativo com o público. O objetivo é criar um espaço de troca e articulação para fortalecer práticas de segurança e cuidados digitais, infraestrutura autônoma e organização dxs profissionais de tecnologia que atuam no terceiro setor e movimentos sociais.

**Proponentes:**

- Mycelium Tecnologia – Lux Teixeira

- Amadi Technology – Renato Racin

- Outrxs parceirxs que serão convidadxs: nbits; rhatto/fluxo.info; rede transfeminista de cuidados digitais; vedetas/maria d&#x27;ajuda/marialab; cl4ndestina; arquivos táticos/i-motirõ/njira.tech entre outres.</description>
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            <attendee>Renato Racin</attendee>
            
            <attendee>Lux Teixeira</attendee>
            
            <attendee>Ingrid Fernandes</attendee>
            
            <attendee>batata</attendee>
            
            <attendee>PatyMori</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Tecnopolíticas de retomada: bifurcar para resistir</pentabarf:title>
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            <summary>Tecnopolíticas de retomada: bifurcar para resistir</summary>
            <description>Nosso laboratório de experimentação tecnopolítica parte de um diagnóstico aterrador ao mesmo tempo que procura encontrar caminhos contra a atual paralisia: reconhecer os bloqueios e capturas que governam nosso tempo e imaginação sem nos render, mapear os inimigos sem abrir mão daquilo que nos torna capazes de agir e do que nos vincula. E o que nos vincula? Quais as formas de vida estamos dispostos a criar e defender? 

Hoje, a situação dificilmente escapa de uma análise catrastrofista. Não só nosso sonho de liberação foi abatido, mas a reorganização dos regimes de poder e do capital se alimentaram da nossa vitalidade, transformando as noções de “liberdade”, “conhecimento aberto”, “livre circulação da informação”, “democratização da comunicação”, “inteligência coletiva”, “participação política” em ativos para a expansão e o fortalecimento dos sistemas de dominação.

Aliás: o que é autonomia? Entre outras coisas, pensamos em formas de vida que emergem nos intertícios dos circuitos de valor e espoliação do tecnocapital, territórios de interdependência multiespécie cujas formas técnicas estão voltadas à vida, à diversidade, ao tempo do cultivo lento, à reciprocidade e aos modos ativos de dispersar o poder e às formas de controle. Um território não precisa ser um espaço fisíco com fronteiras bem delimitadas, ele pode ser instituído a partir de relações que vinculam práticas e pertencimentos, cumplicidades e dissidências. 

A gramática do extrativismo constitui a economia tecnopolítica civilizatória no presente global e faz convergir modos permanentes de espoliação e gestão autoritária para converter e administrar territórios vivos em zonas passíveis de serem sacrificadas. As ditas inovações  tecnocientíficas recentes, ligadas  à  expansão  das  tecnologias  digitais  como os modelos de inteligência  artificial, por exemplo, apresentam  um  novo  ciclo  de  demanda  crescente  por energia elétrica e extração dos chamados metais raros. 

Nos parece importante voltar às perguntas mais fundamentais como, por exemplo, que tipo de produção de conhecimento nos interessa? O que entendemos por eficiência? O que é o Comum que estamos dispostos a cultivar e defender? Nos parece que em nome da “transição energética” ou dos novos conflitos militaristas se renova o espírito da ideologia tecnopolítica da Guerra Fria na qual a ideia de “avanço tecnológico”, escalabilidade, automação e eficiência passam a dar as cartas, de forma mais decisiva, na geopolítica global e na legitimidade das formas políticas coloniais de domínio.

Como nossas imaginações e práticas coletivas de transformação podem retomar os vínculos com o desejo insurgente? Se o que constitui uma máquina é, sobretudo, suas ações de concatenação – talvez nossa potência não esteja na adoção de uma forma técnica supostamente libertadora ou mais justa, mas na força que conecta nosso desejo de liberação com nossas capacidades de experimentar, já no presente, outras formas de vida.

Manifesto: https://exlab.direitosnarede.org.br/?p=129</description>
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            <attendee>Henrique Parra</attendee>
            
            <attendee>FERNANDA GLORIA BRUNO</attendee>
            
            <attendee>alana moraes</attendee>
            
            <attendee>Leonardo Foletto</attendee>
            
            <attendee>Pedro Ekman</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Entendendo as vulnerabilidades do MQTT dentro da sua casa inteligente</pentabarf:title>
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            <summary>Entendendo as vulnerabilidades do MQTT dentro da sua casa inteligente</summary>
            <description>Nesta tarefa irá ser apresentado experimentos como os white hat e red hat enxergam uma casa inteligente</description>
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            <attendee>Daniele N. Tavares</attendee>
            
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            <pentabarf:title>(Re)velando a Violência de Gênero Facilitada por Tecnologias: Da Conscientização à Ação</pentabarf:title>
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            <summary>(Re)velando a Violência de Gênero Facilitada por Tecnologias: Da Conscientização à Ação</summary>
            <description>Este workshop interativo explora a violência de gênero facilitada por tecnologias, uma questão persistente que afeta mulheres e pessoas de gêneros diversos em espaços digitais. À medida que a tecnologia molda cada vez mais o engajamento público e a segurança pessoal, a violência online contra mulheres, pessoas de gênero diverso e grupos minoritários têm se intensificado, silenciando vozes e reforçando desigualdades sistêmicas. Buscamos responder a perguntas cruciais: como as plataformas digitais permitem e amplificam estas formas de violência? Quem são os agressores e o que os motiva? Quais estratégias legais, sociais e comunitárias existem para enfrentar essas ameaças — e o que ainda precisa ser feito?

Projetado para fomentar a análise crítica, aliamos narrativas de ficção e não-ficção com diálogo participativo, utilizando a plataforma Eureka (eureka.club) — e, especificamente, o recurso “Momento Eureka” —, para fazer com que participantes interajam com trechos selecionados do livro Querido babaca, além dos documentários 15 Minutes of Shame e Another Body. Esses materiais servem como ponto de partida para discutir a evolução da violência digital, sua interseção com gênero, as desigualdades sistêmicas que a sustentam e os quem são perpetuadores - e por quê o são.

A sessão é estruturada em torno de duas discussões principais. A primeira, “Desvendando a Violência de Gênero Facilitada por Tecnologias”, explora percepções e emoções em relação a esse termo. Através das leituras selecionadas e dos documentários, examinaremos as formas e consequências da violência digital, com ênfase em discutir o comportamento de agressores: motivações e influências.

A segunda discussão, “Da Conscientização à Ação”, se volta para as soluções, analisando os marcos legais existentes, iniciativas de base e lacunas nas políticas públicas, além de focar em ações para promover mudanças de comportamento e diálogo. Os participantes serão divididos em grupos representando diferentes setores — academia, sociedade civil e formuladores de políticas — para elaborar estratégias de intervenção e propor caminhos concretos de resistência.

O workshop culmina em um “Momento Eureka”, um exercício criativo e especulativo no qual os participantes imaginam futuros digitais livres de violência. Como seriam espaços online mais seguros? Quais políticas, tecnologias e ações coletivas seriam necessárias para alcançá-los? E como engajar mudanças de comportamento para que agressores deixem de existir? Esse exercício encoraja os participantes a irem além da análise, promovendo a imaginação coletiva e a construção de agência para vislumbrar mudanças concretas.

Ao combinar reflexão pessoal, diálogo comunitário e resolução estruturada de problemas, buscamos cultivar um senso compartilhado de responsabilidade e ação. Em vez de focar exclusivamente nos danos da violência digital, oferecemos um espaço para colaboração, estratégia e (re)imaginação da tecnologia na construção de ambientes digitais mais seguros e inclusivos.</description>
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            <attendee>Leticia Hora</attendee>
            
            <attendee>Amanda Quitério de Gois</attendee>
            
            <attendee>Anna Spinardi</attendee>
            
            <attendee>Julie Ricard</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Biohacking como ato de resistência</pentabarf:title>
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            <summary>Biohacking como ato de resistência</summary>
            <description>Assim como a modificação corporal, o Biohacking é um meio expressão. 
Além de meros biochips com gifs de gatinho, essa cultura põe em prática a liberdade dos corpos, também atraindo diversas críticas. Nessa palestra, iremos discutir sobre como o Biohacking se caracteriza como ato de resistência e como isso trouxe tentativas de supressão por variados grupos</description>
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            <attendee>Matheus &#x27;h4sh3r&#x27; Gaboardi</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Womanoiser : Tocando o T-error !</pentabarf:title>
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            <summary>Womanoiser : Tocando o T-error !</summary>
            <description>Performance sonora apresentada em formato de um &quot;vídeo-show&quot; que conta com um momento de transição das telas pro corpo da artista presente. A Artista invade o próprio show projetado em vídeo e traça uma metalinguagem transmidiática ao vivo com lançamentos de três hits recentes, dois deles inéditos:
CriptoWoman: The pleasure of being an image ( improvisação ao vivo com as telas)
Odio Natural - lançado em 2024
Printfighters - Inédito
Dance Against Violence - Inédito.

Teaser: (vídeo não listado) 
https://www.youtube.com/watch?v=mY7rr3wMnuI

Web Portfolio pessoal:
(vídeo não listado) 
https://www.youtube.com/watch?v=XhYM0eHKfG8</description>
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            <category>Instalações e intervenções artísticas</category>
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            <location>Terraço</location>
            
            <attendee>Denise Nuvem</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Arte e erro através da tecnodiversidade: glitch art e outras dissidências estéticas</pentabarf:title>
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            <summary>Arte e erro através da tecnodiversidade: glitch art e outras dissidências estéticas</summary>
            <description>A fala proposta tratará de alguns aspectos centrais da minha pesquisa de mestrado, que busca uma reflexão sobre a chamada estética do erro e seus desdobramentos tecnopolíticos na atualidade, principalmente no contexto do Sul Global, partindo de uma perspectiva descolonial de margem. Serão apresentadas algumas práticas artísticas que se relacionam com o universo do glitch, do hacking e da gambiarra, bem como reflexões sobre o potencial da tecnologia em reconfigurar ações, práticas e modos de vida. Nesse sentido, cabe pensar de que forma uma apreensão tecnológica da arte (ou uma apreensão artística/experimental da tecnologia) pode ocasionar práticas de experimentação e transgressão, tanto do fazer artístico, quanto da tecnologia em si - e o quanto essa ideia de transgressão é importante para que possamos pensar e repensar a nossa realidade frente aos desafios do capitalismo tardio. A partir disso, a ideia do erro técnico pode nos fornecer uma diversidade de apreensões importantes para destrinchar esse contexto, já que o erro também pode ser entendido como uma espécie de desvio, um valor que se distancia do resultado esperado, ou seja, algo que foge à norma, ao adequado. A partir dessa ideia é preciso questionar o juízo de valor negativo em torno da ideia de erro, além de entender que a nossa relação com a tecnologia é e sempre foi mediada por uma série de erros, bugs e muito ruído. A proposta que fica então é de que nos apropriemos deste ruído, a fim de usar essas falhas - ou de provocá-las - como uma estratégia de enfrentamento ao pensamento hegemônico.  

Para contextualizar algumas dessas ideias, serão também apresentados brevemente os conceitos de imagem pobre, proposto por Hito Steyerl, e de tecnodiversidade, de Yuk Hui.

A proposta é que a apresentação seja composta por uma fala expositiva de até 30 min. + uma breve sessão para eventuais perguntas e apontamentos.</description>
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            <location>Sala de Exposições</location>
            
            <attendee>Juliana Gretzinger</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Hackeando o Monofuturo: Imaginando Futuros Tecnológicos Alternativos</pentabarf:title>
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            <summary>Hackeando o Monofuturo: Imaginando Futuros Tecnológicos Alternativos</summary>
            <description>A atual crise sistêmica do Capitaloceno (ou do Tecnoceno, como alguns autores a denominam) tem produzido e nos orientado a um futuro de limites insustentáveis para a vida no planeta. Seguindo a literatura crítica dos Estudos de Ciência, Tecnologia e Sociedade e os Estudos Críticos de Futuro, entendemos que nossos horizontes futuros não devem se basear exclusivamente em análises logocêntricas fundamentadas na racionalidade algorítmica. Portanto, é necessário cultivar visões alternativas de futuros tecnológicos que desafiem o paradigma vigente. Essa atividade consiste em uma dinâmica de imaginação de futuros por meio da subversão de artefatos tecnológicos associados ao ordenamento sociotécnico dos algoritmos. Os participantes da sessão serão convidados a desconstruir (hackear) desenhos tecnológicos hegemônicos e subvertê-los a partir de imaginários de futuros desejáveis. O processo de desconstrução será orientado por três questões centrais. Em primeiro lugar, o artefato em si; isto é, explorar sua materialidade (por exemplo: sua aparência, o material de que é feito, a incorporação de outras tecnologias, seus componentes e seu desenho). Em segundo lugar, identificar a rede de relações na qual esse artefato está inserido e que o (des)estabiliza, ou seja, sua dimensão sociotécnica (por exemplo: Quem usa esse artefato? Quais são os padrões de autoridade associados a esse artefato? Quais atores têm a capacidade de produzi-lo? Quais atores defendem/contestam o uso desse artefato? Que tipos de valores estão incorporados no design desse artefato? Quais são as implicações desse artefato para o meio ambiente?) Por fim, explorar a futuridade imbuída nesses artefatos (Que tipo de futuro esse artefato aponta? Qual é o poder persuasivo dessa visão? Quem gostaria de viver nesse futuro? Quem não gostaria? Que impacto potencial essa visão de futuro poderia ter? Qual seria o padrão futuro de relações com o meio ambiente?). Em um segundo momento, a partir de suas vivências e realidades, os participantes serão instigados a aspirar futuros tecnológicos alternativos e desejáveis. Com esses imaginários em vista, coletivamente subverteremos as dimensões materiais e sociotécnicas dos artefatos hegemônicos previamente explorados.</description>
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            <attendee>Jonathan de Araujo de Assis</attendee>
            
            <attendee>Cássio Aparecido Gimenes Nakashima Júnior</attendee>
            
            <attendee>Murilo da Silva</attendee>
            
            <attendee>Marianna Braghini Deus Deu</attendee>
            
            <attendee>Maria Paula Morabito Pimentel</attendee>
            
            <attendee>Mariana Janot</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Online Dating e Inteligência Artificial: onde estamos e o que esperar para o futuro?</pentabarf:title>
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            <summary>Online Dating e Inteligência Artificial: onde estamos e o que esperar para o futuro?</summary>
            <description>O inverno dos aplicativos de online dating tem feito com que as empresas responsáveis pelos dating apps tenham investido no desenvolvimento de funções e novas ferramentas com Inteligência Artificial incorporada. Essa mudança ainda tem ocorrido de forma mais lenta, mas tende a acelerar nos próximos meses. 
A proposta de atividade visa, portanto, expor qual é o cenário atual, trazendo dados sobre as funções e serviços já existentes, os anúncios feitos pelas empresas que podem indicar tendências em curto prazo, discutindo criticamente questões relacionadas à privacidade. Por exemplo, aplicativos como Iris e Aimm utilizam dados biométricos dos usuários para propor potenciais matches para os usuários e já estão em operação em 2025. Nessa primeira exposição, debateremos limites éticos e riscos sociais, como reforço de racismo, estereótipos de gênero e classe no uso dessas ferramentas na proposta atual.
Na segunda fase, será exposto como esses apps tem sido refúgios para grupos marginalizados, que encontram espaço seguro para exercerem sua sexualidade e minimizar riscos que poderiam ocorrer em outros ambientes. Isso foi apontado no relatório State of Dating v.2, publicado em 2024 e elaborado em parceria entre o Feeld e a pesquisadora Apryl Williams (autora do livro “Not my Type: Automating Sexual Racism in Online Dating”). No documento, foi apontado que pessoas queer, trans, não-binárias são 83% mais propensas a optarem por conexões online do que presenciais, em comparação com usuários heterossexuais desses serviços, devido à confiança e segurança. Por isso, não é possível negar a importância desses serviços para grupos discriminados socialmente.
Na terceira fase, a ideia é propor uma discussão coletiva e colaborativa para refletir sobre como ter serviços de online dating, em uma potencial nova fase desses serviços que será orientada pela adoção de funções baseadas em IA, sobre como poderia ser possível ter serviços seguros, com maior privacidade, que reduzam reforços de discriminações para diversos grupos e que priorizem a segurança dos usuários.
Desta forma, a atividade terá a seguinte estrutura:
•	Primeira etapa: expositiva sobre o cenário atual da adoção de IA nos serviços de online dating e tendências futuras, trazendo reflexões críticas sobre as proposições atuais. Tempo: 15 minutos.
•	Segunda etapa: expositiva sobre como esses espaços têm sido utilizados por grupos que são discriminados socialmente para proporcionar maior segurança nas suas buscas por potenciais parcerias afetivo-românticas e afetivo-sexuais. Tempo: 15 minutos.
•	Terceira etapa: discussão com os participantes, com perguntas disparadoras, para debater como é possível ter um online dating que priorize a segurança dos usuários, privacidade e que não reproduza vieses discriminatórios em seu uso. Espaço também para perguntas sobre o tema e tempo extra em caso de contratempos. Tempo previsto: 20 minutos.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <attendee>Luciana Rodrigues</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Audionovela: uso da ficção em áudio nas redes de internet comunitária</pentabarf:title>
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            <summary>Audionovela: uso da ficção em áudio nas redes de internet comunitária</summary>
            <description>Ao propormos no Bairro do Souzas, morada da rede de internet comunitária Portal sem Porteiras, a criação de uma cartografia focada no reconhecimento e valorização de mulheres do território, nos deparamos com uma realidade não surpreendente mas impactante: evidências de um patriarcado que violenta e constrange emergiram nas falas de muitas durante os encontros do projeto de pesquisa. 
O mapa ficou pronto e se tornou uma das atrações hospedadas na servidora da rede local da PSP. Já o conteúdo de algumas das partilhas, se exposto em sua realidade nua e crua, traria vulnerabilidade para as detentoras das histórias. Especialmente dado o contexto da pequena vila rural onde nos conhecemos todes tão intimamente. Mas como esse conteúdo poderia ser omitido e ignorado?
No desejo de abordar as tantas problemáticas que brotaram mas também preservar e proteger as mulheres que corajosamente se abriram, Marcela Guerra e Luisa Bagope decidiram por usar da ferramenta da ficção e da produção de áudio para dar vazão ao que pedia passagem. Através da criação de uma história baseadas nos fatos mas recoberta pelo verniz da ficção, encontraram uma maneira de trazer à pauta aquilo que se refugiava no silêncio.
Os próprios moradores do bairro protagonizaram essa história, participando como atores que deram voz às personagens, e auxiliaram na gravação dos efeitos sonoros que trazem dinâmica e vida à produção.
Assim nasceu &quot;O Segredo da Montanha&quot; e em seguida &quot;Forasteiros&quot;, duas produções originais do bairro do Souzas. 

A atividade visa fazer uma breve apresentação da técnica da audionovela como dispositivo para fortalecer processos comunitários e reforçar a ideia do uso da ficção como meio abordar assuntos desconfortáveis e complexos em contextos nos quais há maior risco ou resistência.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Sala de Exposições</location>
            
            <attendee>Luisa Bagope</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Birosca - cuidados, mulheres e tecnologia</pentabarf:title>
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            <summary>Birosca - cuidados, mulheres e tecnologia</summary>
            <description>Através de depoimentos de 6 integrantes - Isabela Fernandes, Elisa Ximenes, Ianni Luna, Foz, Aline Freitas e Narrira, a narrativa conta um pouco da militância de pessoas que sonhavam com uma internet livre, democrática, acessível e diversa. Direção Kit Menezes. Montagem Lares Lares. Trilha sonora Gylez. Música original Isadora Fernandes. Produção Executiva Liene Saddi. Apoio APC.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Sala de Exposições</location>
            
            <attendee>Kitmenezes@gmail.com</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Spywares no Brasil: Resistência e Contra Vigilância</pentabarf:title>
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            <summary>Spywares no Brasil: Resistência e Contra Vigilância</summary>
            <description>A proposta consiste em um debate interativo sobre o uso de spywares no Brasil e as estratégias de resistência desenvolvidas pela sociedade civil. O Malhas Digitais, programa de apoio a análises forenses de spywares, apresentará casos concretos de monitoramento ilegal, os impactos da vigilância governamental e corporativa, e os desafios técnicos e políticos para mitigar tais ameaças.
Projetos do Malhas Digitais:
- “Aprimorando a cadeia de suporte em linhas de ajuda feminista: Guias de procedimentos para detecção de ameaças digitais avançadas”, da MariaLab, uma organização feminista brasileira sem fins lucrativos que atua na intersecção entre gênero, tecnologias e política.
- “Ferramenta de Análise Forense para Detecção de Spywares em Dispositivos Móveis adaptada para o contexto brasileiro”, da Associação Todas as Letras, uma organização sem fins lucrativos formada majoritariamente por pessoas LGBTQIA+ da área de tecnologia, comprometida em promover inclusão e capacitação tecnológica para grupos vulnerabilizados. 
- “Controle e Vigilância da Presença Online de Corpos Femininos com o Uso de Spywares”, do Instituto de Referência em Internet e Sociedade (IRIS), que é um centro de pesquisa independente e interdisciplinar, dedicado a produzir e comunicar conhecimento científico sobre os temas de internet e sociedade, defendendo e fomentando políticas públicas que avancem os direitos humanos na área digital.

A sessão também será um espaço para compartilhar as experiências de pesquisadores, ativistas e desenvolvedores que trabalham com detecção e análise de spywares, explorando soluções de contra vigilância e ferramentas de proteção digital.
Formato da atividade:
Apresentação introdutória sobre spywares no Brasil e na América Latina.
Discussão sobre casos concretos e o impacto dos spywares nos direitos fundamentais.
Apresentação dos projetos apoiados pelo Malhas Digitais e suas metodologias.
Debate interativo com os participantes sobre resistência digital e estratégias de segurança.
Convidades:
- Conselho Malhas Digitais (Amarelu, Diego Cerqueira e Lux Teixeira).
- Representantes dos projetos financiados pelo Malhas Digitais (IRIS, MariaLab e Todas as Letras).
- Especialistas em análise de malware e segurança digital. (Paul Aguilar SocialTIC)</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Sala de Exposições</location>
            
            <attendee>Vinicius Fernandes da Silva</attendee>
            
            <attendee>Lux Teixeira</attendee>
            
            <attendee>Ana Bárbara Gomes</attendee>
            
            <attendee>Thaly</attendee>
            
            <attendee>Pedro Saliba</attendee>
            
            <attendee>Luiza Dutra</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Extrativismo de dados, mais-valor comportamental e mercado de dados: por que ignoramos a produção das TICs?</pentabarf:title>
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            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Extrativismo de dados, mais-valor comportamental e mercado de dados: por que ignoramos a produção das TICs?</summary>
            <description>Apresentaremos, entre 25 e 30 minutos, uma breve recensão de parte da bibliografia crítica mais relevante sobre as tecnologias da informação e comunicação nos últimos dez anos, a saber, as reflexões do economista bielorusso naturalizado italiano Evgeny Morozov, da pesquisadora norteamericana Shoshana Zuboff e do cientista político brasileiro Sérgio Amadeu da Silveira. A escolha desses três autores se deve ao fato de sua influência nos discursos políticos progressistas nos últimos tempos: Morozov vem se tornando uma referência internacional na crítica ao discurso do Vale do Silício, fazendo palestras ao redor do mundo; A era do capitalismo de vigilância de Zuboff é um best-seller mundial; Sérgio Amadeu da Silveira é a principal figura pública relacionada ao movimento do software livre no Brasil desde o início dos anos 2000, tendo sido presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação no primeiro governo Lula.
Pretendemos defender que, apesar de suas contribuições relevantes, sobretudo no que diz respeito à análise do processo de coleta massiva de dados pessoais e seus impactos sociais e políticos, esses autores desconsideram a estrutura material das TICs, fundamental para a compreensão da constituição desse fenômeno, de acordo com Julian Assange. Assim, se, por um lado, esses autores criticam a ideia de neutralidade atribuída pelo Vale do Silício a essas tecnologias, mostrando como as TICs reforçam hierarquias e desigualdades sociais e minam a política democrática; por outro lado, retomam, involuntariamente, como decorrência da análise do consumo, a ideia de neutralidade das TICs ao defenderem a possibilidade do uso alternativo dessas mesmas tecnologias em uma outra configuração política e social, índice de como o interesse por uma saída política pode prejudicar a própria análise do fenômeno: Morozov, na sua crítica do extrativismo de dados realizado, sobretudo, pelas empresas do Vale do Silício, e sua ideologia – o solucionismo tecnológico –, argumenta em favor de uma apropriação pública dos dados, o que ainda subestimaria os efeitos sociais e políticos da coleta e armazenamento de dados pelo Estado; Zuboff, na análise da extração do mais-valor comportamental (behavioral surplus) pelas empresas de tecnologia, subestimaria a extração de mais-valor no interior das fábricas de semicondutores (como elaborada por Marx em O capital); por fim, Amadeu, na reflexão sobre os algoritmos, o mercado de dados e o colonialismo digital, defende a soberania digital como uma solução, o que subestimaria a divisão internacional do trabalho e a tendência centralizadora de produção das TICs e, portanto, sua natureza antidemocrática.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Sala de Exposições</location>
            
            <attendee>Gisele Zanola</attendee>
            
            <attendee>Otto da Rosa</attendee>
            
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            <pentabarf:event-slug>-LNKUNM</pentabarf:event-slug>
            <pentabarf:title>Democratizar o Acesso: Dados como Ferramenta para Comunidades Vulnerabilizadas</pentabarf:title>
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            <summary>Democratizar o Acesso: Dados como Ferramenta para Comunidades Vulnerabilizadas</summary>
            <description>Essa atividade será conduzida no formato de roda de conversa, proporcionando um espaço dinâmico de experimentação e debate sobre a acessibilidade dos dados de conectividade da ANATEL. O objetivo é garantir que a disponibilização dessas informações sirva como uma ferramenta concreta para a sociedade civil reivindicar direitos, monitorar políticas públicas e fortalecer a luta por conectividade significativa. A atividade será dividida em três momentos principais, visando estimular o engajamento dos participantes na identificação de barreiras e na construção de soluções. No primeiro momento, os mediadores farão uma contextualização inicial, apresentando como os dados de conectividade são atualmente disponibilizados e como sua estrutura técnica pode dificultar a apropriação por movimentos sociais e comunidades vulnerabilizadas. Serão exibidos exemplos concretos de painéis e planilhas da ANATEL, evidenciando os desafios de interpretação que limitam o uso estratégico dessas informações. A partir dessa provocação, os participantes serão estimulados a refletir sobre a desigualdade no acesso à informação e a necessidade de tornar esses dados mais democráticos. Em seguida, a atividade entrará em uma fase de análise e experimentação, na qual os participantes, organizados em pequenos grupos, interagirão com diferentes formatos de apresentação de dados, como gráficos complexos, tabelas técnicas e mapas interativos. Cada grupo será desafiado a identificar dificuldades de compreensão, apontar aspectos que dificultam a interpretação e sugerir ajustes para tornar essas informações mais acessíveis e utilizáveis para um público amplo. Durante essa dinâmica, os mediadores circularão entre os grupos, conduzindo reflexões sobre a relação entre o formato dos dados e sua aplicabilidade prática na formulação e incidência sobre políticas públicas. Por fim, os participantes serão convidados a sintetizar as discussões em uma construção coletiva. Utilizando cartolinas e canetas coloridas, cada grupo criará um esboço de um painel de dados ideal, indicando quais elementos deveriam estar presentes para tornar essas informações mais compreensíveis e estratégicas. O exercício será focado na clareza da linguagem, na organização visual dos dados e na usabilidade da informação como ferramenta de transformação social. Ao final, cada grupo apresentará sua proposta, promovendo um debate coletivo sobre quais soluções podem ser aplicadas para aprimorar a disponibilização dos dados da ANATEL. Como resultado da atividade, além da construção coletiva de conhecimento, as contribuições geradas nesta atividade serão sistematizadas e incorporadas em um documento com recomendações, consolidando as reflexões do grupo e oferecendo insumos concretos para a melhoria da transparência e acessibilidade dos dados de conectividade. Esse material será posteriormente compartilhado com órgãos públicos e demais atores envolvidos na agenda de conectividade significativa, ampliando o impacto da iniciativa e fortalecendo a participação social na formulação de políticas públicas mais inclusivas.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Sala de Exposições</location>
            
            <attendee>Vitória Santos</attendee>
            
            <attendee>Wilson Guilherme</attendee>
            
            <attendee>Paloma Rocillo</attendee>
            
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            <pentabarf:event-slug>-KNTLER</pentabarf:event-slug>
            <pentabarf:title>Tecnologias Trans e Autonomia Digital: Corpos Dissidentes na Construção de Outras Redes</pentabarf:title>
            <pentabarf:subtitle></pentabarf:subtitle>
            <pentabarf:language>pt-br</pentabarf:language>
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            <summary>Tecnologias Trans e Autonomia Digital: Corpos Dissidentes na Construção de Outras Redes</summary>
            <description>Esta atividade propõe uma reflexão corporificada sobre tecnologia, partindo da minha trajetória como pessoa transmasculina (boyceta), periférica e cooperativista. Na Argentina, ao participar do evento sudoAmérica e conhecer cooperativas como Código Libre, percebi como infraestruturas autônomas são vitais para corpos dissidentes.

Três eixos estruturarão a palestra:

&quot;Boyceta como hackeamento de gênero&quot;:

Como o termo (criado por um transmasculino indígena) desestabiliza o binarismo e o falocentrismo;

Paralelos entre Pajubá (dialeto trans brasileiro) e criptografia como códigos de sobrevivência.

Cooperativismo como tecnologia dissidente:

Experiências da Señoritas Courier (Brasil) e FACTTIC (Argentina);

Por que &quot;igualdade&quot; não basta: tecnologias devem considerar condições desiguais de existência.

Privacidade trans e segurança digital:

Crítica à vigilância de gênero em plataformas tradicionais;

Estratégias de anonimato e autonomia em redes alternativas.

Formatos:

&quot;Performance:&quot; Exibirei minha tatuagem (ilustração criada durante a transição) e trechos da música Tem Treta Lá (PAMKA);

Interação: Pergunta inicial ao público: &quot;Quantos de vocês já precisaram criptografar sua identidade para existir?&quot;;

Debate final: Como coletivos podem construir ferramentas livres que incluam transmasculinidades. 

Por que na CryptoRave?

Alinha-se com os temas privacidade, e infraestruturas autônomas;

Traz a perspectiva transmasculina, pouco discutida mesmo em espaços LGBTQIAPN+;

Propõe uma tecnologia corporificada, que parte de corpos fora da norma.

Necessidades técnicas: projetor para slides (com imagens da ilustração) e caixa de som para áudio breve;

Caso aprovada, a atividade pode ser expandida para uma oficina sobre comunicação segura para coletivos trans.</description>
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            <attendee>Joaquim Renato Alves de Souza</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Seletor Fantasma - os artistas que ouvimos, mas não existem</pentabarf:title>
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            <summary>Seletor Fantasma - os artistas que ouvimos, mas não existem</summary>
            <description>Nos últimos anos a 300noise investigou as playlists fantasmas do Spotify; seleções feitas pelos editores e funcionários da própria plataforma que contém mais de 70% de artistas que não existem. Esse fenômeno, que antes envolvia compositores contratados para criar centenas de faixas genéricas, agora depende apenas de Inteligência Artificial e um cenário de desregulamentação das redes e da vulnerabilidade em torno dos direitos autorais de compositores e artistas que estão reféns de plataformas de streaming e algoritmos digitais. Além disso, o cenário de 2025 é desanimador; a inclinação das big techs e setores de tecnologia para a extrema direita em prol da manutenção do status quo das redes, a legislação inglesa sobre IA que permite o uso de arte para treinar softwares e a precarização de profissionais do setor da música são temas centrais da discussão. Nossa proposta é apresentar essa conjuntura, mostrar os impactos dessas tecnologias no setor da música e discutir as saídas possíveis.</description>
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            <location>Edward Snowden</location>
            
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            <pentabarf:title>O CDC e LGPD na proteção dos consumidores</pentabarf:title>
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            <summary>O CDC e LGPD na proteção dos consumidores</summary>
            <description>A crescente digitalização da vida cotidiana trouxe inúmeros benefícios, mas também desafios significativos para a segurança dos consumidores e cidadãos. Pesquisa realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) revela que os usuários da internet no país demonstram preocupação com compras pela internet, acesso a páginas de aplicativos de bancos e o uso de redes sociais. Diante desse cenário, garantir um ambiente digital seguro e confiável tornou-se essencial.

O Código de Defesa do Consumidor (CDC) estabelece diretrizes fundamentais para a proteção dos consumidores, incluindo o direito à informação clara e à segurança nas relações de consumo. Esses princípios são essenciais para que os consumidores tomem decisões informadas. Além disso, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) reforça a necessidade de transparência e responsabilidade no tratamento de dados, garantindo maior controle dos cidadãos sobre suas informações pessoais.

Nesta palestra, serão apresentados casos práticos e estratégias eficazes para que consumidores se protejam no ambiente digital. Serão abordados temas como:

*Boas práticas para compras online seguras, incluindo identificação de sites confiáveis e políticas;
*Medidas de segurança ao acessar aplicativos bancários, como autenticação em dois fatores e reconhecimento de tentativas de fraude;
*Proteção contra golpes e desinformação em redes sociais, incluindo a importância da checagem de fontes e da privacidade dos dados compartilhados. 

Com a evolução constante do mercado digital e das ameaças cibernéticas, é imprescindível que os consumidores desenvolvam uma postura proativa em relação à sua segurança. A palestra visa fornecer orientações práticas e acessíveis, capacitando o público a adotar medidas de proteção.</description>
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            <location>Edward Snowden</location>
            
            <attendee>Manuela Silva</attendee>
            
            <attendee>Leonardo Werlang</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Privacy Red Team e IA</pentabarf:title>
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            <summary>Privacy Red Team e IA</summary>
            <description>Nesta palestra, exploraremos o conceito de Privacy Red Teaming e como ele pode ser aplicado no contexto da Inteligência Artificial (IA) para proteger a privacidade dos dados. Privacy Red Teams são equipes especializadas que simulam ataques para identificar vulnerabilidades em sistemas de privacidade, garantindo que as políticas e práticas de privacidade de uma organização sejam robustas e eficazes.</description>
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            <location>Edward Snowden</location>
            
            <attendee>Jenniffer da Costa Patrocinio</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Provedores Comunitários para Conectividade Significativa</pentabarf:title>
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            <summary>Provedores Comunitários para Conectividade Significativa</summary>
            <description>A conectividade significativa vai além do acesso à internet: exige infraestrutura estável, preço acessível, conteúdo relevante e controle comunitário. No Brasil, 84% da população está online, mas as periferias e zonas rurais dependem de redes móveis limitadas (3G/4G) ou serviços informais, que perpetuam exclusão. Provedores comunitários surgem como alternativa, como mostra o projeto de Wi-Fi nas Cozinhas Solidárias do MTST: em ocupações, a internet gratuita virou ferramenta para cadastros em programas sociais, comunicação familiar e até produção de conteúdo local.
Mas os desafios são distintos em cada território. Em áreas urbanas, como ocupações, a infraestrutura das grandes operadoras está saturada, e redes comunitárias enfrentam burocracia da ANATEL. Já em comunidades rurais e tradicionais (como quilombos), a falta de investimento estatal exige soluções criativas, como a Rede Mocambos, que usa rádio e software livre para conectar territórios isolados. Movimentos como o MariaLab combinam tecnologia e ativismo, promovendo oficinas de segurança digital e soberania tecnológica para mulheres e grupos marginalizados.
Para que a conectividade seja de fato significativa, é preciso letramento digital crítico. Nas Cozinhas Solidárias, por exemplo, muitos usuários só acessam a internet via celular, com dificuldades em serviços básicos (como criar um e-mail ou acessar o GOV.br). Oficinas que simplificam etapas e explicam riscos (desinformação, vigilância de dados) são tão urgentes quanto a infraestrutura física.
A palestra também debate políticas públicas: como adaptar marcos regulatórios (como o Marco Civil da Internet) para apoiar redes comunitárias, garantindo financiamento e sustentabilidade. Propõe ainda a criação de servidores locais em territórios, armazenando conteúdos educativos e culturais — reduzindo a dependência de plataformas globais.
Por fim, defendemos que a soberania digital começa na base: com tecnologias a serviço de quem luta por moradia, terra e direitos. Provedores comunitários não são apenas &quot;internet grátis&quot;, mas ferramentas de transformação social, capazes de fortalecer laços locais e pressionar por um futuro digital mais justo.</description>
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            <location>Edward Snowden</location>
            
            <attendee>Alexandre Costa Barbosa</attendee>
            
            <attendee>Rafael Camargo Tafarello</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Cidades brasileiras entre pesadelos distópicos, presentes vigiados e futuros possíveis: Uma oficina sobre vigilância urbana massiva a partir da disputa de imaginários</pentabarf:title>
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            <summary>Cidades brasileiras entre pesadelos distópicos, presentes vigiados e futuros possíveis: Uma oficina sobre vigilância urbana massiva a partir da disputa de imaginários</summary>
            <description>A oficina contará com uma pessoa facilitadora e será dividida em dois grandes blocos de 50 minutos cada
No primeiro momento, as pessoas participantes serão organizadas em um grande semicírculo. No centro do espaço da oficina, serão colocadas 10 folhas contendo a reprodução gráfica de artefatos culturais que envolvem a temática da vigilância a partir de cenários distópicos, especialmente em contextos urbanos. Esses materiais incluirão trechos de obras literárias do gênero distópico, capturas de tela de obras audiovisuais e outros exemplos visuais baseados em expressões culturais.
Um dos elementos-surpresa será a inclusão, entre os materiais apresentados, de registros não fictícios de espaços urbanos brasileiros. A intenção é provocar a reflexão sobre como determinadas narrativas distópicas encontram paralelos concretos na realidade do país. 
Após a leitura desses registros, tanto ficcionais quanto reais, será conduzido um momento de discussão coletiva, orientado por perguntas-chave. Entre as “perguntas-chave”, destacam-se: i) Como este artefato cultural exemplifica violações ao direito à liberdade de expressão e de reunião? De que forma a tecnologia digital se insere nesse contexto?; ii) “Quais as diferenças entre esse exemplo ficcional e situações  retratadas em notícias factuais do nosso dia a dia?”; iii)  Qual o grau de aceitação pública quanto ao uso dessas tecnologias de vigilância?”; iv) “A população afetada sabe que está sendo monitorada e as razões disso?”; v) “Há meios para fiscalizar o uso dessas tecnologias? As informações básicas estão disponíveis publicamente?”.
Outra problematização importante proposta nesse momento da oficina é a necessidade de incorporar perspectivas interseccionais de raça, gênero, classe e capacidade à análise crítica das distopias urbanas.  Isso significa refletir como os  vieses discriminatórios impactam em cada etapa do desenvolvimento e uso das tecnologias de vigilância, sobretudo em relação a grupos violentados e vulnerabilizados por agências estatais e pela estrutura socioeconômica.
O segundo momento da oficina seria destinado a um movimento reverso de imaginação utópica. A partir do contraste  com os exemplos discutidos anteriormente,  será proposta a criação coletiva de visões de cidades sem vigilância, especialmente no que se refere à vigilância digital. Para isso, serão distribuídas 10 folhas em branco e, a partir de novas perguntas-chave, imaginaremos o que queremos para garantir um espaço urbano sem vigilância, as alternativas e possibilidades.  Dentre as perguntas-chave, destacam-se i) “É possível resistir  aos espaços vigiados nas cidades? De que forma?”; ii) “A transparência algorítmica é suficiente para garantir o direito à informação sobre o  uso de dados pessoais na segurança pública?; iii) Pode-se atribuir responsabilidade à Administração Pública pelo uso abusivo dos dados biométricos?; iv) “Há mecanismos eficazes para assegurar que o direito à informação sobre o uso de dados seja efetivo?”</description>
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            <location>Edward Snowden</location>
            
            <attendee>Pedro Diogo Carvalho Monteiro</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Apagamento Digital: Perda da Memória Web Brasileira</pentabarf:title>
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            <summary>Apagamento Digital: Perda da Memória Web Brasileira</summary>
            <description>Em meio a transições políticas que têm gerado um crescente apagão de dados em plataformas digitais e a ataques cibernéticos que comprometem a segurança das informações na Web, torna-se essencial repensar a forma como lidamos com o patrimônio digital nacional, produzido cotidianamente. Esta proposta busca abordar a preservação digital e a criação de políticas públicas voltadas para a proteção de conteúdos da Web, considerados patrimônio digital nacional por registrar a memória e a cultura digital de nossa sociedade.

No Brasil, as discussões políticas e legais sobre a preservação do patrimônio digital avançam de forma lenta e carecem de ações concretas para minimizar as perdas contínuas de informações sobre a sociedade. A falta de uma estratégia robusta resulta na perda de uma parte importante da memória digital brasileira. Nesse sentido, a preservação desse conteúdo depende de ações eficazes que reduzam a perda de informações digitais relacionadas as questões de direitos humanos, movimentos sociais, manifestações culturais populares, registros linguísticos, referências dos povos indígenas, assim como percepções étnico-raciais e de identidade de gênero, que são frequentemente publicadas e expostas na Web.

Dentro desse cenário, a proposta é sensibilizar a comunidade da CryptoRave sobre a urgência de preservar o conteúdo público disponível na Web. A discussão será dividida em dois blocos: 1) uma análise do panorama nacional e internacional, apresentando exemplos de iniciativas de arquivamento e destacando a necessidade de políticas públicas para a preservação do conteúdo Web brasileiro; 2) a partir do projeto Graúna (Nupef), apresentar uma visão prática, com sugestões de ferramentas e recursos para o arquivamento de páginas da Web. A proposta será apresentada em duas sessões de 20 minutos, seguidas por 10 minutos para perguntas da audiência.</description>
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            <location>Edward Snowden</location>
            
            <attendee>Paulo Carretta</attendee>
            
            <attendee>Zeilane Fernandes</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Homelab e self-hosting: privacidade e segurança digital em um ambiente de testes e aprendizado.</pentabarf:title>
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            <summary>Homelab e self-hosting: privacidade e segurança digital em um ambiente de testes e aprendizado.</summary>
            <description>A dependência de serviços em nuvem cresceu exponencialmente, trazendo conveniência, mas também riscos significativos à privacidade e segurança digital. Empresas coletam e monetizam nossos dados enquanto controlam o acesso às plataformas que usamos diariamente. Mas e se pudéssemos hospedar nossos próprios serviços e recuperar esse controle?

Nesta palestra, mergulharemos no mundo do homelab e do self-hosting, abordando como construir um ambiente seguro e eficiente para armazenar dados, rodar aplicações próprias e experimentar tecnologias sem depender de terceiros.

Vamos explorar:

- O que é um homelab e por que montar um?
- Principais serviços que você pode autohospedar (Nextcloud, Pi-hole, VPNs, servidores de mídia, entre outros).
- Aspectos de segurança e privacidade para proteger sua infraestrutura doméstica.
- Ferramentas e boas práticas para gerenciar seu ambiente de forma eficiente.
- Casos de uso reais e benefícios do self-hosting para aprendizado e desenvolvimento profissional.

Seja você um iniciante curioso ou um profissional experiente, essa palestra trará insights valiosos sobre como tornar-se menos dependente de serviços centralizados, promovendo maior autonomia digital e domínio sobre seus próprios dados.</description>
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            <location>Edward Snowden</location>
            
            <attendee>Lucas Figueira Harada</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Como ser Comunista e usar as tecnologias mais avançadas para a Revolução</pentabarf:title>
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            <summary>Como ser Comunista e usar as tecnologias mais avançadas para a Revolução</summary>
            <description>Infoproletários e a ComunaTec debatem se e como o comunista pode usar as tecnologias mais atuais para a revolução. Porque devemos lutar contra o sistema capitalista. Como pensar estratégias de longo prazo para o trabalho de derrubada do capitalismo. Criptografia e outras tecnicas para uso dos revolucionários, qual será a mais efetiva? Como nos organizar para garantir um resultado revolucionário.</description>
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            <location>Aaron Swartz</location>
            
            <attendee>ComunaTec</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Sem Janelas Quebradas: Mantendo Seu Ambiente Organizado</pentabarf:title>
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            <summary>Sem Janelas Quebradas: Mantendo Seu Ambiente Organizado</summary>
            <description>Entropia é um conceito da Física que se refere a quantidade de &quot;desordem&quot; de um sistema. De acordo com as leis da termodinâmica, a entropia sempre tende a aumentar. Podemos usar essa analogia em um projeto de software (comumente chamado de &quot;débito técnico&quot;), mas também em como organizamos nossas comunidades, quando deixamos de tomar pequenas decisões que se acumulam tornando nosso ambiente mais desorganizado, dificultando o nosso avanço e nosso projetos. Quando falamos de desenvolvimento de software, criamos débito técnico quando escrevemos código sem testes, não nos preocupamos com padrões de nomenclatura, processos bem definidos em nossas equipes. Se pensarmos em uma comunidade, decisões sobre em que plataformas vamos utilizar para nos comunicar, como vamos agir com pessoas que não tenham comportamente adequado (código de conduta), organização do espaço físico (caso a comunidade possua um) são todas pequenas janelas que podem ir se quebrando aos poucos até chegar um momento que não conseguimos mais realizar nossos projetos e objetivos. Nesta palestra/conversa quero discutir o que podemos fazer para evitar isso e ideias de pequenas atitudes que podemos ter para manter a ordem em um ambiente que tende a desordem.</description>
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            <location>Aaron Swartz</location>
            
            <attendee>Renne Rocha</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Experiência do Núcleo de Tecnologia do MTST no Ensino de Programação</pentabarf:title>
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            <summary>Experiência do Núcleo de Tecnologia do MTST no Ensino de Programação</summary>
            <description>O Núcleo de Tecnologia do MTST leva cursos de programação para periferias de SP, desmitificando o que é a tecnologia. Nossa experiência mostra que a educação tecnológica popular é essencial para alcançar soberania digital, não apenas formar mão de obra barata, mas capacitar comunidades a criar soluções próprias. Discutiremos metodologias, desafios e como a tecnologia pode ser uma ferramenta de transformação social quando aliada a projetos coletivos.</description>
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            <location>Aaron Swartz</location>
            
            <attendee>Deborah Quenia Gouveia Foroni</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Lançamento do projeto Dinheiro Público Código Público</pentabarf:title>
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            <summary>Lançamento do projeto Dinheiro Público Código Público</summary>
            <description>Por que não é exigido por lei que software criado com dinheiro público, dos contribuintes, seja disponibilizado publicamente? Serviços digitais oferecidos e utilizados pelas administrações públicas são infraestrutura crítica para a soberania das nações no século XXI.
Para garantir sistemas confiáveis, os organismos públicos devem ter total controle sobre os softwares utilizados. No entanto, isso raramente acontece devido às licenças dos softwares utilizados que proíbem a abertura e compartilhamento de código. Isso impede a realização de auditoria coletiva do mesmo, impossibilita a cooperação entre as administrações públicas - uma vez que é comum que mais de uma administração precise de um mesmo software - e, por fim, impossibilita que a nação tenha soberania sobre as informações que trafegam nestes softwares.
Além disso, as licenças fechadas dos softwares contratados pela administração pública corroboram para o surgimento de monopólios de poucas empresas como únicas prestadoras de assessoria, uma vez que inviabilizam a concorrência, tendo como resultado aumento dos gastos públicos e administrações dependentes de um número limitado de empresas para desenvolvimento de soluções tecnológicas
Por isso precisamos de softwares que ajudem as administrações públicas a terem controle sobre suas infraestruturas digitais, que promovam a soberania digital da nação, garantam ao poder público independência das empresas fornecedoras, estimulem a concorrência e ainda promovam a inter-cooperação entre as diversas instâncias do setor público.
O Software Livre e de Código Aberto é um bem público moderno que permite que todos possam usar, estudar, partilhar e melhorar. As licenças de Software Livre e de Código Aberto oferecem salvaguardas contra a dependência de poucos fornecedores e garantem que o código-fonte esteja acessível para ser auditado coletivamente e, potencialmente, descobrir e corrigir falhas sem a dependência de um prestador de serviços específico.
Neste sentido, a Comunidade Software Livre #43 está lançando a plataforma Dinheiro Público, Código Público - baseada na campanha de mesmo nome realizada pela Free Software Foundation Europe (FSFE) - com o objetivo de realizar o abaixo assinado de uma carta aberta exigindo que todo software desenvolvido com recursos públicos tenham seu código disponível, que tenham licenças livres e que a colaboração por parte da sociedade civil seja considerada no próprio processo de desenvolvimento.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Aaron Swartz</location>
            
            <attendee>Lívia Gouvêa</attendee>
            
            <attendee>Tiago Bugarin</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Quantum Safe - Como a computação quântica impacta nos esquema de segurança que utilizamos hoje</pentabarf:title>
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            <summary>Quantum Safe - Como a computação quântica impacta nos esquema de segurança que utilizamos hoje</summary>
            <description>Empresas como IBM, Microsoft e Google estão investindo bilhões de dólares no desenvolvimento de um processador quântico. O computador quântico tem a possibilidade de quebrar quase todos os algoritmos utilizados na nossa vida cotidiana. A palestra é um bate-papo sobre o tema e como podemos nos organizar para construir uma base de sistemas que utilizem algoritmos criptográficos pós quânticos.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Aaron Swartz</location>
            
            <attendee>Wolmer Andrade Godoi</attendee>
            
            <attendee>Bruno de Paula Ribeiro</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Se dados são o novo petróleo, os data centers são as novas refinarias</pentabarf:title>
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            <summary>Se dados são o novo petróleo, os data centers são as novas refinarias</summary>
            <description>A infraestrutura digital que sustenta a internet é frequentemente retratada como algo imaterial, mas sua operação depende de enormes estruturas físicas, especialmente data centers. Com o avanço da inteligência artificial e a crescente demanda por armazenamento e processamento de dados, a expansão dos data centers está acelerando em todo o mundo, incluindo no Brasil e na América Latina.

Contudo, essa expansão não vem sem custos. Estudos mostram que um único data center de grande escala pode consumir tanta eletricidade quanto uma cidade de 50 mil habitantes, impactando diretamente os sistemas energéticos e hídricos. No Brasil, o consumo agregado dos data centers já equivale ao do estado do Tocantins e pode aumentar até 12 vezes até 2030. O aumento na demanda por energia também impulsiona o uso de combustíveis fósseis, atrasando a transição energética e resultando em tarifas mais altas para os consumidores, aprofundando desigualdades sociais e colocando populações vulneráveis em risco de pobreza energética.

Além disso, há o problema da geração de lixo eletrônico e da extração de minerais essenciais para a fabricação de componentes, como o lítio, que tem provocado conflitos socioambientais em territórios na Argentina, no Chile e no Brasil. Grandes empresas de tecnologia frequentemente argumentam que os impactos socioambientais dos data centers são mínimos e pressionam por isenções fiscais e flexibilização de licenciamentos ambientais para expandir suas operações, como demonstrado em estudos promovidos pela ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial e pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) no Brasil.

Diante desse cenário, esta atividade busca:

- Desconstruir o mito da internet imaterial e evidenciar os impactos socioambientais dos data centers.
- Debater o papel das Big Techs e do governo na criação de políticas que favorecem a expansão desses empreendimentos sem adequadamente levar em consideração os já provados impactos ambientais e sociais.
- Apresentar casos de resistência comunitária contra data centers e mineração de lítio na América Latina.
- Discutir estratégias para incidência política e regulação do setor, garantindo transparência e justiça socioambiental.

O evento será um espaço para reflexões críticas sobre o modelo atual de expansão de data centers e como a sociedade pode pressionar por alternativas que respeitem os limites planetários.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <location>Aaron Swartz</location>
            
            <attendee>Luã Cruz</attendee>
            
            <attendee>julia catão dias</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Provas de Conhecimento Zero: Acreditar sem ver.</pentabarf:title>
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            <summary>Provas de Conhecimento Zero: Acreditar sem ver.</summary>
            <description>As Provas de Conhecimento Zero (Zero-Knowledge Proofs, ZKP) surgem como uma solução inovadora para proteger informações sem comprometer a segurança. Essas provas criptográficas permitem verificar a autenticidade de um dado sem revelar seu conteúdo, abrindo novas possibilidades em áreas como identidade digital, transações privadas e escalabilidade blockchain.

Nesta palestra, exploraremos de forma acessível o que são as ZKP, como funcionam e por que estão revolucionando a segurança digital. Abordaremos a questão principal: como podemos convencer alguém de que sabemos algo sem revelar detalhes? Por exemplo, é possível provar que somos maiores de idade sem mostrar nosso documento completo?

Vamos ver como esta tecnologia vem evoluindo, o que é um SNARK e o que é um ZK-SNARK. Discutiremos suas limitações e os desafios que sua implementação enfrenta.

Compartilharemos exemplos práticos e casos de uso concretos, desde a proteção de identidade em plataformas descentralizadas até a validação de transações na blockchain sem expor dados sensíveis. Exploraremos como essas provas estão sendo implementadas em projetos de blockchain e cibersegurança, permitindo a construção de sistemas mais seguros e eficientes.

As Zero-Knowledge Proofs não são apenas um avanço técnico, mas uma mudança de paradigma na forma como interagimos em ambientes digitais. Elas nos permitem recuperar o controle sobre nossas informações sem depender de intermediários e sem comprometer a segurança.</description>
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            <location>Aaron Swartz</location>
            
            <attendee>Carlo Giambiagi Ferrari</attendee>
            
            <attendee>Manuel Giménez</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Descontrole da inteligência no Brasil: diagnóstico e alternativas</pentabarf:title>
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            <summary>Descontrole da inteligência no Brasil: diagnóstico e alternativas</summary>
            <description>A crescente sofisticação das tecnologias de vigilância, aliada à fragilidade dos mecanismos de controle, segue elevando os riscos para a proteção de direitos fundamentais e para a estabilidade democrática. O recente escândalo da &quot;ABIN Paralela&quot;, que revelou o uso indevido de ferramentas de rastreamento contra opositores, evidencia os perigos da falta de fiscalização efetiva. Se até altas autoridades, como parlamentares e ministros do Supremo, podem ser monitoradas ilegalmente, a vulnerabilidade da população como um todo se torna ainda mais evidente.

Nos últimos anos, as atividades de inteligência passaram por uma transformação significativa, com a adoção de tecnologias altamente invasivas, a coleta massiva de dados, parcerias com empresas privadas e cooperações transnacionais. Além disso, o setor envolve uma ampla rede de atores, tornando sua fiscalização ainda mais desafiadora. No Brasil, apenas no âmbito federal, o sistema de inteligência conta com 48 órgãos, refletindo a crescente complexidade dessa estrutura.

Os mecanismos de controle, entretanto, não acompanharam esse avanço. O modelo atual permanece fragmentado e reativo, sem capacidade para enfrentar os desafios impostos pelas novas tecnologias e pela ampliação do alcance da inteligência estatal. A fiscalização, via de regra, ainda depende de denúncias ou vazamentos, o que, em um setor pautado pelo sigilo, significa que grande parte das ações irregulares jamais será submetida a escrutínio adequado.

Nesta abertura da atividade, serão analisados os riscos trazidos pelas práticas de vigilância contemporâneas e como elas se inserem na estrutura atual da inteligência brasileira. Na sequência, serão discutidas as limitações dos atores institucionais responsáveis pelo controle dessas atividades e apresentados caminhos possíveis para o fortalecimento da fiscalização, tendo como base experiências internacionais bem-sucedidas.</description>
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            <location>Aaron Swartz</location>
            
            <attendee>Conrado Klockner</attendee>
            
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            <pentabarf:title>[Permanente] 7FF on€idia</pentabarf:title>
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            <summary>[Permanente] 7FF on€idia</summary>
            <description>Na antiga China a pele do tigre representava a “constância da mudança”, no mundo Maia no caminhar do Bolom Chon (jaguar) se liam constelações: dança do cosmos.
No filme se agrupam fluxos; onças pintadas, 7 pancadas, plantas-manchadas, onças-valor, aranha-flor. Matéria-energia-informação varia. Comunicação-ao lado, mais-valia de código. Commodities, bit coins, montanhas de dados.7FF On¢idia: impossibilia real da vida capital</description>
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            <category>Instalações e intervenções artísticas</category>
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            <location>Saguão da estátua</location>
            
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            <pentabarf:title>[Permanente] Bichinha do mangue</pentabarf:title>
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            <summary>[Permanente] Bichinha do mangue</summary>
            <description>o mangue é uma rede neuronal do vivo,
em contraposição à inteligência artificial AI,
rede que vive dos inputs
escritos em prompts
como traduzir o desejo?
o músculo é a revolta da concha geológica
as bocas também recriam os ventos
tudo sonha com a seiva
diz, uma voz aveludada e sem emoção
machine-voice
milhares de imagens-mercadoria
imagens brilhantes
o desejo de se converter em imagem
NarcosisGram InstaStories NarcosisTik TokStories
como traduzir o desejo?
a alquimia em tuas aguas
é profunda
dos sedimentos
água-viva,
diz</description>
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            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Movie session</category>
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            <location>Saguão da estátua</location>
            
            <attendee>Carla Lombardo</attendee>
            
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            <pentabarf:title>[Permanente] Stand para o Núcleo de Tecnologia do MTST</pentabarf:title>
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            <summary>[Permanente] Stand para o Núcleo de Tecnologia do MTST</summary>
            <description>Nós do Núcleo de Tecnologia do MTST gostariamos de um stand para nos aproximar das pessoas participantes do evento. Ofereceriamos ao público a nossa cartilha de Soberania Digital Popular a partir do movimento sociais (https://nucleodetecnologia.com.br/cartilha/), além de adesivos e bottons. Gostariamos de fazer sorteio de outras coisas como camisetas, livros e o que mais pudermos levar que tenha a ver com o evento. O stand seria um espaço para conversar com o público, apresetnação dos nossos projetos de forma mais estruturada e um espaço de discussão e construção de relações.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <attendee>Alexandre Zago Boava</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Cortejo Fanfarra Clandestina</pentabarf:title>
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            <summary>Cortejo Fanfarra Clandestina</summary>
            <description>Fanfarra que sublima a vontade de explodir a cidade do capital promovendo a música em atos, ocupações e outros espaços</description>
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            <status>CONFIRMED</status>
            <category>Closing party - DJ set and other artistic performances</category>
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            <attendee>Fanfarra Clandestina</attendee>
            
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            <pentabarf:title>[Permanente] Meiolab Cinema Manual</pentabarf:title>
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            <summary>[Permanente] Meiolab Cinema Manual</summary>
            <description>O Cinema Manual é uma forma híbrida onde a manualidade, o coletivo, o analógico e o óptico participam da montagem e acionamento da infraestrutura autônoma do espetáculo e interações cinematográficas. 

A nossa proposta então se dá na forma de um espaço projetivo (tela e mesa com projetores) montada na sala Tula, e estaria em funcionamento da abertura até umas 23h. 

As projeções são abertas a todxs.</description>
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            <category>Instalações e intervenções artísticas</category>
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            <attendee>MEIOlab</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Show - Jovem Palerosi</pentabarf:title>
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            <summary>Show - Jovem Palerosi</summary>
            <description>Grooves e melodias sinestésicas. Texturas eletrônicas e orgânicas, música contemporânea em fusão com culturas regionais. Estas são as marcas de trabalho do músico, produtor musical e realizador multimídia Jovem Palerosi. Depois de inúmeros trabalhos com bandas, instalações, performances e trilhas sonoras, o artista mistura suas vivências em seu trabalho solo, desenvolvendo uma linguagem particular dentro da música eletrônica. Ele funde ritmos criando uma sonoridade autêntica e ao mesmo tempo global, mosaico de sensações. Sua performance ao vivo é marcada por improvisos, experimentando inúmeras possibilidades entre a tecnologia e a performance musical, podendo se reinventar a cada sessão.</description>
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            <category>Closing party - DJ set and other artistic performances</category>
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            <attendee>Jovem Palerosi</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Show - CRACA</pentabarf:title>
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            <summary>Show - CRACA</summary>
            <description>CRACA é o crustáceo marinho que que virou produtor musical. Já foi descrito pela imprensa como uma &quot;espécie de Amon Tobin puxado no Tom Zé&quot;. Teve o exoesqueleto calcificado em uma forma única logo antes da adolescência. Geralmente escolhe substratos rochosos para sua performance de som e imagem, mas pode fixar-se também a fundos de embarcações ou palcos de festivais. Sua música é um híbrido eletrônico de genes latino-brasileiros manipulados e cruzados com organismos étnicos de nações imaginérias cujo objetivo final sempre será fazer os humanos dançar.
Apesar de transmutado em personalidade DJ, a musica de CRACA é SEMPRE executada na hora, assim como as projeções de imagens de micro-organismos oceânicos que compõe a transmidiática narrativa de sua vida e legado séssil.</description>
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            <category>Closing party - DJ set and other artistic performances</category>
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            <attendee>CRACA</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Roda de Código</pentabarf:title>
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            <summary>Roda de Código</summary>
            <description># Roda de Código

Roda de Código é um coletivo artístico focado em arte algorítmica, com ênfase em *live coding*. Nas sessões, participantes desenvolvem códigos em um ambiente compartilhado, permitindo intervenções mútuas nos códigos uns dos outros.

Há um ano, as atividades da Roda de Código ocorrem na Casa do Povo, inicialmente como parte do programa &quot;A Casa Acolhe&quot; e, posteriormente, como residentes, integranda como &quot;Povo da Casa&quot;.

Live coding é a prática de criar música ou imagens por meio da escrita de código em tempo real. Essa abordagem oferece uma forma direta de criação, eliminando a necessidade de interfaces gráficas ou softwares proprietários como intermediários entre o criador e o computador. Sons e imagens são gerados e percebidos desde o início, com o código sendo projetado para que o público possa acompanhar sua construção e relacioná-lo ao resultado produzido.</description>
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            <category>Activity that takes 1 schedule slot</category>
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            <attendee>igor medeiros</attendee>
            
            <attendee>Vito Macchione</attendee>
            
            <attendee>Gil Fuser</attendee>
            
            <attendee>Ive Rubini</attendee>
            
            <attendee>Laure Stelmastchuk</attendee>
            
            <attendee>Lea Arafah</attendee>
            
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            <pentabarf:title>Show - Retrigger</pentabarf:title>
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            <summary>Show - Retrigger</summary>
            <description>Retrigger apresenta um mix de eletrônica, punk, antropofagia e descontrole desde 2001. Apresenta-se com laptop, theremin e sintetizador em show catártico e dançante. Lançou discos no Brasil e Europa, onde já fez quatro turnês. Apresentou-se em festivais como a Virada Cultural, MCI e SP na Rua.</description>
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            <category>Closing party - DJ set and other artistic performances</category>
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            <attendee>Retrigger</attendee>
            
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            <pentabarf:title>DJ Set -  Nega Dither</pentabarf:title>
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            <summary>DJ Set -  Nega Dither</summary>
            <description>DJ Set - Nega Dither</description>
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            <category>Closing party - DJ set and other artistic performances</category>
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            <attendee>Nega Dither</attendee>
            
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            <pentabarf:title>DJ Set - Volooptaz</pentabarf:title>
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            <summary>DJ Set - Volooptaz</summary>
            <description>Baile ciborgue para conexão e confiança entre hackers e monstres de todas as espécies. Funk, samba, rap, brega, cumbia, intersecções combinações &amp; cia</description>
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            <pentabarf:title>DJ Set - Grivva</pentabarf:title>
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            <summary>DJ Set - Grivva</summary>
            <description>Meu nome é Lisa Chao, sou uma artista DJ e minha pesquisa musical flui entre darkwave, techno e ebm (vertentes da música eletrônica). Meu nome artístico é Grivva e já me apresentei em várias cidades do Brasil, como no Rio de Janeiro (Graus de Distúrbio, Ritual 806, Festival ACAB), Brasília/DF (Andira) e Poços de Caldas/MG (Feira Vulcânica). A Cryptorave sempre foi um evento que me identifiquei, por trazer discussões aprofundadas sobre o antropoceno e questionamentos sobre a sociedade do controle por meio da tecnologia. Artisticamente, me manifesto entendendo que a celebração e a expressão através do corpo (dança, escuta) são necessárias para rompermos com os padrões comportamentais esperados do indivíduo contemporâneo. Além disso, vejo a apresentação de discotecagem como uma ferramenta de denúncia, seja por ser o DJ uma ponte com letras de músicas que questionam ou por meio das consequências que a performance pode gerar (como chamar atenção ao evento, financiar o evento pelo consumo reflexo de bebidas e alimentos etc).</description>
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            <category>Closing party - DJ set and other artistic performances</category>
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            <attendee>Chao</attendee>
            
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